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domingo, 13 de novembro de 2011

O CRIME PERFEITO DE WALL STREET

Este post escrevo para que as pessoas possam entender melhor o perigo relatado no post precedente (ITALIA TROCA PRIMEIRO MINISTRO: SAI UM MAFIOSO ENTRA OUTRO? ) de como o sistema financeiro oferece uma soluçao ao desastre financeiro que ele mesmo criou, aproveitando para conseguir assumir o poder tirando da poltrona de primeiro ministro um corrupto chamado Berlusconi e colocando um senhor chamado Mario Monti que entre outros salarios recebe dinheiro de Goldman Sachs, ou seja, um representante de Wall Street.

Talvez fosse interessante reportar as declaraçoes do General americano Smedley Butler. Ele foi o mesmo personagem que denunciou ao congresso americano, em 1933, a tentativa de um golpe de estado contra Roosevelt tramado por alguns magnatas de Wall Street. Tentavam de instaurar uma ditadura fascista e o caso ficou conhecido como “Business Plot”.

Niall Fergusson no seu livro Colossus: The rise and fall of the american empire (Colosso: Ascensão e Queda do Império Americano) escreve nas paginas 58-9:

“O veredicto mais condenàvel de todos sobre a polìtica americana veio do General Smedley D. Butler, o mais condecorado “marine” de sua geraçao, em um artigo que escreveu para a revista Common Sense em 1935:

‘Eu ajudei a fazer do Haiti e de Cuba um lugar decente para o rapazes do National City Bank coletar as receitas alì. Ajudei no estupro de meia dùzia de repùblicas da América Central para o benefìcio de Wall Street. O registro de extorsao é longa. Eu ajudei a purificar a Nicaràgua para a casa bancària internacional dos Brown Brothers em 1909-1912. Eu trouxe luz à Repùblica Dominicana para os interesses americanos no açùcar em 1976.

Eu ajudei a fazer “direito” Honduras para empresas de frutas americanas em 1903. . . . Olhando para tràs, sinto que poderia ter dado à Al Capone algumas sugestoes. O melhor que ele poderia fazer era operar sua extorsao em tres distritos da cidade. Nòs, “marines” operamos em tres continentes.’

Esta seria a alegação mais prejudiciais de sempre contra o imperialismo americano: que para todas as suas nobres declaraçoes de intençao, se resumiria em uma extorçao de Wall Street.”

SEMELHANTE A QUANTO ACONTECE NO BRASIL COM O FUTEBOL E O CARNAVAL, ENQUANTO OS ITALIANOS FESTEJAM NAS RUAS A SaìDA DE BERLUSCONI, OS HOMENS DE WALL STREET APROVEITAM DO CLIMA DE FESTA PARA ASSUMIR O PODER NO PAìS E FAZER OS INTERESSES DOS BANQUEIROS MUNDIAIS:

O CRIME PERFEITO.


sexta-feira, 11 de novembro de 2011

ITALIA TROCA PRIMEIRO MINISTRO: SAI UM MAFIOSO ENTRA OUTRO?

mario draghi.



Parece terminar a era Berluconi. Personagem em odor de mafia (tinha um caseiro mafioso chamado Vittorio Mangano e o co-fundador do seu partido - Forza Italia - Marcello Dell'Utri foi condenado a 7 anos por concurso externo em associaçao mafiosa), que nao soube explicar a origem de sua fortuna aos juizes que o indagavam, processado tantas vezes por lavagem de dinheiro, processado por prostituiçao de menor (caso "Rubacuori") - paro aqui senao a lista fica muito longa - està para demitir-se do cargo de primeiro ministro italiano.

Mas e quem assume? Eleiçoes? NAO! Se chama governo técnico. Colocam no seu lugar por um periodo que nao se sabe "a priori" quanto vai durar, um sujeito chamado Mario Monti. Mas quem é ele? Diz sua pagina no site europeo:

