RECEBA AS ATUALIZAçOES POR EMAIL

Insira seu email:

(o email para confirmar a ativaçao pode cair na sua caixa de spam. Verifiche-a.)

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

CUSTO HUMANO DA INVASAO AMERICANA AO IRAQUE (BASEADA EM MENTIRAS!)


NUMERO IRAQUIANOS MORTOS DEPOIS DA INVASAO DOS ESTADOS UNIDOS AO PAIS: ESTAMOS PERTO DE UM MILHAO E MEIO DE PESSOAS 
(MAIS QUE TODOS OS HABITANTES DE PORTO ALEGRE)

Just Foreign Policy - Iraquianos Mortos Devido a Invasao Americana

O número é chocante e decepcionante. É pelo menos 10 vezes maior do que a maioria das estimativas citadas pela mídia dos EUA, mas é baseado em um estudo científico de mortes violentas no Iraque provocada pela invasão liderada pelos EUA em março de 2003.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Relatorio da Anestia Internacional sobre as violaçoes dos Direitos Humanos nos Estados Unidos


 Como pode um pais que nao respeita as leis fundamentais do direito dentro de casa querer "exportar democracia"? Um pais onde um presidente (Obama) cobre os crimes de outro presidente (G.W. Bush)!!!
Fonte: Relatorio "O Estado dos Direitos Humanos no Mundo" da Anistia Internacional de 2011, paginas 137-140.
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

Chefe de Estado e de governo:                             Barack H. Obama
Pena de morte:                                                      retencionista
População:                                                            317,6 milhões
Expectativa de vida:                                             79,6 anos
Mortalidade de crianças até 5 anos (m/f):            7/8 por mil

Quarenta e seis pessoas foram executadas durante o ano. Prosseguiram as denúncias sobre o uso de força excessiva e sobre as condições cruéis das prisões. Dezenas de indivíduos permaneceram sob detenção militar em Guantánamo, por tempo indeterminado, enquanto a promessa do Presidente Obama de fechar essa unidade dentro de um ano não se concretizava. Diversos processos tramitaram de acordo com os procedimentos das comissões militares. O único detento de Guatánamo que, até o momento, foi transferido para o território continental dos EUA a fim de ser processado em um tribunal federal, foi julgado e condenado. Centenas de pessoas permaneceram detidas sob custódia dos Estados Unidos na unidade prisional que o país mantém na base aérea de Bagram, no Afeganistão. As autoridades dos EUA impediram as iniciativas que buscavam assegurar prestação de contas e reparações por crimes contra o direito internacional cometidos quando o país submeteu pessoas a detenções secretas e a um programa de transferências extrajudiciais (renditions).

Escrutínio internacional
 
Em novembro, a situação dos direitos humanos nos Estados Unidos foi avaliada de acordo com a Revisão Periódica Universal da ONU. A delegação estadunidense afirmou que o país conduziria “um exame cuidadoso, interinstitucional sobre as 228 recomendações” resultantes do processo, e que uma resposta formal seria apresentada em março de 2011.

Detenções em Guantánamo
 
Em 22 de janeiro, quando o prazo de um ano estipulado pelo Presidente Obama para o fechamento da unidade de detenção da base de Guantánamo se esgotou, 198 detentos, a metade dos quais cidadãos iemenitas, continuavam sendo mantidos no local. No fim do ano, 174 indivíduos permaneciam detidos na base estadunidense. Entre eles, três que haviam sido condenados pelo sistema de comissões militares, o qual não cumpria as normas internacionais para julgamentos justos.
No dia 5 de janeiro, a Casa Branca comunicou a decisão de suspender a transferência de cidadãos iemenitas para o Iêmen. O anúncio foi feito duas semanas depois de uma tentativa de explodir um avião comercial com destino a Detroit. Os suspeitos teriam ligações com militantes do Iêmen. A suspensão vigorou durante todo o ano.
Em 22 de janeiro, a Força Tarefa para Exame de Guantánamo divulgou seu relatório final de revisão interinstitucional dos processos de 240 detentos de Guantánamo, conforme determinação de uma ordem executiva do Presidente Obama, de 22 de janeiro de 2009.
A força tarefa concluiu que 48 detentos não podiam ser processados nem tampouco libertados pelos EUA. O grupo revelou, ainda, que 36 detentos haviam sido encaminhados a um possível processo – seja por tribunal federal ou por comissão militar – e aprovou a transferência ou a libertação de 126 detentos “sujeita às medidas de segurança apropriadas”. Entre os 126, havia 29 cidadãos do Iêmen. Outros 30 iemenitas tiveram aprovada sua detenção “condicional”, designação que significa que eles não poderiam ser libertados de Guantánamo a menos que a “situação de segurança no Iêmen melhore”, que “um programa de reabilitação adequado esteja disponível” ou que venha a “surgir uma alternativa adequada de recolocação em um terceiro país”.

