RECEBA AS ATUALIZAçOES POR EMAIL

Insira seu email:

(o email para confirmar a ativaçao pode cair na sua caixa de spam. Verifiche-a.)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

DESCOBRINDO UM POUCO MAIS DA SINISTRA HISTORIA DO BRASIL

Fonte: http://www2.uol.com.br/JC/_2001/1103/po1103_4.htm

Arraes foi avisado sobre a Operação Condor

João Goulart, Juscelino Kubitschek e Carlos Lacerda foram vítimas da Operação Condor, o plano das ditaduras militares dos países do Cone Sul para eliminar líderes políticos na região. Assassinatos, desaparecimentos e atentados ocorreram, simultaneamente, em fins dos anos 60 e nos anos 70, na América Latina e até nos Estados Unidos e Europa. Quem afirma é o ex-governador de Pernambuco, Miguel Arraes, 84 anos. Ex-exilado político na Argélia (África), Arraes diz que o plano Condor decorreu do impasse na Guerra do Vietnã, que fez os Estados Unidos temerem novos confrontos. Mas a decisão da operação foi da extrema-direita do Cone Sul. “A condição para a abertura era o desaparecimento de lideranças políticas”, argumenta, em entrevista a Ayrton Maciel e Ciro Carlos Rocha. Arraes revela memórias do exílio e do retorno ao Brasil. Ano passado, o JC fez as primeiras revelações.

JANGO, JK E LACERDA

“Qual a razão para a eliminação deles? Era a abertura política. Havia um começo de discussão sobre a abertura. Na medida em que os acontecimentos no Vietnã demonstravam um impasse cada vez maior, portanto a necessidade de negociação daquela guerra, começou-se a sentir a importância de se abrir na América Latina. A abertura seria uma conseqüência do impasse que a Guerra do Vietnã trazia para o mundo. A negociação lá implicava numa mudança de métodos, o que já se apontava em certos movimentos dos americanos. Um dos documentos americanos que revelam isso é o Relatório Rockfeller sobre a América Latina. Esse relatório declara que os militares não se constituíam numa classe social, e sim numa categoria. Como tal, eles eram instáveis ideologicamente. Sendo ideologicamente instáveis, as posições deles não se sustentavam em interesses concretos. Eles não eram merecedores de confiança. Setores importantes dos Estados Unidos achavam que a militarização não era uma solução para os problemas desses países todos, que eram diferentes entre si.”

A RAZÃO

“O assassinato político é um negócio que existe. Quando eu cheguei na Argélia, tinha sido assassinado o general português Humberto Delgado, na fronteira. E cito Olof Palmer, primeiro-ministro de um país como a Suécia, chefe do Partido Socialista, que tinha uma posição independente e era crítico da Guerra do Vietnã. Ele foi assassinado na saída do cinema, ninguém sabe porque quem.”

O PLANO

“Os americanos queriam a implantação de um certo grau de liberdade dentro desses países, porque não dá para conduzir o mundo apenas debaixo das botas dos soldados. Algum político, alguma coisa interna teria de dar condições de negociação, mesmo que fossem precárias, mas aliviaria o fardo de uma repressão e de uma categoria como os militares, que haviam passado a mandar isoladamente. Eles decidiriam com o povo, e ficaria por isso. O perigo que havia, então, eram as pessoas com ascendência sobre o povo. Aberto o Brasil, apareceriam Juscelino, Jango e Carlos Lacerda. Todos reunidos em torno de Juscelino. Quem seguraria? Todo mundo iria para Juscelino. A esquerda, o centro, a opinião pública. Ele foi um presidente importante. Não dava para soltar Juscelino sem o regime ter problemas, ainda mais ajudado por Jango e Lacerda.”

MEDIDA PREVENTIVA

“Uma espécie de condição para a abertura política era eliminá-los. Foi uma medida preventiva contra os fatos. Nós iríamos para a abertura, e para se ter uma abertura sem muito perigo essas pessoas teriam de desaparecer. Porque, se abrem, quem era que segurava? A mesma coisa aconteceu nos outros países. Um homem como Carlos Praats (comandante do Exército do Chile), ministro de Salvador Allende, general com peso em parte do Exército, reconhecido pela opinião pública, não era qualquer um. Era uma prevenção diante de uma abertura que precisava ser controlada. Era o que se passava na cabeça da extrema-direita do Cone Sul. O desaparecimento dessas pessoas foi uma condição para a abertura.”

AMERICANOS

“Não sei se eles idealizaram. Entre os americanos também existem suas diferenças. Alguns americanos queriam botar pra quebrar, outros não. Não era uma coisa uniforme, a ponto de todos quererem militarizar. Se perguntassem ao povo americano, ele não queria isso. É um povo que reage a certos acontecimentos de uma maneira positiva. O povo americano não pode ser confundido com aquela situação. Eles não têm acesso a essa decisão, e dentro da estrutura americana mesmo existem diferenças e pessoas que não seguiram por aquele caminho.”

O CORONEL

“Fui procurado por um coronel argelino, assessor do presidente da Argélia. Eu o conhecia, era uma pessoal com quem eu tinha ligação. Ele comandava o departamento que lidava com as questões internacionais, e que não tinha nada a ver com o Ministério do Exterior. Cuidava da parte de estudos estratégicos, pesquisas, a parte da inteligência do Governo. Ele foi lá em casa e me falou que três pessoas iriam me procurar com informações que eram do meu interesse e da segurança de muita gente. Ele me disse: ‘Não saia de casa’. Eles chegaram, alguns dias depois, olharam a casa e pediram para que a conversa fosse do lado de fora.”

O CONDOR

“Era uma decisão da direita do Cone Sul. Foi o que revelaram essas pessoas na Argélia. Disseram que estavam transmitindo uma informação saída de uma reunião da extrema-direita do Cone Sul. Eles não se identificaram, nem podiam. Tinham uma função muito particular. Falavam em francês. Um me pareceu argelino, por causa da forma de falar. Eles disseram que todas as pessoas que tivessem relações de peso em seus países deveriam se acautelar. Não foram de muita conversa, não. O essencial foi isso. Disseram que a extrema-direita do Cone Sul tinha decidido eliminar políticos e dirigentes com representatividade em seus países. Procurei, então, gente na Europa, gente de confiança. Avisei e pedi que retransmitissem o alerta, e mandei um aviso a Leonel Brizola, que estava no Uruguai. O aviso chegou a ele. Ele pode confirmar isso.”

A OPERAÇÃO

“O alerta chegou 20 a 30 dias antes dos assassinatos dos uruguaios Gutierrez e Michelline, o primeiro deputado e o segundo senador, que se encontravam na Argentina. Eram importantes lideranças. Em seguida, começou a onda de assassinatos no Chile, na Bolívia, no Uruguai, na Argentina, no Brasil, e o resto. É só ver a seqüência das datas. Os uruguaios foram estourados na Argentina a bomba. Chilenos foram mortos também na Argentina. O general Torres, na Bolívia. Um bocado de gente morreu. Um ex-ministro de Salvador Allende (o chanceler Orlando Letelier) foi assassinado nos Estados Unidos (o carro explodiu ao abrir a porta, em Washington), e um outro sofreu um atentado na Itália, mas não morreu, ficou paralítico. E aí vêm Juscelino, Jango e Lacerda, em seqüência. Juscelino em um desastre, Jango de repente (oficialmente, enfarto) e Lacerda foi ao hospital. As pessoas dizem que ele saiu bem de lá e depois morreu.”

