Meus objetivos sao fornecer a mais ampla lista de polìticos e empresas - nacionais e internacionais - que estiveram e/ou estao envolvidos com corrupçao ou qualquer outro ato ilìcito e tentar fazer com que as pessoas vejam o mundo com outros olhos, ou seja, que vejam a grande rede de interesses particulares - ocultos atras da politica, das multinacionais e das poderosas familias - que acabam condicionando a vida de milhoes de pessoas em todo o mundo. "A verdade nos torna livres."
Me parece um filme subliminar. Pode auxiliar-nos a ver aquilo que vai além das aparencias do teatro polìtico. (clique para ver filme)
O filme trata, com ar ironico, da manipulação da opinião pública através dos meios de comunicação que servem ao poder. A história narra a preparação e a realização de uma falsa guerra em um país da Europa organizado pelos empregados de relações públicas, com a ajuda de Stanley Motss, para tirar a atenção da mídia e do público de um escândalo sexual que envolveu o presidente do Estados Unidos da América.
Isso é feito forjando falsas notícias, incluindo uma falsa notícia do teatro de guerra, feitas em um estúdio cinematográfico.
Curiosamente, poucos meses após o lançamento nos cinemas dos Estados Unidos, a administração Clinton se sentiria obrigado a abordar o escândalo que surgiu da relaçao do presidente americano com Monica Lewinsky.
Vem da perguntar outra vez: A vida imita a arte ou a arte imita a vida?
"O mundo todo é um palco, e todos os homens e mulheres são meros atores. Têm suas entradas e saídas". Seria quase capaz de enterpretar a celebre frase em modo que "homens e mulheres" nada mais seria que os polìticos que surgem e passam na nossa nova era da imagem, era do parecer!
Muito interessante e pra refletir, vistas as atrocidades cometidas pela Igreja Catolica no curso dos seus muitos séculos e a megalomania identificavel em muitos papas...
Serà necessario uma passada pelos numeros romanos entao segue um lembrete: I=1; V=5; X=10; L=50; C=100; D=500
Extrato do capìtolo XIV do livro "A Caminho da Luz" de Chico Xavier. "IDENTIFICAÇÃO DA BESTA APOCALÍPTICA
Reza o Apocalipse que a besta poderia dizer grandezas e blasfêmias por 42 meses, acrescentando que o seu número era o 666 (Apoc. XIII, 5 e 18). Examinando-se a importância dos símbolos naquela época e seguindo o rumo certo das interpretações, podemos tomar cada mês como sendo de 30 anos, em vez de 30 dias, obtendo, desse modo, um período de 1260 anos comuns, justamente o período compreendido entre 610 e 1870, da nossa era, quando o Papado se consolidava, após o seu surgimento, com o imperador Focas, em 607, e o decreto da infalibilidade papal com Pio IX, em 1870, que assinalou a decadência e a ausência de autoridade do Vaticano, em face da evolução científica, filosófica e religiosa da Humanidade.
Quanto ao número 666, sem nos referirmos às interpretações com os números gregos, em seus valores, devemos recorrer aos algarismos romanos, em sua significação, por serem mais divulgados e conhecidos, explicando que é o Sumo-Pontífice da igreja romana quem usa os títulos de
"VICARIVS GENERALIS DEI IN TERRIS", (112 + 51 + 501 +1 +1)
"VICARIVS FILII DEI" ( 112 + 53 + 501)
e "DVX CLERI" ( 515 + 151)
que significam "Vigário-Geral de Deus na Terra", "Vigário do Filho de Deus" e "Príncipe do Clero". Bastará ao estudioso um pequeno jogo de paciência, somando os algarismos romanos encontrados em cada titulo papal a fim de encontrar a mesma equação de 666, em cada um deles.
Vê-se, pois, que o Apocalipse de João tem singular importância para os destinos da Humanidade terrestre."
Escutamos o carro deles que estaciona na calçada. Depois de um tempo, de repente se abre a porta. Aparecem Furnari e Santangelo.
"Como foi?" Lucchese indaga.