Julgamentos dos detentos de Guantánamo
 
Em abril, o Pentágono divulgou as regras que norteiam os procedimentos das comissões militares. O novo manual confirmou que o atual governo dos EUA, assim como o anterior, se reservou o direito de continuar detendo indivíduos por tempo indeterminado mesmo que eles tenham sido absolvidos pelas comissões militares. Durante o ano, dois detentos de Guantánamo foram condenados por comissão militar, elevando para cinco o número de indivíduos condenados desse modo desde 2001, três dos quais admitiram culpa. Em julho, o cidadão sudanês Ibrahim al-Qosi se declarou culpado de acusações relacionadas a terrorismo, sendo sentenciado, no mês seguinte, a 14 anos de prisão. Em outubro, o cidadão canadense Omar Khadr, que tinha 15 anos quando foi detido pelos militares estadunidenses no Afeganistão em julho de 2002, admitiu ser culpado de cinco acusações de “crimes de guerra”. Ele foi sentenciado a 40 anos de prisão pelo “juri” de uma comissão militar. Porém, conforme um acordo de reconhecimento de culpa estabelecido no julgamento, essa pena foi reduzida para oito anos. As autoridades canadenses e estadunidenses concordaram em apoiar sua transferência para o Canadá depois que ele cumprir um ano de pena sob custódia dos EUA.
Cinco detentos de Guantánamo acusados de envolvimento nos ataques de 11 de setembro de 2001 – Khalid Sheikh Mohammed, Walid bin Attash, Ramzi bin al-Shibh, Ali Abd al-Aziz e Mustafa al Hawsawi – permaneciam em Guantánamo no fim do ano, 13 meses e meio após o secretário de Justiça dos EUA, Eric Holder, anunciar que os cinco seriam transferidos para um tribunal federal de Nova York a fim de serem processados. Os cinco haviam sido mantidos incomunicáveis por até quatro anos, sob custódia secreta dos EUA, antes de serem transferidos para Guantánamo em 2006. Em 2008, eles tomaram conhecimento das acusações pelas quais seriam julgados nas comissões militares.
No final do ano, apenas um dos detentos de Guantánamo havia sido transferido ao território continental dos EUA a fim de ser processado num tribunal federal. Em novembro, o cidadão tanzaniano Ahmed Ghailani, que fora transferido de Guantánamo em 2009, foi condenado por um Tribunal Distrital de Nova York por sua participação nos atentados contra duas embaixadas dos EUA no leste da África em 1998. Em maio e julho, antes do julgamento, o juiz já havia recusado as moções da defesa para suspender o indiciamento de Ahmed Ghailani. A defesa argumentava que ele havia sido torturado em custódia secreta da CIA antes de ser transferido para Guantánamo em 2006 e que ele não teve direito a um julgamento célere nos cinco anos que ficou sob custódia da CIA ou dos militares antes e ser transferido para Nova York. Sua sentença era aguardada para janeiro de 2011.
 