POR QUE LACERDA?

“Lacerda era um líder de direita, mas estava unido a Juscelino e a Jango, na Frente Ampla pela abertura. Ele tinha sido escorraçado pelo Golpe de 1964.”

A SELEÇÃO

“A Operação Condor, no Brasil, foi um processo muito seletivo, diferente do que ocorreu no Chile e na Argentina. Aqui, além das lideranças populares, a abertura dependia da eliminação das lideranças do Partidão (PCB) que tinham uma posição de enfrentamento ao regime, como foi o caso do Davi Capistrano (ex-combatente da Guerra da Espanha), que desapareceu. O próprio Carlos Marighella (PCdoB, ex-Partidão), morto em 1968, pode ser incluído nessa estratégia. Os do Partidão que não tinham posição de enfrentamento sobreviveram. O desaparecimento seletivo da direção do Partidão também foi uma condição para a abertura política.”

A PRISÃO

“Logo após a minha deposição, fui levado para o quartel de Socorro. No dia seguinte, fui para Fernando de Noronha. Não passei pelo Dops. Em Noronha, fiquei oito meses. O coronel Ibiapina (Exército) tomou meu depoimento durante 12 horas, da meia-noite ao meio-dia. Não houve violência física. A pressão era assim: tomar um depoimento à meia-noite. De Noronha, voltei ao Recife para a Companhia de Guardas do Exército. De lá, fui para o Corpo de Bombeiros. Depois, levaram-me para Maceió de carro, durante a madrugada. Chegamos às 8h30. Passei o dia trancado em uma dependência do Exército. Na outra madrugada, colocaram-me em um avião para o Rio de Janeiro. Fiquei na Fortaleza de Santa Cruz. De lá, fui libertado por habeas-corpus. Aí fui novamente preso e levado para depor à noite. Dias depois, nova prisão, e fui levado para uma quartel na Tijuca. Entre o habeas-corpus e essa terceira prisão fiquei na casa de um tio meu. Aí, o advogado Sobral Pinto já achava que não deveríamos esperar por mais nada.”

O ASILO

“O Chile não me concedeu asilo político por pressão do Governo brasileiro. A França também. De Gaulle (Charles De Gaulle) era o presidente, mas isso não era uma questão dele. Os outros países que me ofereciam asilo eram a Iugoslávia, o Senegal (África), mas lá não havia nem Embaixada brasileira, e a Argélia. Escolhi a Argélia por causa da guerra de libertação (era colônia da França), da luta do povo argelino pela liberdade. Na Constituição argelina existe um artigo que diz que a Argélia ‘abrigará todo aquele que lute pela liberdade’. Está na Constituição: ‘a Argélia abrigará os perseguidos por razões políticas’. Mas as embaixadas estavam todas cercadas, inclusive o consulado argelino no Rio. Consegui entrar porque o embaixador da Argélia tinha comprado uma casa no bairro de Santa Teresa, para residência. Não estava ainda montada, mas fui para lá. O embaixador colocou uma placa na porta e hasteou a bandeira.”

A CARTA

“A França proibiu a minha entrada lá, através de uma portaria de expulsão de 19 de julho de 1965, que somente foi revogada em 26 de maio de 1975. Tenho a carta do ministro do Interior, R. Marcellin, ao deputado comunista francês Lucien Neuwirth, em 1973, explicando o porquê da proibição. Era coisa de gente da direita. O ministro escreveu a carta revelando que não podia rever a proibição de minha entrada na França. Havia uma pressão do Governo brasileiro nesse sentido, só que havia gente de De Gaulle que não possuía essa mesma posição. Participava do ministério, mas não aceitava esse tipo de pressão. Isso não era um assunto para o presidente, era uma questão de Governo. A proibição acabou revogada.”

RESTRIÇÕES

“Havia uma vigilância dos países sobre os exilados. Várias vezes fui abordado pela polícia nos aeroportos. Na Inglaterra, havia resistências, inclusive o embaixador argelino intercedeu para que eu participasse, certa vez, de um congresso em Londres. Os problemas na Itália não eram criados pelo Governo italiano, mas por setores da polícia italiana contra os exilados. Eram delegados encarregados da imigração. Havia a relação de Sérgio Fleury com delegados de lá. Em Portugal, tinha a ditadura de Salazar e na Espanha a de Franco. Lá, eu não entraria.”

DOCUMENTO

“No exílio, recebi um documento, saído de dentro do Governo militar, com uma série de medidas que seriam aplicadas, internamente, para reprimir a resistência. O primeiro item era liquidar o movimento estudantil. Era um documento sigiloso, não posso dizer quem me mandou. Foi preparado quando da transferência de Governo Castelo Branco para Costa e Silva. Chama-se ‘Diretrizes de Governo’ e delineava a política a ser seguida.”

OS TERMOS

“Esse documento contém enunciados. São vários pontos. Ele enumera uma série de coisas, a começar pelo movimento estudantil, que, naquele tempo, era muito ativo. Os militares achavam que era fundamental liquidar com ele. Depois disso, vieram várias medidas, inclusive o decreto 477/68 (expulsão dos estudantes das universidades por prática política). E criou-se o sistema de cadeiras nas universidades, que segmenta a formação do estudante. O sistema de cadeiras evitava que os estudantes começassem e terminassem juntos o curso. Iam se separando, pagando cadeiras em uma turma e outra.”

OS DOMINÓS

“A partir do golpe militar no Brasil (31 de março de 1964), o que houve foi uma militarização no mundo. Uma seqüência enorme de golpes. Em 65, o golpe na Indonésia (Ásia), que liquidou muita gente, e depois sucederam-se golpes na América Latina e na África. Era um processo de luta dentro do quadro geral da Guerra Fria. Se o Brasil se tornasse um País com outra posição, o negócio complicava, porque é um País muito grande. E o golpe no Brasil foi antes, coincidiu com as providências para a intervenção americana no Vietnã. Os americanos temiam enfrentar duas frentes, e eles iam entrar de forma dura na Ásia, como de fato entraram.”

A VOLTA

“Jarbas Vasconcelos não teve nada a ver com minha volta. Eu vim em função da Lei de Anistia. Ele se encontrou comigo lá (na Argélia). Ele queria ser secretário do então MDB, depois desistiu. Eu estava fora, não estava a par das coisas. Eu tinha notícia que havia contestação aqui, mas era praticamente impossível conseguir informações. O jornal O Estado de São Paulo chegava uma vez ou outra. Eu não mantinha contato com familiares aqui, nem correspondência. Ligar pra’qui, aí você teria que explicar porque tinha falado comigo. Na volta, tive alguns problemas. No Rio de Janeiro, fui seguido pela polícia. Em São Paulo, fui interpelado dentro de um restaurante pela Polícia Federal. Eu estava com Teotônio Vilela, que era senador.”

quarta-feira, 26 de maio de 2010

GINO STRADA E LA GUERRA AMERICANA AO TERRORISMO



VIDEO CLIQUE AQUI


Gino Strada, medico fundador da ONG Emergency que opera (entre outros) no Afeganistao fornecendo socorro as vitimas da guerra, fala sobre o terrorismo criado pelos meios de comunicaçao e "combatido" pela maior maquina de guerra, tortura e assassinatos chamada America.