"Tudo bem". Lucchese faz uma careta de satisfação.
"Deixamos-o a beira de uma estradinha de campo, cerca de um km daqui. Agora temos de voltar para enterra-lo, mas precisamos de uma mão."
Lucchese me olha.
"Enzo, vai com eles. Eu fico aqui."
Pegamos as ferramentas necessárias e fomos nós três, eu, Furnari e Santangelo, para Calderara, uma fração de Paderno Dugnano, uma área que eu conhecia perfeitamente. Era escuro. Chegamos no lugar onde estava o corpo do turco. Tiramos suas roupas e o arrastamos algumas dezenas de metros, no campo aberto, onde havia um campo de cereais. Com pás cavamos um buraco de dois metros de profundidade e jogamos o cadáver dentro. Em seguida, despejamos gasolina e, penso, também ácido e o sepultamos. Não longe dali, queimamos as roupas e o passaporte.
Onze anos mais tarde, em maio de 1992, depois que o Dr. Borsellino, graças às minhas revelações, mandou prender cerca de quarenta pessoas (incluindo o prefeito Vaccarino), saiu um artigo no (jornal) Corriere della Sera, que o Dr. Borsellino me fez ler, no qual dizia que eu poderia desfeito o mistério do atentado ao Papa.
O preocupante é que, na ordem de custódia cautelar de todos os detidos, se falava de tudo (da associação mafiosa ao narcotráfico), exceto do atentado ao Papa. Nem menos se fazia menção dos 10 bilhões reciclados do I.O.R. (instituto de obras religiosas da igreja católica) nem do tráfico de armas com a Calábria, coisas que eu tinha dito só ao Dr. Borsellino e sobre o qual ele investigada em grande segredo. Dr. Borsellino acreditava que estes argumentos fossem tão delicados e perigosos, ao ponto que ele preferia não divulga-los nem mesmo ao Dr. Natoli e ao Dr. Lo Voi. Temia pela segurança deles.
Lembro-me de Dr. Borsellino preocupado.
Disse-me: “Além de mim, com quem você falou sobre o Papa?”
Eu respondo: “Ninguém! Como o Senhor sabe, eu só falei com o Marechal Canale, a quem também mencionei dos famosos 10 bilhões.”
Dr. Borsellino faz uma cara de raiva e com os olhos cintilantes me disse: “Estes são sinais de que eu não gosto! Esperemos que não roubem o cadáver do turco que enterrastes. Agora me movo para que tu possa ser levado ao local onde está o cadáver.”
No giro de dois meses, o Dr. Borsellino será assassinado.
Tudo o que disse ao Dr. Borsellino e agora estou escrevendo, também disse ao Dr. Priore 14 anos atrás. A primeira coisa que eu disse ao Dr. Priore e ao Dr. Marini foi de levar-me a Calderara. Lhes faria achar o cadáver do cúmplice de Ali Agca. Repito, eu conhecia bem a área, mesmo antes de sepultar o turco com as minhas mãos. Era um vasto campo, totalmente plana.
Quando chegamos ao local, o campo estava completamente revirado, com montes de terra e buracos profundos em toda parte. Uma pessoa do lugar explicou ao Dr. Priore que, em março de 1992, viu algumas escavadeiras colocando de cabeça para baixo todo o campo, que estava ali desde sempre e era cultivado com grãos. Faça-se muita atenção. Comecei a colaborar (com justiça) em Dezembro de 1991. O corpo permaneceu lá durante 10 anos. Mas poucos meses depois que comecei a falar, fizeram desaparecer o corpo! Infelizmente, o Dr. Borsellino tinha tido uma intuição certa: eles tinham roubado uma prova importantíssima. Lembro que o Dr. Priore ficou mal. Ele tinha sempre acreditado em mim, porque ela tinha conseguido encontrar provas de tudo aquilo que eu tinha dito. Incluindo a morte do Papa Luciani e os bilhões reciclados pelo Vaticano! Ele nunca me processou por difamação. Bem pelo contrário.