Detenções dos EUA no Afeganistão
 
Centenas de indivíduos se encontravam detidos no Centro de Detenção de Parwan (CDP), recém construído pelos EUA na base aérea de Bagram, no Afeganistão. Em 2009, o CDP substituiu a antiga unidade de detenção de Bagram. Em setembro, o Centro abrigava 900 detentos. Na sua maioria, eram cidadãos afegãos capturados pelas forças da coalizão no sul e no leste do Afeganistão. As autoridades estadunidenses afirmaram que o controle do CDP seria, posteriormente, transferido às autoridades afegãs “para o encarceramento de réus ou condenados em ações criminais” e que “operações de transição” teriam início em janeiro de 2011. O ritmo da transição, conforme declarou o Pentágono em outubro, dependeria, entre outros fatores, das “condições operacionais”, da capacidade do sistema judicial do Afeganistão e do fato de o governo afegão estar “plenamente treinado e equipado para o desempenho de suas responsabilidades de conduzir os processos judiciais e prisionais de acordo com suas obrigações internacionais e com o Direito afegão”. 
Nos Estados Unidos, prosseguiram os litígios sobre se os detentos mantidos em Bagram deveriam ter acesso aos tribunais dos EUA para que pudessem contestar a legalidade de sua detenção. Em maio, a Corte de Apelações dos EUA revogou uma decisão de 2009, tomada pelo juiz de um Tribunal Distrital, de que três detentos de Bagram – que não eram cidadãos afegãos e que se encontravam detidos fora do Afeganistão – poderiam entrar com petições de habeas corpus na sua jurisdição. Uma vez que, em julho de 2010, a Corte de Apelações se recusou a rever sua decisão, os advogados estadunidenses dos detentos retornaram ao Tribunal Distrital para levar adiante o litígio, que prosseguia no final do ano.
Em junho, a Anistia Internacional e outras organizações escreveram ao secretário de Defesa dos EUA manifestando preocupação sobre denúncias de que os detentos mantidos em uma unidade de triagem na base aérea de Bagram haviam sido submetidos a tortura ou a outros maus-tratos, que incluíam, entre outras coisas, isolamento prolongado, privação de sono e exposição a temperaturas extremas.

Impunidade
 
Anda não houve prestação de contas nem reparações para as violações de direitos humanos ocorridas durante o governo de George W. Bush. Essas violações foram cometidas no âmbito do programa estadunidense de detenções secretas e transferências extrajudiciais, ou renditions (quando a custódia de um indivíduo é transferida de um Estado para outro sem passar pelos devidos processos judiciais e administrativos), e incluem crimes de direito internacional tais como tortura e desaparecimentos forçados.
Em suas memórias, publicadas em novembro, assim como numa entrevista anterior à publicação, o ex-presidente Bush admitiu ter pessoalmente autorizado “técnicas intensificadas de interrogatório” para serem usadas pela CIA contra detentos mantidos em custódia secreta. Um dos métodos que ele afirmou ter autorizado foi o “waterboarding”, uma forma de tortura em que se inicia o processo de afogamento do detento.
No dia 9 de novembro, sem fornecer maiores explicações, o Departamento de Justiça dos EUA anunciou que ninguém seria objeto de ação penal com relação à destruição pela CIA, em 2005, das fitas de vídeo em que estavam gravados os interrogatórios de dois detentos (Abu Zubaydah e Abd al-Nashiri) mantidos sob custódia secreta em 2002.
As 92 fitas continham evidências do uso de “técnicas intensificadas de interrogatório”, inclusive “waterboarding”, contra os dois detentos. Ao que parece, prosseguia no fim do ano a “revisão preliminar” ordenada pelo secretário de Justiça, Eric Holder, em agosto de 2009, sobre determinados aspectos de alguns interrogatórios de certos detentos mantidos no programa de detenções secretas.
No dia 8 de setembro, o pleno da Corte de Apelações do 9º Circuito aceitou a invocação de “privilégio de segredos de Estado”, feita pelo governo dos Estados Unidos, e concordou em indeferir a ação movida por cinco indivíduos (Binyam Mohamed, residente do Reino Unido; Abou Elkassim Britel, cidadão italiano; Ahmed Agiza, cidadão egípcio; Muhammad Faraj Ahmed Bashmilah, cidadão iemenita; e Bisher al-Rawi, cidadão iraquiano com residência permanente no Reino Unido) que afirmavam terem sido submetidos a desaparecimento forçado e a tortura ou outros tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes nas mãos de funcionários dos EUA e de agentes de outros governos, como parte do programa estadunidense de detenções secretas e transferências extrajudiciais operado pela CIA. A maioria dos seis juízes indicou a possibilidade de concessão de “benefício não-judicial” à maioria dos autores da demanda, e que uma ação nesse sentido poderia ser tomada pelo Executivo ou pelo Congresso.
Em outubro, depois que arquivos divulgados pela organização Wikileaks trouxeram à tona novas evidências sobre tortura e outros maus-tratos cometidos contra detentos em poder das forças de segurança iraquianas, houve pedidos para que os Estados Unidos investigassem até que ponto seus agentes tinham conhecimento desses atos (veja as seções sobre o Afeganistão, o Iraque e o Iêmen).