Maiores informaçoes sobre a manipulaçao mediatica sobre a guerra dentro dos Estados Unidos podem ser encotradas procurando na internet "Democracy Now".

Capitais africanos, riqueza ocidental

E a historia humana de rapina se repete como no Brasil. Legiao Urbana ja cantava "Indios" decadas atras!!!!



Fonte:

http://it.peacereporter.net/articolo/21075/Capitali+africani,+ricchezza+occidentale

Em 40 anos, a fuga ilegal de capitais custou 1.8 trilhões de dólares para a África

É um paradoxo cruel, como aquele de um pai de famiglia que corre o risco de fazer seus filhos morrerem de sede porque dà a água que tem a um que nao precisa tanto. Nisso se pensa lendo um relatório recentemente publicado sobre a fuga de capitais da África.

Dinheiro fantasma. O dossiê intitulado "Illicit Financial Flow from Africa: Hidden Resources for Development" e foi elaborado pela Global Financial Integrity, um centro de pesquisa sem fins lucrativos de Washington, que procurou analisar e quantificar o capital Africano que de repente se evapora, dispersando recursos financeiros que deveria ser investidos naquele continente.

Os dados fornecidos pelo estudo são simplesmente terríveis: no período 1970-2008, a África teria perdido algo como 854 bilhões de dólares.

Mas esta é uma aproximação por defeito, porque os analistas foram capazes de quantificar apenas os capitais desaparecidos com a prática de "mispricing" (falsificaçao dos preços) dos bens materiais, que é apenas um dos muitos sistemas através dos quais o dinheiro é transferido de forma ilícita. Há outras maneiras, tais como o mispricing dos serviços e do contrabando, cujo impacto é difícil de medir, pois a identificação dessas práticas é muito mais complicada.

A cifra estimada pelo think tank americano, cogitando uma hipótese sobre o montante total de recursos saìdo dos países Africano ilegalmente, é impressionante: 1,8 trilhões de dólares, que por uma série de truques permitiram a ditadores, líderes democráticos, militares, altos burocratas e empresários, Africano mas não sò, acumular grandes fortunas no exterior, longe das crises freqüentes que abalam (e agitam) periodicamente aos países com economias fracas e instabilidade política. Um rio de dinheiro que abasteceu o crescimento dos países desenvolvidos e que, paradoxalmente, torna a África um continente virtualmente credor, mesmo aprisionado por suas dívidas.

"O fluxo maciço de dinheiro de origem ilegal da África - diz o diretor da GFI, Raymond W. Baker - é facilitado por umsistema financeiro internacional sombra (escuro), que inclui paraísos fiscais, segredo giurisdicional, empresas falsas, fundaçoes falsas, contas intestadas a trust anônimas, operações comerciais fraudulentas e diferentes técnicas de lavagem do dinheiro". A questão não é ética ou pelo menos não somente.

"O impacto desta estrutura e dos recursos que tira da África - continua o relatório - é devastador. Drena importantes reservas monetarias , aumenta a inflação, torna difícil a cobrança de impostos, impede investimentos, enfraquece o livre comércio".

Mais importante ainda, essas práticas afetam o segmento social mais pobre e marginal, porque absorvem recursos que poderiam ser usados para combater a pobreza e impulsionar o crescimento econômico.

Basta pensar que com os 854 bilhões de dólares perdidos somente através do mispricing dos bens, a África poderia pagar a sua dívida externa (250 bilhões de dólares) e utilizar os restantes 600 bilhões de dólares para combater a fome e a pobreza.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

PANEM ET CIRCENSES (hoje, futebol e TV)

Como se ve o "sistema" nao mudou muito...


Do site http://www.capitolium.org/eng/imperatori/circenses.htm

Foi Juvenal que criou este sistema, um mecanismo de poder muito influente sobre a massa romana. "Panem et Circensus", literalmente "pão e circo", foi a fórmula para o bem-estar da população e, portanto, uma estratégia política. Esta fórmula oferece uma variedade de prazeres, tais como: a distribuição de alimentos, banhos públicos, gladiadores, animais exóticos, corridas de bigas, competições esportivas, teatro e representação. Era um instrumento eficaz nas mãos dos imperadores para manter a população pacífica e, ao mesmo tempo, dando-lhes a oportunidade de manifestar-se nestes locais de atuação.


Ou seja, parece que Giuseppe di Lampedusa tinha razao quando dizia em O Gattopardo che se deve "mudar tudo para nao mudar nada".

Infelizmente, visto o baixissimo nivel da nossa civilizaçao, o divertimento é um instrumento com o qual o povo nao pode permitir-se de distrair a custa de permanecer outros milenios escravo de uma "nòbil" tirania. Futebol, patriotismo e outras formas de alienaçao sao a "Medusa" que petrifica as consciencias dos homens de bem.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Policia tortura presos em Minas Gerais




Mas e se pensassemos em um certo senso de "açao e reaçao"?
Serà que se vivessemos em uma sociedade igualitaria, sem exclusao social (cultura, educaçao, trabalho digno) e preconceitos eles seriam esses viloes? Ou serà que seriam diferentes podendo ter o direito a uma familia, filhos, roupas, casa, comida, uma cama confortavel onde dormir, agua quente para um banho e àquilo que nòs privilegiados damos por certo? Edir Macedo rouba milhoes e assim fazendo condena tantas pessoas à miséria e ninguem fala nada... Roberto Marinho e Globo a mesma coisa. Torturadores militares (generais) nao vao pra cadeia. Especuladores financeiros nao vao pra cadeia. Papas que fazem guerras, torturam e matam milhares nao vao pra cadeia. O Vaticano lava dinheiro da mafia e narcotrafico e ninguém fala nada. Bush e a America que ha um secolo fazem guerras baseadas em mentiras e golpes de estado em todo o mundo mas nao vao pra cadeia ou Aia (corte justiça internacional). Os militares americanos torturadores dificilmente sao punidos. A CIA que finanziava o comercio de drogas internacional tem uma boa reputaçao (entre os ignorantes!). Nos Estados Unidos a democracia é como a do Irao e ninguém fala nada (sò Chomsky e outros poucos que sao uma voz no deserto). Dois jornalistas (os poucos) que questionaram a guerra ao Iraque foram deminitdos na America (Democracy Now). Berlusconi que hospedou em casa um mafioso por anos nao esta na cadeia e nao soube explicar a origem da sua fortuna aos juizes, ja fez mais de 15 leis pessoais para nao ir pra cadeia e, guarda caso, governa a Italia. A Suiça que lavava o dinheiro roubado pelos nazistas (e continua escondendo o dinheiro do crime internacional) tem uma boa imagem. A IBM colaborou com Hitler e ninguém fala nada. A Bayer (antiga IG Farben) fabricava o gas para Hitler poder matar os judeus e ninguém fala nada. Rockefeller matou os grevistas nos anos 20 e ninguém fala nada. Rockefeller com a sua Standard Oil fez dinheiro com o nazismo e continua tudo bem. A Coca-Cola é acusada de concorrencia desleal e ameaça de morte (contra Dolly). A FIAT nos anos 80 pagava a policia para por fim às greves e tinha fichas secretas dos seus funcionarios. E sobre isso ninguém fala nada!!!! O custo da corrupçao ninguém fala nada. Com a crise grega se cortam os gastos sociais e nao se bota fim na corrupçao. Na Italia a manobra financiaria para 2010 foi de 63 bilhoes de euros e os custos da corrupçao è de 50-60 bilhoes de euro. Ou seja se acabassem com a corrupçao em 2010 a Italia teria o dobro do dinheiro a disposiçao para gastar com os interesses do povo. E o que a massa de pessoas faz? Condena aquele que rouba a galinha e nao aquele que com dinheiro sujo comprou o galinheiro!!! Por favor... acordemos antes que seja muito tarde.