A casa de Michele Lucchese era em Paderno Dugnano em uma zona, digamos, "segura", ou seja, meticulosamente controlada pelo nosso amigo, o marechal dos Carabinieri (semelhante àpolicia militar brasileira), Giorgio Donato. Ao meio-dia me encontro com ele. Apenas me vê, Lucchese me pede para contar tudo o que eu fiz e vi no meu “dia romano”. Eu, com infinita paciência, conto-lhe todos os detalhes da operação, incluindo a agitação que havia notado no rosto do Antonov.
“Michele, não tinhas me dito que se deveria fazer um atentado contra o Papa”.
Ele sorriu.
Então me disse: “Vistes? Neste momento Furnari e Santangelo estão almoçando juntos com o Turco naquele restaurante. Vai lá agora e, enquanto Santangelo fica com o turco, tu mostra a Furnari o ponto exato onde devem fazer com que ele tenha o mesmo fim de sceccu lu”.
Que, na Sicília, significa “fazer o fim do jumento".
“Caro Enzo, deves saber que um jumento se usa até que serve. Nasceu para ser usado. Quando não serve mais, se mata!”
Sabia muito bem o que queriam dizer aquelas palavras.
Então marca um encontro, a casa sua, para a mesma noite.
Depois de fazer como tinha ordenado, à noite me apresento a ele.
Lucchese, como sempre, me saúda calorosamente.
“Então?”
“Furnari e Santangelo estão com o turco. Eles estão levando-o no lugar que lhes indiquei.”
“Bravissimo! Enzo, eu não quis que tu participasses do homicìdio do turco. Preferi que estivesses aqui, para me fazer companhia. Espero que entendas. Agora, porém, em primeiro lugar, deixe-me fazer um telefonema.”
Lucchese pega o telefone e disca um número. Desde as primeiras palavras sei que do outro lado da linha está o Comandante dos Carabinieri, Giorgio Donato.
Lembro-me destas palavras: “A ação começa!”
Depois de terminar a chamada, gira-se para mim com ar satisfeito: “A área está sob controle. Este amigo é muito em forma!”
Depois, enquanto esperamos que voltem Santangelo e Furnari, Lucchese começou a falar-me do motivo pelo qual foi planejado o atentado contra o Papa.
“Enzo, existem algumas coisas que você precisa saber. Papa Wojtyla pretendia seguir o caminho traçado pelo Papa Luciani, ou seja, romper os equilíbrios no interior do Vaticano. Revelo-te uma coisa. Papa Luciani estava disposto a fazer uma verdadeira revolução no Vaticano. Como desejava tanto que a Igreja fosse mais pobre, tinha preparado um projeto para redimensionar a riqueza do Vaticano e tinha estudado um plano para ajudar as famílias pobres em todo o mundo, principalmente aquelas italianas. Claro, tudo tinha de ser feito por meio do I.O.R., o Banco do Vaticano, cuja administração teria sido dada a laicos, de acordo com os ensinamentos de Jesus: “Dai a César o que é de César”. Papa Luciani não suportava a idéia de que os Cardeais e Bispos administrassem essas enormes riquezas e, portanto, sua primeira intenção era a de remover justo aqueles Cardeais que usavam e manipulavam o Bispo Marcinkus e que se aproveitavam não só da sua capacidade para gerir o I.O.R., mas também e acima de tudo os seus contatos e seus amigos poderosos a nível europeu e internacional. Se o Papa Luciani não fosse morto, em poucos dias teriam sido removidos e substituídos, imediatamente, tanto Marcinkus quanto outros quatro Cardeais e talvez, se não me engano, o secretário de Estado ou o secretário do Papa. Em seus lugares entrariam outros bispos e Cardeais de màxima confiança. Eles, em grande segredo, tinham preparado em conjunto com o Papa Luciani um plano bem preciso. Depois que fossem inseridos cada um no lugar certo, distribuiriam, imediatamente, 90% da riqueza do Vaticano em diferentes partes do mundo, de modo a construir casas, escolas, hospitais etc ... Os restantes 10% da riqueza seria confiada e administrada pelo Estado Italiano de acordo com as necessidades da Igreja. Resumindo, ele queria fazer uma revolução e tomar todos de surpresa!