The Corporation: Relaçoes entre multinacionais (IBM COCA COLA) e o nazismo-fascismo

sábado, 26 de novembro de 2011

Egito: Sangue dos protestantes nas maos dos lìderes militares

Governantes militares do Egito deveriam imediatamente ordenar a tropa de choque de parar de usar força excessiva contra os manifestantes e deveria reduzir a sua presença nas áreas circundantes da Praça Tahrir a um nível que permita a manutenção da segurança enquanto permite liberdade de reuniao, disse hoje Human Rights Watch. A polícia de choque e oficiais militares dispararam munição real e balas de borracha contra a multidão, espancaram manifestantes e além disso usaram força excessiva nas manifestações que começaram no Cairo em 19 de novembro de 2011, de acordo com numerosos relatos de testemunhas.

2011_Egypt_protesterssidewalk
Corpos no chão depois que a polícia militar terminou com um pacífico sit-in, no domingo, 20 de novembro.

O Gabinete do Ministério Público - a autoridade judicial civil - deveria conduzir uma investigação transparente sobre a utilização de força letal e o envolvimento militar nos abusos, e o controle e comando militar sobre a à tropa de choque, Human Rights Watch disse.

"Com as eleições parlamentares a uma semana de distância, os governantes militares estão enfrentando uma grave crise de confiança por causa de sua gestão da transição", disse Sarah Leah Whitson, diretora da Human Rights Watch no Médio Oriente . "Eles ainda não aprenderam a lição mais básica da insurreição de Janeiro: que os egípcios têm e sabe que eles têm o direito de manifestação pacífica, que reprimir uma manifestação com a força bruta não pode tira-los dali."

Confrontos entre manifestantes, Forças de Segurança Central (CSF), pelotao de choque da polícia egípcia e os policiais militares se enfurece pelo quarto dia na área da praça de Tahrir praça em 22 de novembro. Demonstrações no dia anterior na cidade costeira de Ismailiya resultou na morte de três manifestantes e em um elevado número de lesões em Alexandria. O número de mortos alcançou 28 manifestantes, com mais de 1.700 feridos, disse o Ministério da Saúde. Autópsias realizadas em 22 dos corpos dos manifestantes no necrotério Zeinhom do Cairo confirmaram que tinham sidos baleados com balas reais com outros três que morreram em conseqüência de asfixia de gás lacrimogêneo, disseram os funcionários do necrotério a Human Rights Watch.

Médicos do hospital de campanha instituído pelos manifestantes na praça Tahrir e dos hospitais no centro de Cairo relataram que começaram a receber casos de manifestantes feridos com balas reais, com início às 18:00 do dia 20 de novembro. Um médico de emergência disse à Human Rights Watch que hospital Kasr Aini tinha recebido seis pessoas feridas por balas reais que morreram em conseqüência dos ferimentos. Em três casos, a bala tinha entrado no topo da cabeça da pessoa, indicando que atiraram a altura de homem, o médico disse, e outros três tinham sido baleados no tórax e abdômen. "Os seis casos chegaram à sala de emergência, mas eles já estavam morrendo, então não pudemos fazer nada por eles", disse o médico à Human Rights Watch.

No necrotério Zeinhom do Cairo, um homem disse à Human Rights Watch que ele tinha passado três dias em busca de seu único filho, 18 anos, Sayed Khaled Osman, para encontrá-lo apenas no necrotério. O relatório preliminar do médico forense que realizou a autópsia declarou que Osman tinha sido baleado na cabeça com uma bala real. Outro manifestante Shehab Ahmed Sayed, que tinha 21 anos, foi baleado no peito no domingo, 20 de novembro.

Ghada Shahbandar, uma ativista de direitos humanos, disse à Human Rights Watch que ela estava descendo na rua Kasr Aini em 19 de novembro e recem ela passou um ponto de verificação onde os oficiais das Forças de Segurança Central foram postados, ela ouviu um oficial da CSF segurando uma arma dizer aos soldados em torno dele, "Em suas cabeças, atirem na cabeça deles ", apontando para os manifestantes que estavam uns duzentos metros de distância.

Em 21 de novembro, o Ministério do Interior emitiu um comunicado dizendo que "a polícia não tem usado e não irá usar qualquer arma de fogo durante estes confrontos e uso de gás lacrimogêneo foi o máximo que era permitido durante estes confrontos." Uma investigaçãode Human Rights Watch demonstrou serem mentiras estas declarações.

"De tempos em tempos os militares tem insistido que não tem usado munição real contra manifestantes, como se isso de alguma forma não fosse responsabilidade do operado da tropa de choque sob o comando e controle militar," disse Whitson. "Neste caso, é irrelevante se a munição real veio da tropa de choque ou da polícia militar; o que é relevante é quem deu as ordens para disparar balas reais contra os manifestantes, matando 23 pessoas, e quando eles serão processados por isso."