Depois a classe media, ignorante como uma mesa, nao sabe por que esses garotos e homens nao dao mais valor pela vida dos outros. Quem sabe colocando-se no lugar deles veriam o mundo de forma diferente. Quem sabe com um pouco de historia veriam que grande parte do nosso povo é descendente de negros trazidos para o Brasil com a força e com a tortura. E depois, com a publicitaria mas ineficaz aboliçao da escravidao, eles se tornaram ainda mais desprotegidos, pois foram simplesmente abandonados sem um minimo de auxilio ou formaçao. E o resultado dessa politica burguesa nòs temos que enfrentar todos os dias nas ruas com o medo da micro-criminalidade que com certeza complessivamente faz muito menos danos que a criminalidade do colarinho branco (politica) sobre o qual ninguém fala, que raramente é punida e que leva a populaçao à miséria.

Para combater a ignorancia sugiro ler "Rota 66" de Caco Barcellos - que com certeza nao é um comunista - ou entao antes de falar dos criminosos e condena-los sugiro que leiam o livro "O que é violencia urbana" de Régis de Morais. Cito un trecho no qual ele relata os tratamentos recebidos pelos menores da FEBEM (p. 72-74) :

"Esta é a triste e dolorosa relação das torturas e maus-tratos:
1) o pau-de-arara, em que o menor é amarrado e espancado com as mãos presas;
2) ajoelhar em grãos de milho e ficar nesta posição durante um bom tempo;
3) agressão com rodos em chuveiros;
4) violência com cassetetes de madeira camuflados com uma capa de borracha;
5) os castigos em cubículos individuais, onde a ventilação é péssima e o desespero do
menor fatalmente o leva a tentar o suicídio;
6) os espetos de varas finas que servem para espicaçar o menor em várias partes do corpo, principalmente os órgãos sexuais;
7) os choques (elétricos), em certas unidades conveniadas;
8) as drogas para acalmar os mais violentos e que paralisam as pernas evitando movimentação;
9) os espancamentos conhecidos pela terminologia "ir à missa", onde os garotos apanham nus;
10) a tática de acordar o menor de madrugada, levá-lo para uma sala isolada e aplicar-lhe surras de "aprendizado especial";
11) isolamento em "cafuas", espécie de cadeia medieval e que em algumas unidades sempre existiram em locais subterrâneos;
12) a tática dos "telefones", que consiste em dar tapas com as duas mãos sobre os ouvidos e que leva invariavelmente a problemas de surdez para o resto da vida;
13) a tática do afogamento parcial para intimidar;
14) a tática de deixar os garotos seminus e levá-los a sessões denominadas psiquiátricas; 15) dar tapas na frente dos outros, o que leva à humilhação; 16) chamar a atenção em voz alta seguido de socos e pontapés;
17) puxar cabelos e orelhas do menor que cometeu alguma infração;
18) os estupros, com aquiescência dos funcionários;
19) o uso de chicotes para agredir;
20) a tática de vendar os olhos e espancar;
21) agredir o menor e depois isolá-lo em celas onde estrategicamente são colocados vidros para que ele tente o suicídio;
22) o uso de menores para tráfico de entorpecentes, para assaltos e com resultados repartidos;
23) 'bananinha' para dar choques elétricos, de 110 a 220 volts, no interior da pessoa" (a peça "bananinha" é introduzida no ânus)."

Em outro trecho descreve o relato de um guri (p. 68):

"Com sete anos, morava em Itaquera com minha mãe, meu pai e oito irmãos. Um dia fui na venda da esquina pegar o pão. Na volta, lá em casa estava tudo cercado de polícia. Eles gritaram para minha mãe e meus irmãos saírem que iam abrir fogo. Coisa do meu pai. Minha mãe custou a sair. Os garotos foram logo pra rua chorando. A polícia abriu fogo. Acertaram a mãe correndo ensangüentada até na minha frente. Depois meu pai. Levou um monte de tiros. Morreu na hora. Me lembro que um tempo depois eu estava indo pra Bahia com uns parentes meus, num trem grande, cheio de gente. Aí um cara olhou pra mim e perguntou por que eu estava chorando."

SE VE QUE é HORA DE PERGUNTARMOS PRIMEIRO A NòS MESMOS POR QUE ESTAO ROUBANDO/CHORANDO AO INVéS DE USAR A SOLUçAO MAIS FACIL E HIPOCRITA QUE é SIMPLESMENTE ACUSAR!!!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

DEMOCRACIA AMERICANA? PARECIDA COM A DO IRA? (NOAM CHOMSKY)

CHOMSKY, Professor do MIT (Massachusetts Institute of Technology)




Pergunta: Qual é a coisa mais disfuncional na democracia americana?

Noam Chomsky: "A democracia americana é o que chamamos de "democracia guiada" em países que não gostamos, como o Irã. Assim, no Irão, as eleições são, deixando de lado questões de credibilidade das eleições, nas eleiçoes os candidatos são avaliados pela liderança clerical. O Guardian council decide quem pode concorrer. Ok?

Estamos quase a mesma coisa. Aqui os candidatos são avaliados por interesses corporativos. A maneira como é feito é que, se voce não tiver uma grande empresa para te financiar e apoiar, você simplesmente não pode concorrer. [Barack] Obama ganhou de [John] McCain, principalmente porque as instituições financeiras achavam ele melhor, então despejaram dinheiro em sua campanha mais do que em McCain. E se você verificar o financiamento e as pesquisas, você ve que a publicidade, ect, de fato levou ele ao topo.

E isso é verdade. As eleições são basicamente COMPRADAS.

O Congresso, por exemplo, tem baixa aprovaçao entre a população, e é dos adolescêntes, às vezes. No entanto, a esmagadora maioria dos incumbentes ganha. O que é que isso diz? Diz que as pessoas estão votando em candidatos que não gostam, porque eles não têm escolha. Estes são defeitos fundamentais do sistema democrático. É um enorme "deficit democrático", como isso é chamado. Há uma divisão muito clara entre política pública e as atitudes públicas em uma série de questões importantes.

De fato, ambos os partidos políticos estão bem à direita da população sobre um grande número de questões críticas e a população sente que não pode fazer nada sobre isso. Assim, por exemplo, nas últimas sondagens que vi sobre isso, cerca de oitenta a população disse que o governo não trabalha para o povo, que trabalha para um pequeno número de grandes interesses olhando para si próprios. Bem, isso é de oitenta por cento da população, mas se eles tivessem feito outra pergunta - (eles nao fizeram) -, do tipo o que você vai fazer sobre isso? As pessoas provavelmente teriam dito: bem, eu não posso fazer nada. Não há nenhuma maneira de fazer alguma coisa sobre o facto de o governo esta nos bolsos dos ricos e de alguns grandes interesses - interesses empresariais em primeiro lugar.