Infelizmente, o pobre Papa não pode completar o seu plano, por que um dos Cardeais de confiança traiu-o e foi contar tudo para Marcinkus e aos outros Cardeais! Eles tomaram conhecimento da coisa, se moveram imediatamente e com diabólica inteligência conseguiram, sem deixar qualquer rasto, matar o Papa com uma grande quantidade de gotas de calmante, graças também à ajuda do seu médico pessoal.”
Fiquei completamente espantado com as palavras de Lucchese.
“Michele, e quem são estes quatro cardeais?”
“Enzo. Posso dizer-te aquilo que me disse o notário Albano”.
“E que diz o notário?”
“Ele diz que eram quatro as "almas negras" que giravam dentro do Vaticano e exercitavam um forte poder aproveitando as competências gerenciais do Bispo Marcinkus . Me disse quatro nomes. Primeiro, Cardeal Macchi, um favorito do Papa Paulo VI, que também tinha o tinha nominado Seu Secretário. Fazia parte dos Cavaleiros do Santo Sepulcro, tal como o Bispo Marcinkus”.
“Cardeal Macchi! Este nome não é novo para mim ... É claro! Tem o mesmo nome de um meu companheiro de Elementar! E quem mais?”
“A segunda "alma negra", era o Cardeal Villot, Vallot ou Vellot, desculpe mas eu não lembro bem ...”
“Que nome estranho! Nem mesmo termina com uma vogal. Tem de ser um estrangeiro.”
“Exatamente, Enzo. Este Cardeal, embora não italiano, fez coisas extraordinárias e salvou a finança do Vaticano, aquela finanças que Papa Luciani queria destruir. E depois havia o Cardeal Benelli...”
“Benelli! Como a marca da minha primeira moto! Se chamava bem assim. Eu ainda me lembro. Casesic me deu-a, meu padrinho de Confirmação...”
“Finalmente me disse o nome do Cardeal Gianvito, que acho fosse também secretário. Todos os três faziam parte da Ordem dos Cavaleiros do Santo Sepulcro. Enzuccio, filho meu, deves compreender que estes quatro cardeais tinham na mão o I.O.R. e as finanças do Vaticano! Eles também tinham uma linha direta com o seu notário Albano que, como bem sabes, dentro de Cosa Nostra é como uma flor aos olhos”
“Escuta, Michele. Uma curiosidade. Mas com o outro turco, o que aconteceu?”
“O outro turco, ao que parece, tu nem o encontrou. Seu nome é Ali Agca. Outra noite ele ficou em um hotel em Palermo, antes de chegar em Roma para o atentado. Tu deves saber que os dois turcos foram treinados na Sicília por de Cosa Nostra. Se, após o atentado, tivesse conseguido escapar, já havia pronto um plano para matá-lo.”
Fomos longe falando por horas, até madrugada, até que escutamos chegar Furnari e Santangelo .
P2 foi uma loja maçonica italiana -- ligada a CIA (serviço secreto americano), à Igreja Catolica, à Mafia, ao Fascismo -- envolvida no maior escandalo politico italiano. Foi definida, por uma comissao parlamentar, como organizaçao criminosa secreta e, posteriormente, dissolvida pela justiça. Dessa loja surgiu uma lista com mais de 900 nomes entre os quais: 208 militares, 119 politicos, 49 bancos, 36 professores universitarios, 18 juizes... Tinham um plano, denominado "Rinascita Democratica", que visava a criação de uma nova elite -- política e economica -- mais autoritaria. Desse fato, colhi a oportunidade para nomear o blog com LISTA P2, objetivando criar uma lista ainda maior para "homenagear" os nomes mais sujos que conhecemos. Sua ajuda é bem-vinda... envie nomes e fatos (de fonte reconhecida: jornal, revista, etc..) para viniciusit@gmail.com