Human Rights Watch tem falado com múltiplos observadores que afirmaram que a violência começou na manhã de 19 de novembro, quando a tropa de choque violentamente rompeu um sit-in na praça Tahrir de poucas centenas de manifestantes. Eles passaram a noite acampados depois de uma manifestação de dezenas de milhares, em protesto contra a insistência dos militares em seus privilégios super-constitucionais que colocariam sua autoridade e o orçamento deles fora da autoridade de qualquer governo civil. Nos dias seguintes, as exigências dos manifestantes passaram a focalizar-se em uma chamada para a transferência a um regime civil e a demissão do gabinete.

A notícia de que a polícia tinha se dirigido ao sit-in trouxe mais manifestantes. A polícia de choque respondeu com gás lacrimogêneo e balas de borracha para conduzir as multidões de volta, mas se eram eles mesmos empurrados para trás. A polícia manteve-se nas ruas que levam de Tahrir ao Ministério do Interior. Os manifestantes jogaram pedras e as vezes cocktails Molotov nas forças de segurança durante a discussões. Na parte da tarde, a equipe da Human Rights Watch viu policiais atirando pedras de volta nos manifestantes e disparando contra a multidão de cima de veículos blindados.

Agentes da lei têm o direito de usar a força proporcional quando estritamente necessário, mas o uso de armas de fogo só é permitido contra a ameaça iminente de morte ou ferimentos graves, e onde os meios menos extremos forem insuficientes, disse Human Rights Watch.

A polícia continuou a usar gás lacrimogêneo das ruas laterais ao redor da praça Tahrir durante as próximas 24 horas. Em 20 de novembro, às 18:00, a equipe da Human Rights Watch testemunharam centenas de policiais militares dispersando manifestantes mediante golpes, atirando para o ar e quebrando tendas. Polícia Militar derrubou uma grande faixa no meio da praça que dizia: "Queremos uma transferência de poder a um conselho presidencial." Em um período de cerca de 15 minutos, eles limparam a praça e depois se retiraram.

Em 20 de novembro, o general Said Abbas, vice-chefe do distrito Central, negou que a polícia militar tinha entrado na praça Tahrir, acrescentando: "Nós não ordenamos que o sit-in de Tahrir devesse ser desfeito." Um video daquela tarde filmado pelo jornal independente Al Masry Al Youm mostrou militares e pelotão de choque repetidamente espancando com cassetetes e varas manifestantes desarmados, com três ou quatro policiais espancando um manifestante desarmado na praça.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Americanos usaram SECRETAMENTE a bomba nuclear no Iraque em 1991?



Jornalista: Pode apresentar-se?
Brown: meu nome é Jim Brown, sou um veterano do Exército U. S. com dez anos de experiência.

J: Quando esteve no Iraque?
Fui enviado para a Arábia Saudita em apoio as tropas que deviam intervir no Iraque, eu comecei a minha atividade em 25 de setembro e deixei a 'Arábia Saudita em 16 de fevereiro. 1991.

J: O que aconteceu lá que nunca foi revelado?
Os militares dos EUA, juntamente com seus aliados lançaram uma bomba de cinco quilotons de potência na área de Basra, no Iraque.

J: Onde foi utilizada?
A bomba foi usada entre a cidade de Basra e a fronteira com o Irã.

J: Quem a lançou?
Ela foi usada pelos militares dos EUA, a arma usada é uma bomba nuclear de cinco quilotons que também é chamada de bomba nuclear a potência variável.

J: Que tipo de arma era?
A arma é essencialmente uma bomba de penetração de alta eficiência, quando cai penetra no interior do objetivo, neste caso, penetrou no solo e explodiu lá dentro. Também é usada para tornar determinadas áreas inacessíveis. Significa na prática que toda a área é irradiada com radiaçoes. É tembém uma mensagem muito eficaz se você quiser dizer a alguém para ficar longe daquele lugar. É chamada de "Bunker Booster"

A versão do veterano
de Maurizio Torrealta


Segundo a acusação do veterano Jim Brown, durante a primeira Guerra do Golfo, uma pequena bomba nuclear de 5 kilotons, teria sido detonada entre a cidade iraquiana de Basra e a fronteira com o Irã. Se assim fosse, seria a terceira bomba nuclear usada durante um conflito depois daquelas de Hiroshima e Nagasaki.