Esse sentimento de desamparo, impotência, tudo é executado por outro alguém; não posso fazer nada sobre isso. Isso reflete um deficit democrático. Tratam-se de enormes problemas com o funcionamento do sistema democrático. Há algo semelhante na maioria dos lugares. Mas, entre as democracias industriais, nos Estados Unidos é bastante extrema essa questao."

Gravado em: 18 ago 2009

quarta-feira, 5 de maio de 2010

A Guerra contra a Democracia

video http://www.youtube.com/user/viniciusit#p/a/u/3/CzdSiTEn27I




"The War on Democracy" é um filme humano, inteligente e essencial. O premiado jornalista John Pilger mostra a cruel realidade planejada pelos EUA para quase todos os países latino-americanos. Golpes, assassinatos, grupos de extermínio, torturas, genocídios - financiados e treinados pela CIA, acompanhados por uma cobertura quase sempre desonesta da mídia local - transformaram esses países no que eles são hoje: Desigualdade, miséria, desinformação e fornecedor de produtos primários. Certos documentos apresentados pelo filme revelam a realidade que a mídia esconde até os dias de hoje.

Mas o documentário não é só amargura e mostra numa mensagem de otimismo de que o povo pode sair às ruas e conseguir o que lhe é de direito. Isso é bem ilustrado em dois ótimos exemplos na América do Sul: Venezuela e Bolívia, que ao contrário do que diz quase todos os nossos meios televisivos e impressos - se transformaram em símbolos da luta popular pela democracia. Esse documentário é essencial para quem quer saber da recente história latino-americana e para se situar no tempo atual. Liberte-se!

terça-feira, 4 de maio de 2010

STF garante impunidade de torturadores

fonte: http://www.socialismo.org.br/portal/seguranca-pessoal-e-direitos-humanos/178-entrevista/1481-qesperamos-que-o-stf-acolha-a-acao-sem-receio-das-pressoes-militaresq-

TorturaSTF decidiu por 7 a 2 que a justiça não poderá atingir agentes do Estado que praticaram torturas durante o regime militar

O Supremo Tribunal Federal (STF) considerou, por sete votos a dois, improcedente a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 153 contra a Lei da Anistia e a interpretação de que o perdão se estende aos que tenham cometidos crimes comuns como sequestro, tortura, estupro e homicídio contra presos políticos da época da ditadura militar (1964-1985).

Os ministros Cezar Peluso, presidente da Corte, Celso de Mello, Marco Aurélio Mello, Ellen Gracie, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes acompanharam o voto do relator, ministro Eros Grau, pela manutenção da Lei de Anistia.

Os ministros Ricardo Lewandowski e Carlos Ayres Britto votaram a favor da ação da OAB. O vot de Lewandowski orientava os juízes a analisar caso a caso ao aplicar a Lei de Anistia, separando o que é crime comum e o que é crime político: ."Eu estou dizendo, segundo o que eu entendo, que esse automatismo (na aplicação da Lei da Anistia) não existe".

Por causa do desaparecimento de presos políticos da Guerrilha do Araguaia e da impunidade de eventuais responsáveis, o Brasil é réu na Corte Interamericana de Direitos Humanos, ligada à Organização dos Estados Americanos (OEA).

A ONU criticou a decisão do STF. A principal autoridade para direitos humanos da entidade, a sul-africana Navi Pillay, pediu o fim da impunidade no Brasil. "Essa decisão é muito ruim. Não queremos impunidade e sempre lutaremos contra leis que proíbem investigações e punições", disse a alta comissária da ONU para direitos humanos.

 


Juiz Luís Fernando Camargo de  Barros Vidal
Juiz Luís Fernando Camargo de Barros Vidal
"Esperamos que o STF acolha a ação sem receio das pressões militares"

Tatiana Merlino

STF irá julgar amanhã ação que reivindica que a Lei de Anistia não se estenda a crimes praticados pelos agentes da ditadura civil militar

Nesta quarta-feira, 28, em Brasília, será tomada uma importante decisão para o futuro da democracia no país. O Supremo Tribunal Federal (STF) irá julgar a ADPF-153, que reivindica que o STF interprete que a Lei de Anistia, de 1979, não se estende aos crimes de tortura, assassinato e desaparecimento praticados pelos agentes da ditadura civil-militar (1964-1985). A Caros Amigos conversou com Luís Fernando Camargo de Barros Vidal, presidente da Associação Juízes Para a Democracia (AJD), uma das entidades que encabeça o "Comitê contra a Anistia aos Torturadores", formado por defensores de direitos humanos. "Esperamos que o Supremo acolha a ação, que é o único resultado possível num estado de direito cuja opinião pública seja fruto de reflexão madura e bem informada", disse Vidal. Para ele, "a possibilidade de julgamento dos criminosos da ditadura militar é um elemento necessário para o encerramento de um ciclo de nossa história desde a perspectiva do estado de direito e da legitimidade democrática".

Caros Amigos- Quais são suas expectativas em relação ao julgamento da ADPF 153, que será realizado amanhã, no STF? Qual deve ser a interpretação do Supremo?

Luís Fernando Camargo de Barros Vidal- Esperamos que o Supremo acolha a ação, que é o único resultado possível num estado de direito cuja opinião pública seja fruto de reflexão madura e bem informada. Mas esperamos, sobretudo, que o Tribunal decida sem receio e temor das pressões de setores militares, cuja sombra vem sendo exercida sistematicamente pela presença ostensiva do Ministro Nelson Jobim, que desde o ano passado deu para ameaçar a nação criando crises inexistentes, como revelou sua atitude de reação ao terceiro plano de direitos humanos.

Qual é a importância dessa ação?

A ação tem uma enorme importância política. A possibilidade de julgamento dos criminosos da ditadura militar é um elemento necessário para o encerramento de um ciclo de nossa história desde a perspectiva do estado de direito e da legitimidade democrática, superando-se a condução do processo pelos próprio ditadores. Vemos também um importância extraordinária na recusa da tortura e na comunicação de valores às futuras gerações.

Caso o STF interprete que a Lei de Anistia não pode ser estendida aos agentes do Estado que cometeram crimes de tortura, assassinato e desaparecimento, quais serão os próximos passos para que se julgue os responsáveis por tais crimes?

Neste caso, o efeito da decisão é remover o obstáculo da interpretação jurídica que ao afirmar o perdão, impede as investigações e processos judiciais. Haverá, em seguida, toda a movimentação de investigação, que implicará em enormes dificuldades inerentes à ineficiência e comprometimento do sistema de investigação e apuração como um todo. Haverá, ainda, uma grande discussão jurídica sobre a prescrição penal, que é uma outra e não necessária história.

E se o STF interpretar que o a Lei de 79 anistiou os crimes cometidos pelos agentes do Estado, há outros instrumentos jurídicos que possam ser utilizados? E caso o STF faça essa interpretação, como o Brasil ficará diante da comunidade internacional, visto que é signatário de tratados e pactos internacionais? É possível que o país sofra sanções internacionais por não punir os torturadores da ditadura?

Por mais que se tenha respeito à autoridade do STF, não é de se omitir que o julgamento de improcedência será frustrante e responsável pelo aniquilamento da nossa já combalida auto-estima cidadã. Nossos irmãos chilenos, argentinos e por aí afora tem boas razões para estranhar a nossa fragilidade institucional. Mas existe o recurso dos tratados internacionais e do acesso às cortes internacionais de direitos humanos, que certamente serão acionadas, como aliás já foram no caso do Araguaia. Não vemos como fugir a uma condenação no seio da Corte Interamericana, o que implica em sanções.

Como avalia o parecer da Advocacia Geral da União em relação à ADPF?

A leitura do parecer é frustrante. Seu conteúdo é conflitante com a diretriz constitucional de que ao Ministério Público cabe defender a ordem jurídica e o regime democrático. Não se trata de condenar o parecer contrário, mas sim de condenar o parecer superficial e simplificador de uma realidade histórica complexa, sintentizada na ideia de um acordo possível que inexistiu. Parece que nosso estimado e querido Procurador-Geral se esqueceu das palavras do General Figueiredo na cerimônia da assinatura da Lei da Anistia, quando ele ainda insistiu nos ideais da "revolução de 64". Parece que ele se esqueceu que anos anos depois, a emenda Dante de Oliveira foi votada debaixo do coturno do General Newton Cruz e sob declaração de estado de emergência. É uma covardia achar que alguém negociou com os militares, e este é o tom do parecer.

27/04/2010

segunda-feira, 12 de abril de 2010

SINDROME DO LULA INFECTA PAPA: sobre PEDOFILIA Ratzinger nunca sabe nada, nunca fez nada.... ou seja é um "Santo homem"!!!

http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1563613-5602,00.html


Carta de 1985 mostra que futuro papa resistiu a afastar padre suspeito de abuso

Então cardeal, Bento XVI alegou 'preocupação com o bem da igreja"'.
Vaticano confirmou assinatura do papa, mas não comentou conteúdo.

(da Associated Press)


Foto: AP

Foto de 9 de abril mostra detalhe de carta de 1985 obtida pela Associated Press e assinada pelo então cardeal Joseph Ratzinger, futuro papa. Ele era então chefe da Congregação para a Doutrina da Fé do Vaticano. (Foto: AP)

Foto: AP

No documento, o futuro papa mostra-se resistente a afastar o padre Stephen Kieste, da diocese de Oakland, na Califórnia. (Foto: AP)

AP/AP

Kiesle era acusado de abuso sexual contra crianças. Na carta, Ratzinger cita como motivo para não afastar o padre a preocupação com 'o bem da igreja universal'. (Foto: AP)

Foto: AP

O Vaticano confirmou que a assinatura no documento é a de Ratzinger, mas negou-se a comentar o conteúdo da carta. (Foto: AP)

quarta-feira, 7 de abril de 2010

TIRANIA AMERICANA

Olhe esses videos e encaminhe o email a seus contatos.
Guarda questi video e invia la mail ai tuoi amici.
Look this videos and share with your friends.
Mira a esos videos y envialos a tus contactos.


http://www.youtube.com/user/viniciusit?feature=mhw5#p/a/u/1/-FEtMvLtd6o

http://www.youtube.com/user/viniciusit?feature=mhw5#p/a/u/0/u2gmn3Lj-NE

http://www.youtube.com/watch?v=5rXPrfnU3G0&feature=player_embedded

terça-feira, 6 de abril de 2010

Americanos matam crianças e jornalistas da Reuters no Iraque - VERGONHA

VIDEO




VERGONHA.... VERGONHA.... GOVERNO AMERICANO BANDIDO.

Vem a pergunta: Mas nao seriam os americanos os verdadeiros terroristas? Começaram uma guerra com mentiras e ainda massacram os civis inocentes? Pro inferno esse governo americano que faz guerras injustas ha 50 anos para alimentar com lucros seu complexo industrial-militar.

O site Wikileaks publicou um vídeo do Pentágono, que documenta o massacre de 12 civis feitas, 12 de julho de 2007, pela tripulação de um helicóptero Apache americano. Teatro da carnificina um subúrbio do sudeste de Bagdá. Confundidos com os lançadores de foguetes, a tripulação do helicoptero abriu fogo. Entre as vítimas o proprio repórter Namir Noor Eldeen, Said Chmag seu motorista e duas crianças.

Nas imagens vemos a primeira salva de tiros em um grupo de civis que estavam andando na rua, depois outros tiros contra o motorista de uma van que parou para assistir alguns dos feridos.

Após o primeiro ataque um dos militares americanos diz: "Olhe para aqueles bastardos mortos."

Nao tenho mais o que escrever!!!!


sábado, 3 de abril de 2010

SALETE LEMOS CRITICA A POLITICA CRIMINAL DOS BANCOS E é DEMITIDA PELA TV CULTURA

Vai ficar sò olhando? Vai continuar sendo roubado por esse sistema criminal legalizado chamado Estado? Vai ficar do lado de Barrabas?



Texto do site:
http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3D38755%26Editoria%3D8%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D29920350625%26fnt%3Dfntnl


Salete Lemos critica Paulo Markun


"Paulo Markun não tem interesse no bom jornalismo". Salete Lemos deixou a TV Cultura em julho passado e se isolou, segundo a própria, por um curto tempo, chateada com a demissão – o anúncio de sua saída da emissora deu-se durante as férias da jornalista. A apresentadora e âncora conta que sua saída aconteceu ao mesmo tempo em que a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) a procurou para pedir uma retratação a um comentário que ela fez no Jornal da Cultura sobre os bancos (assista ao vídeo no pé da matéria).

"A Febraban me procurou. Perguntei se passei alguma informação improcedente. Não ia me retratar já que elas procedem", disse ao Comunique-se.

Salete apresentou uma matéria sobre o Plano Bresser e acusou os bancos de enriquecimento ilícito e de sonegar extratos.

Independência editorial
A jornalista credita sua demissão a uma possível pressão da Febraban – ela mencionou o Bradesco como patrocinador do Jornal da Cultura, mas o departamento de comunicação da emissora informou que o patrocínio vem do Banco Real.

"Não sei o que a elite e o poder esperam dos jornalistas. Ou todos os jornais estão vendidos ou não sei o que está se passando. Não há qualidade, nada que dê respaldo a crítica. Está complicado trabalhar. A independência editorial que eu aprendi a fazer com o Boris [Casoy] por 12 anos, a crítica, a conscientização, nada disso é feito. Estou perdida no mercado. Preciso ir para a Argentina", disse, lembrando também de sua saída da Record com Casoy em dezembro de 2005 – críticas do jornalista ao governo Lula teriam colaborado para sua demissão da Record.

À procura de trabalho
Até o momento não apareceu nenhuma proposta de trabalho para Salete. Mas ela colaborou com o último programa da Hebe, no SBT, ao responder perguntas do público sobre decisões do governo que afetam o bolso dos consumidores. "Da primeira vez que fui ao programa, Hebe disse por três vezes que vou trabalhar com ela. Três dias depois a produção dela me ligou convidando para fazer essa participação. Recebi um cachê, mas não tenho nada assinado com o SBT. Mas sempre que ela me chamar, estarei lá".

Críticas a Markun
Quando apresentava o Jornal da Cultura, a estrutura era reduzida. Eram cinco editores produzindo o conteúdo do telejornal. "O jornal dava três pontos no Ibope. Nunca nos deixamos abater pela pouca estrutura da emissora".