Uma bomba nuclear de cinco quilotons é uma bomba relativamente pequena, menor que a de Hiroshima que tinha 16 quilotons e que de Nakasakhi que tinha 22. Os efeitos da radioatividade, no entanto, são igualmente terríveis.

Tevemos noticia do testemunho de Jim Brown graças a Willam Thomas um jornalista canadense que trabalhou durante muito tempo com os veteranos do Exército U. S. e nos colocou em contato com ele.


JIM BROWN

J: Ele Não tens medo de falar sobre estas coisas?
Devemos entender o que é medo. Há um ponto onde você tem que dizer: chega! E quando superi essa linha não tem muita companhia perto de você, ou você faz ou não, quando eu estava no exército eu levantei a minha mão direita e eu fiz um juramento e eu disse "Isto é o que eu vou defender"


Quem é Jim Brown ?
Nascido em 1965 entra no exército aos 22, tornou-se um engenheiro mecânico na décima divisão de montanha em Fort Drum. Participa na "Desert Storm" (nome da operaçao militar americana) na Arábia Saudita desde 25 de Setembro de 1990 a 16 de fevereiro 1991, retorna por problemas familiares e começa a demonstrar estranhos disturbos. Como outros veteranos começou uma longa batalhapara que sua doença seja reconhecida. Fica doente, disse ele, por causa de uma vacina contra o antraz que lhe foi injetado em Arábia Saudita. Em 1997, é oficialmente retornado por alguns contrastes e rebaixado da engenheiro de nivel 4 a engenheiro nivel 3.. O rebaixamento não lhe permete de executar a tarefa de que é encarregado e então é congedado, mas com honra. A sua actividade na organização de veteranos do Exército EUA já foi citada pela grande media , como neste artigo de 2003 do The New York Times e ser a ouvido pelo Conselho Consultivo da Presidência dos Estados Unidos sobre as doenças dos Veteranos de Guerra do Golfo.

Retornando da Desert Storm fundou a Organização de Veteranos Gulf Watch Intelligent Networking Sistem . Jim Brown fala pela primeira vez do uso de uma pequena bomba nuclear com um pseudônimo no site do jornalista canadense William Thomas. Esta, entretanto, é a primeira entrevista televisiva di Jim Brown sobre o assunto.


J: Por que foi usada?
A melhor explicação que eu fui capaz de verificar até agora é que foi usada para enviar uma mensagem a Sadam de que eramos determinados a acabar com esta guerra e vencer o confllitto.
 J: Mas quais são as provas na sua história? Nós verificamos se no banco de dados on-line do Centro Internacional de Sismologia, na área ao redor da cidade de Basra no Iraque, tinha sido registrado um terremoto da mesma força de 5 kilotons; 5 kilotons corresponde a uma magnitude de cerca 4,2 na escala Richter.

J: Nós descobrimos que o único evento sísmico ocorrido durante os 43 dias de Desert Storm foi um evento de magnitude: 4.2 da escala Richther e foi registrado bem na área descrita por Jim Brown entre a cidade de Basra e a fronteira com o Ira.

J: é catalogado com o número 342 793, ocorrido em 27 de fevereiro de 1991, o último dia do conflito, às 13:39. O fenômeno foi registrado por nove centros de sísmica, 2 no Irã, 4 no Nepal, um no Canadá, um na Suécia e um na Noruega, os dois últimos também mediram a intensidade da explosão de aproximadamente magnitude 4, 2. Sua profundidade é colocado no primeiro nivel superficial que vai de 0 a 33 km.

J: Informações adicionais podem ser fornecidas pela análise de ondas sísmicas registradas pelas estações em diferentes países, mas, dada a grande quantidade de trabalho, pedimos às organizações internacionais que realizam o monitoramento anti-nuclear e aos centros sìsmicos nacionais envolvidos, de nos ajudar na coleta de elementos confiáveis e conclusivos para entender saber se tratado-se de uma explosão ou um terremoto.

J: Mas em que contexto histórico e político uma arma como a que nos fala o veterano poderia ter sido usada durante "Desert Storm"? Vejamos a seqüência de eventos:

- 02 de agosto de 1990 Saddam Hussein invade o Kuwait
- 16 de janeiro de 1991 o presidente George Bush anuncia ao mundo que começou a "Desert Storm" a maior operaçao de guerra depois de 1948, 28 países interveniram juntamente com os EUA.

Mas como teria reagido o mundo islâmico ?
 

Declaração de James Baker
queremos criar os fundamentos que nos colocam em posição para ter uma opção credível para o uso da força (nuclear) que é muito diferente de dizer que o presidente tenha decidido de mover-se naquela direção, nós gostaríamos que fosse um sinal muito claro - e é muito claro - e indiscutível que quando o presidente diz que não quer descartar a possibilidade. Não a descartamos como opção, mas a consideramos uma opção credível.
 

Se Sadam tivesse usado armas químicas ou biológicas, o Pentágono poderia ter respondido com armas atômicas, mas sobre o uso da energia nuclear é deixada uma voluntaria ambiguidade, tanto que o mesmo secretário de Estado James Baker, cunhou a frase "doutrina da ambigüidade calculada".

(continua... quando eu terminar a traduçao do documento original)

 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

QUEM LUCRA COM A RETORICA DA GUERRA AO TERROR?

O PODER DOS PESADELOS: Documentario BBC


O fim das ideologias! O presente das desilusoes!
Uma premoniçao de 1949 feita por Sayyed Qutb sobre a decadencia do imperialismo americano!


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Invasao Iraque: ESTADOS UNIDOS usa armas RADIOATIVAS contra a populaçao iraquiana

Uma pergunta vem espontanea: Mas quem sao realmente os terroristas? A resposta esta claramente descrita no artigo do jornal.

Fonte: Jornal "Il fatto Quotidiano"
http://www.ilfattoquotidiano.it/2011/11/20/%E2%80%9Cgli-americani-falluja-hanno-usato-solo-armi-vietate-anche-sconosciute%E2%80%9D/172000/

"Os americanos têm utilizado em Fallujah armas proibidas e desconhecidas "
 
Isto foi revelado por uma pesquisa científica: através da análise dos cabelos da população civil residente na cidade iraquiana destruída em 2004, foram encontrados vestígios de urânio enriquecido, o mesmo material usado para bombas atômicas. As Nações Unidas: "Milhares de casos de câncer infantil e defeitos congênitos".
Abortos, defeitos congênitos, disfunçao do sistema nervoso. Efeitos secundários da tragédia de Fallujah, cidade iraquiana devastada pelo bombardeio dos EUA em 2004: não só por causa do uso de armas proibidas como o fósforo branco e urânio empobrecido , mas também por causa da "urânio enriquecido. Revela uma chocante pesquisa realizada pelo professor Christopher Busby, da Universidade de Ulster (ingles), e publicado em Conflict and Health. A análise dos cabelos dos pais de muitas crianças nascidas com deformidades graves ou já doentes de câncer parece provar o impacto devastador das bombas americanas: uma descoberta surpreendente, com "muitas implicações globais" sobre responsabilidade do exército americano, culpado de ter usado na destruição da cidade iraqueia não apenas armas proibidas, mas sobretudo desconhecidos para a literatura científica.

Até o final deste ano, os militares dos EUA deixarão o Iraque. Mas o país terá que lidar com o legado da guerra. Especialmente Fallujah, que graças ao uso dessas armas, mesmo contra a população civil, está lidando com abortos espontâneos, defeitos congênitos, disfunção do sistema nervoso. Impressionantes os números de uma catastrofe sanitaria que afetou as crianças: de acordo com um relatório recente do "Alto Comissariado da ONU para os Refugiados", em 2006 houveram 5.928 novos casos de doenças até então inexistentes em Fallujah, das quais cerca de 70 por cento são cânceres e deformidades em crianças menores de 12 anos. " Nos primeiros seis meses de 2007, no entanto, novos casos foram 2.447, "dos quais mais de 50% nas crianças". Hoje, a situação continua muito grave em todo o país, com uma taxa de cancer infantil que, no Iraque, é 14 vezes maior do que no Egito.

Uma situação denunciada desde o início pelos médicos locais, e apoiada ao longo dos anos por evidências científicas de numerosas pesquisas. A ultima, em ordem de tempo, é um estudo epidemiológico realizado pelo professor Busby juntamente com Malak Hamdan, presidente da Fundação do Câncer e malformações congênitas, e Eleonore Blaurock-Busch, chefe do laboratório alemão que realizou as análises. Com a ajuda crucial de dois pediatras do Hospital General de Fallujah, os médicos Muhammed Tafash e Alaan Samira. Além do solo e da água do local, os dois examinaram os cabelos dos pais de crianças doentes. "Nós encontramos níveis elevados de vários elementos comuns: cálcio, alumínio, estrôncio, bismuto e mercúrio" diz Busby: "Mas descobrimos que a única substância que pode explicar o alto índice de doenças genéticas é o urânio, um elemento radioativo."