Ela critica Paulo Markun, presidente da Fundação Padre Anchieta, dizendo que não entende a gestão do colega de trabalho. "Ele mudou tudo, demitiu todos os jornalistas da rádio, outros da TV. Hoje o Jornal da Cultura está totalmente descaracterizado".

Markun, no lançamento do DocTV Iberoamérica, comentou que o jornalismo da emissora passa por uma reformulação para aumentar o espaço para análises e debate, "e a Salete foi dispensada dentro deste projeto, que envolverá uma série de modificações. Nem li essa notícia". Questionado se o projeto envolve mais demissões, o jornalista respondeu com um "Não sei".

Febraban e TV Cultura
O superintendente de comunicação da Febraban, William Salasar, confirma que procurou Salete pedindo que se retratasse. Ele nega qualquer pressão na TV Cultura pedindo a demissão da apresentadora. "Ela falou de apropriação indébita, fez calúnias. No caso do Plano Bresser, a questão nem foi julgada e ela já condenou os bancos, o que não é jornalisticamente correto", respondeu.

Salasar conta que Salete concordou em incluir na pauta uma entrevista com um porta-voz da Febraban quando voltasse de férias, o que não aconteceu. "Ficamos sem matéria", lamenta.

"A rescisão de contrato da Fundação Padre Anchieta com Salete Lemos não teve relação com nenhum comentário que a jornalista tenha feito na apresentação do Jornal", limitou-se a dizer a Comunicação da Cultura.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

A GUERRA FEITA FACIL

Narrado pelo ator Sean Penn, o filme mostra como a imprensa americana e do governo estadunidense utilizaram a mentira e as mensagens belicistas para justificar uma guerra após a outra durante os últimos 50 anos.

Distorções nos noticiários, mensagens pró-guerra levaram os EUA a ser o país com mais poder bélico sozinho que todas as outras noções juntas, consolidando seu status de Império.

Imagens reveladoras que mostram a maneira sórdida que vários presidentes enganaram seu povo através da mídia corporativa.

Nao esquecendo que guerra é e sempre foi lucro. E esse lucro produz bem-estar para a populaçao americana, pois produz renda, empregos, ecc... ou seja, produz de certa forma consenso politico.

Mostra ainda como foi possivel fazer uma guerra contra o Iraque baseando-se em MENTIRAS!!! e dossier falsos.

Guerra que, segundo a organizaçao www.justforeignpolicy.org, ja causou a morte de:

Just Foreign Policy - de mortos iraquianos produziu nada menos que


TORTURA NO BRASIL...









Depois a classe media, ignorante como uma mesa, nao sabe por que esses garotos e homens nao dao mais valor pela vida dos outros. Quem sabe colocando-se no lugar deles veriam o mundo de forma diferente. Quem sabe estudando um pouco de historia ou procurando ter bom senso veriam que grande parte do nosso povo é descendente de negros trazidos para o Brasil com a força e com a tortura. E depois, com a publicitaria mas ineficaz aboliçao da escravidao, eles se tornaram ainda mais desprotegidos, pois foram simplesmente abandonados sem um minimo de auxilio ou formaçao. E o resultado dessa politica burguesa e elitista nòs temos que enfrentar todos os dias nas ruas, com o medo da micro-criminalidade que com certeza complessivamente faz muito menos danos que a criminalidade do colarinho branco (politica) sobre o qual ninguém fala, que raramente é punida e que leva a populaçao à miséria.

Seria até de acordo com a tortura se fosse utilizada com o papa (que esconde dinheiro da mafia na banca Vaticana - livro Vaticano SPA - e nao permete à justiça italiana de investigar a lavagem de dinheiro, que escondeu e despistou os casos de padres pedofilos e que é acusado nos EUA, mas nao é processado por que tem imunidade como chefe de estado, como Berlusconi!), ou torturar banqueiros e politicos como Arruda, ACM e tantos outros. Ou seja, com aqueles que tiveram oportunidade na vida, que puderam estudar, ter uma familia como base e proteçao, mas que mesmo assim preferem roubar a coletividade para aumentar o seu status quo. Agora a tortura contra muitos que passaram a vida virando latas de lixo para comer e catando papel e jornal para se esquentar nas noites frias é coisa de uma sociedade que ultrapassou o limite da loucura. De uma sociedade composta de individuos alienados por uma cultura criada por uma elite de pessoas, as quais Toynbee chamava de classe criativa e classe obediente.

Para combater a ignorancia sugiro ler "Rota 66" de Caco Barcellos - que com certeza nao é um comunista - ou entao antes de falar dos criminosos e condena-los sugiro que leiam o livro "O que é violencia urbana" de Régis de Morais. Cito un trecho no qual ele relata os tratamentos recebidos pelos menores da FEBEM (p. 72-74) :

"Esta é a triste e dolorosa relação das torturas e maus-tratos:
1) o pau-de-arara, em que o menor é amarrado e espancado com as mãos presas;
2) ajoelhar em grãos de milho e ficar nesta posição durante um bom tempo;
3) agressão com rodos em chuveiros;
4) violência com cassetetes de madeira camuflados com uma capa de borracha;
5) os castigos em cubículos individuais, onde a ventilação é péssima e o desespero do
menor fatalmente o leva a tentar o suicídio;
6) os espetos de varas finas que servem para espicaçar o menor em várias partes do corpo, principalmente os órgãos sexuais;
7) os choques (elétricos), em certas unidades conveniadas;
8) as drogas para acalmar os mais violentos e que paralisam as pernas evitando movimentação;
9) os espancamentos conhecidos pela terminologia "ir à missa", onde os garotos apanham nus;
10) a tática de acordar o menor de madrugada, levá-lo para uma sala isolada e aplicar-lhe surras de "aprendizado especial";
11) isolamento em "cafuas", espécie de cadeia medieval e que em algumas unidades sempre existiram em locais subterrâneos;
12) a tática dos "telefones", que consiste em dar tapas com as duas mãos sobre os ouvidos e que leva invariavelmente a problemas de surdez para o resto da vida;
13) a tática do afogamento parcial para intimidar;
14) a tática de deixar os garotos seminus e levá-los a sessões denominadas psiquiátricas; 15) dar tapas na frente dos outros, o que leva à humilhação; 16) chamar a atenção em voz alta seguido de socos e pontapés;
17) puxar cabelos e orelhas do menor que cometeu alguma infração;
18) os estupros, com aquiescência dos funcionários;
19) o uso de chicotes para agredir;
20) a tática de vendar os olhos e espancar;
21) agredir o menor e depois isolá-lo em celas onde estrategicamente são colocados vidros para que ele tente o suicídio;
22) o uso de menores para tráfico de entorpecentes, para assaltos e com resultados repartidos;
23) 'bananinha' para dar choques elétricos, de 110 a 220 volts, no interior da pessoa" (a peça "bananinha" é introduzida no ânus)."

Em outro trecho descreve o relato de um guri (p. 68):

"Com sete anos, morava em Itaquera com minha mãe, meu pai e oito irmãos. Um dia fui na venda da esquina pegar o pão. Na volta, lá em casa estava tudo cercado de polícia. Eles gritaram para minha mãe e meus irmãos saírem que iam abrir fogo. Coisa do meu pai. Minha mãe custou a sair. Os garotos foram logo pra rua chorando. A polícia abriu fogo. Acertaram a mãe correndo ensangüentada até na minha frente. Depois meu pai. Levou um monte de tiros. Morreu na hora. Me lembro que um tempo depois eu estava indo pra Bahia com uns parentes meus, num trem grande, cheio de gente. Aí um cara olhou pra mim e perguntou por que eu estava chorando."