Urânio que, no entanto, neste caso não é pobre, mas enriquecido. Aquele que "é usado em bombas atômicas ou reatores nucleares", disse Busby. Um fato muito estranho que levou os pesquisadores a uma conclusão: em Fallujah, além das bombas de fósforo, foram usados novos explosivos que nunca se tinha visto antes. "O que descobrimos demonstra claramente que há uma nova geração de armas", observa o professor.

Mas como os cientistas podem ter certeza de que essa forte presença de urânio é atribuível aos ataques de Março de 2004? "O urânio é expulso nos cabelos, e estes crescem a uma taxa de um centímetro por mês", diz Busby, que continua: "Nós temos amostras de cabelos muito longos de algumas mulheres, e medimos os níveis de urânio através do seu comprimento". Um teste que confirmou a alta exposição dessas pessoas ao elemento radioativo particularmente entre 2004 e 2005. "Mas acima de tudo - o cientista insiste - prova a existência de novas armas ao urânio". Bombas "que fazem muito medo."

A equipe de pesquisadores faz presente que algo semelhante foi encontrado em uma cratera causada no Líbano por uma bomba israelense. Por esta razão, de acordo com os estudiosos, "A identidade das armas de urânio enriquecido utilizadas em Fallujah e em outros lugares deve permanecer uma questão aberta até que os militares israelenses e americanos não liberarem mais informações".

Para Hamdan, co-autor da pesquisa, "esta descoberta extraordinária deve fazer com que o mundo se acorde". Não se pode continuar a ignorar os efeitos dessas armas radioativas contra civis, denunciou a estudiosa, porque "um grande número de pessoas inocentes morreram e morrerão no futuro, sem mencionar os incontáveis pais ​​e mães que olharao com horror e piedade os seus filhos".


HORA DE ACORDAR. QUANDO CHEGAR A SUA VEZ PODE SER MUITO TARDE PARA PENSAR EM FAZER ALGUMA COISA !!!

[video abaixo da grande sugestao do usuario Carlos]

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

OBAMA com seu governo financia CRIANçAS SOLDADOS na AFRICA!




Fonte: Observatorio Direitos Humanos
http://www.hrw.org/es/news/2011/10/05/ee-uu-no-otorgar-financiamiento-para-los-ni-os-soldados


(New York) - O governo dos Estados Unidos deve reverter sua decisão de continuar a ajuda militar a governos que usam crianças como soldados, Human Rights Watch disse hoje. Em 04 outubro de 2011, a administração Obama anunciou isenções à lei de Prevenção de Crianças-Soldados para permitir a ajuda militar ao Chade, República Democrática do Congo e Iêmen, apesar do uso continuado de crianças em suas forças armadas.



Crianças-soldados são treinandos na utilização dos fuzis em um acampamento administrado por uma milícia perto da cidade de Bunia, no leste da República Democrática do Congo







"Os países que ainda utilizam crianças soldados não levará a sério por fim a esta prática até que eles vejam que os Estados Unidos retém realmente o dinheiro", disse Jo Becker, defensora dos direitos das crianças de Human Rights Watch. "Essas isenções de assistência militar mostram uma falta de liderança e um desprezo pela lei americana."

A Lei de Prevenção de Crianças-Soldados de 2008 proíbe o governo dos Estados Unidos de fornecer financiamento militar estrangeiro, treinamento militar e vários outros tipos de ajuda militar a governos que usam crianças como soldados. Em junho, o Departamento de Estado determinou que seis governos usavam crianças soldados em suas forças armadas ou milícias aliadas: Birmânia, Chade, República Democrática do Congo, Sudão, Somália e Iêmen. Dos seis, todos, exceto Birmânia e Sudão receberam ajuda militar dos EUA.
A Lei de Prevenção de Crianças-Soldados entrou em vigor em 2010. O Presidente Barack Obama emitiu extensoes em outubro, para permitir que quatro países afetados - Chad, RDC, Sudão e Iêmen - continuem a receber ajuda militar, dizendo que esses países estavam "na observação" e precisava de tempo para resolver seus problemas com as crianças-soldados. A nova decisão de OBAMA permite a três destes países de continuar recebendo apoio contínuo. [...segue em ingles]