SE VE QUE é HORA DE PERGUNTARMOS PRIMEIRO A NòS MESMOS POR QUE ESTAO ROUBANDO/CHORANDO AO INVéS DE USAR A SOLUçAO MAIS FACIL E HIPOCRITA QUE é SIMPLESMENTE ACUSAR!!!



quinta-feira, 25 de março de 2010

O QUE FAZ A IGREJA FRENTE AOS PADRES PEDOFILOS

VIdeo do programa "Le Iene" que mostra come é tratado o assunto ao interno da igreja. Um comportamento muito pareceido com o da mafia: OMERTà. Vige a lei do silencio.

Cada um com suas conclusoes...



A DUPLA MORAL DE PAPA RATZINGER SOBRE A PEDOFILIA...


ESTADOS UNIDOS, NYTimes:
quando era cardeal, o papa escondeu o caso de um padre que molestou mais de 200 crianças
(http://it.peacereporter.net/articolo/20968/Usa,+NyTimes:+quand%27era+cardinale,+il+Papa+occult%F2+il+caso+di+un+prete+che+molest%F2+oltre+200+bambini)


TEXTO ABAIXO DO SITE
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/03/19/psiquiatra-de-padre-pedofilo-afirma-que-alertou-igreja-sobre-trabalho-do-religioso-com-criancas-916116117.asp

Psiquiatra de padre pedófilo afirma que alertou Igreja sobre trabalho do religioso com crianças (SURDAS!!)


A arquidiocese alemã dirigida pelo então cardeal Joseph Ratzinger nos anos 1980 ignorou repetidos alertas de um psiquiatra responsável por tratar de um padre acusado de abusar sexualmente de meninos, informa reportagem desta sexta-feira do jornal "New York Times". Segundo o doutor Werner Huth, ele avisou a Igreja que o reverendo Peter Hullermann não deveria ser mantido em trabalhos com crianças. Sob autorização do futuro Papa Bento XVI, o padre havia sido transferido para Munique para passar por tratamento psicológico.
"Eu disse pelo amor de Deus, ele precisa desesperadamente ser mantido longe de trabalhos com crianças" disse o psiquiatra ao jornal. "Eu fiquei muito triste com toda essa história".

O padre fora condenado por abuso e, depois de ser transferido, voltou a trabalhar com crianças e abusou de um menor. O Vaticano nega que Ratzinger estivesse a par do caso. O doutor Huth, afirma, no entanto, que fez alertas por escrito antes de o cardeal ser transferido para o Vaticano, em 1982.

Diversos casos de pedofilia dentro da Igreja vem sendo denunciados nos últimos meses na Europa. Em novembro do ano passado, relatório divulgado pelo governo irlandês em afirma que a Igreja foi conivente com casos de padres que abusaram sexualmente de menores entre 1975 e 2004. A denúncia levou o Papa a escrever uma carta aos irlandeses. Mais recentemente, mais de cem casos semelhantes foram denunciados na Alemanha.


Comportamento da Igreja Catolica frente a pedofilia dos padres





segunda-feira, 8 de março de 2010

Participe da Votação sobre o Projeto de Lei que Prevê o Fim das Taxas de Telefone

Texto do site http://www.radarcultura.com.br/node/26509
Per verificaçao, pode ser consultado o site da OAB/SC (ordem advogados do Brasil)
http://www.oab-sc.org.br/subsecoes/imbituba/noticia_002.pdf
ou o site da Camara
http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=34235


O Deputado Marcelo Teixeira é autor do Projeto de Lei n°5476/01 que prevê o cancelamento da Taxa Telefonica de R$48,70 (residencial) e R$56,08 (comercial).

O projeto não está sendo divulgado, está apenas no site (http://www2.camara.gov.br/) Há uma VOTAÇÃO, onde todos nós podemos participar apenas manifestando se é contra ou a favor do Cancelamento da Taxa Telefonica.

Para participar é so ligar para o telefone da Câmara dos Deputados Federais:0800 619619 e digitar 1 para falar com a atendente. Funciona de Segunda a Sexta das 8hs as 20hs. Diga apenas que você quer participar da votação para o Cancelamento da Taxa Telefonica.

Não demora nem dois minutos e não é necessário passar nenhuma informação de documentos. Se entrarem no site http://www2.camara.gov.br/ vão encontrar o n° para contato (0800 619619) e no "buscador" procure pelo projeto n° 5476/01 Se puderem repassar essa informação para outras pessoas será, quem sabe, uma oportunidade de participar de alguma decisão política a nosso favor.

sexta-feira, 5 de março de 2010

EUA e suas torturas na prisao de Abu Ghraib (Iraque)



YOUTUBE ME CENSUROU E TIROU O VIDEO!!! (depois google critica a China!)

MAS O ORIGINAL è DISPONIVEL EM : http://www.wired.com/science/discover... e o mérito vai a Philip Zimbardo.


As torturas americanas na prisao de Abu ghraib.
E quem disse que os estados totalitarios acabaram? Com as palavras, os Estados Unidos tanto defendem a liberdade e a justiça. Mas e com os fatos? Ou seja, com aquilo que realmente conta...? Cada um tire suas conclusoes.

Sò lembrando que a guerra é industria; industria é emprego; emprego é dinheiro no bolso e dinheiro no bolso é bem-estar ao povo americano e ainda mais aos donos da america!

Quantas guerras foram colocadas em pratica pelos EUA no ultimo século? Quantas delas foram construidas de forma escandalosamente mentirosa pelos meios de comunicaçao ditos "independentes" ou eram realmente necessarias (se é que tem alguma verdadeira)...?

Se alguém fizer atençao aos comentaristas de guerra das redes americanas (CNN, CBS, FOX, ecc..) verà que se tratam em muitos, muitos casos, de oficiais do exército; obviamente!!! (Denuncia da organizaçao Democracy Now)

Quem quiser sair desse mundo de ilusao criado pelos "mass media" e saber mais sobre a politica esterna americana, leia os livros de Noam Chomsky, professor do conceituadissimo MIT (Massachusetts Institute of Technology ) ou de Howard Zinn.

Mas prima de ler-los, pense bem.... pois serà uma viagem sem retorno por que nos deparamos com fatos que nao sao bem como esperamos e como nos vem sendo contado por decadas, ou seja, nao vemos nos fatos mundiais o final feliz que somos acostumados a ver desde criança nos contos de fadas de Walt Disney.

Como diz GUIOMAR DE GRAMMONT:

"Ler deveria ser proibido. Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social....
...
Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação...
...
É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metrôs, ou no silêncio da alcova...

Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um.

Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos.

Para obedecer não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.

Além disso, a leitura promove a comunicação de dores, alegrias, tantos outros sentimentos... A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do Outro. Sim, a leitura devia ser proibida.

LER PODE TORNAR O HOMEM PERIGOSAMENTE HUMANO".

Boa leitura e, caso estejam acordando para o mundo verdadeiro somente agora, um bom dia.

Se alguém cre no inferno... lembre-se que se existe ele é aqui, feito pelos homens!!!! Bem-vindos ao verdadeiro inferno, a Terra!

PS. NOSSA INDIFERENçA NOS TORNA CUMPLICES....