"Mario Monti é o presidente da Bocconi University e Presidente Honorário do Bruegel , o think tank europeu que ele lançou em 2005. Ele também é membro do Reflection Group on the Future of Europe criada pelo Conselho Europeu e presidido por Felipe González.
Sr. Monti serviu como Comissário Europeu responsável pelo Mercado Interno, Serviços Financeiros e Tributação 1995-1999 e depois como comissário europeu da Concorrência (1999-2004). Na última posição, ele lidou com uma série de casos bem conhecidos, tais como General Electric / Honeywell, Microsoft, e os bancos regionais alemães. Ele também introduziu uma reforma radical dos controles sobre antitrust e concentrações da Uniao Européia e liderou, com as autoridades dos EUA, a criação da Rede Internacional de Concorrência (ICN).
Como coordenador da UE para a interconexão eléctrica França-Espanha, ele intermediou o acordo entre primeiros-ministros Fillon e Zapatero em junho de 2008. Sr. Monti também foi membro da Comissão Attali sobre o crescimento econômico francês, criado pelo presidente Sarkozy (2007-2008).
Sr. Monti é um assessor internacional para Goldman Sachs e membro do conselho consultivo da Companhia Coca-Cola.
Sr. Monti formou Bocconi University e continuou seus estudos na Universidade de Yale. Antes de ingressar na Comissão, foi professor de economia e posteriormente reitor da Universidade Bocconi, sua alma mater.

Que belo curriculum! Sobre o jogo sujo da Coca-Cola e dos grupos paramilitares que comanda em Colombia nao vou nem perder tempo (New York Times).

Agora vejamos que empresa é por exemplo Goldman Sachs: é a mesma organizaçao finanziaria que ajudou a Grecia a esconder e maquiar as suas contas publicas que resultavam péssimas con a utilizaçao de derivados. Na época no vértice da Goldman Sachs se sentava Mario Draghi que hoje é governador da BANCA CENTRAL EUROPEIA (que é privada obviamente: de publico tem sò o nome come a "BANCA CENTRAL ITALIANA"). Mario Draghi foi também governador da Banca Central Italiana em substituiçao a Antonio Fazio condenado a 3 anos de prisao (!!!!) junto com Giovanni Consorte, ex-presidente do grupo financiario UNIPOL!!!

E os estudos do "Doctor" Monti? Faculdade de YALE. Grande! A mesma faculdade na qual estudam os filhos da elite americana. A mesma sociedade na qual estudou George W. Bush. A mesma universidade que fundou a sociedade secreta skull & Bones (caveira e ossos) da qual faz parte Bush (vaja-se os estudos do economista e historico Anthony Sutton).

Nada mal para a Italia. Nada mal para a Europa. Nada mal até para o resto da sociedade. Trocamos um mafioso por outro. Começo a suspeitar por que estamos em um mundo tao nojento e corrupto!

ENQUANTO FICARMOS Sò OLHANDO TELEVISAO AS COISAS ANDARAO CADA VEZ PIOR.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

BASTA DITADURA DISFARçADA: CONHEçA MELHOR A REDE GLOBO

Por Sergio Domingues (sociologo)
Fonte: http://www.piratininga.org.br/artigos/2005/71/sergio_40anos.html


Globo: 40 anos de ditadura ideológica

A TV Globo completou 40 anos, em 2005. Provavelmente, muitos latino-americanos já ouviram falar da maior rede de televisão do Brasil. Devem ter assistido algumas de suas novelas, programas e os filmes que ajudou produzir. Mas, talvez, não façam idéia do poder que a empresa tem no país. Por Sergio Domingues, junho de 2005.

A Rede Globo é a quarta maior rede de TV do mundo. Alguns de seus programas são superiores em qualidade de imagem e edição a muitos de seus semelhantes em países ricos. Mas, para entender como a empresa chegou a ser tão poderosa, é preciso lembrar que a empresa nasceu praticamente junto com a ditadura militar imposta ao povo brasileiro, nos anos 1960.

A Globo foi criada em 1965, um ano depois do golpe militar que mergulharia o País nas trevas por 20 anos. Um dos instrumentos que utilizou para apoiar a ditadura foi o jornalismo. Enquanto milhares eram torturados e morriam nos porões da Ditadura, os jornais televisivos da Globo mostravam um País tranqüilo e ordeiro. Por outro lado, as novelas da emissora mostravam um povo alegre, feliz, preocupado apenas com desilusões amorosas e dramas familiares. Os programas de auditório e as transmissões de futebol também ajudavam a criar esse clima.

Mas além de poderosa, a Globo também é esperta. Sempre preparada para ficar ao lado do poder, a empresa muda suas táticas à medida que mudam as condições políticas do País. Em 1984, por exemplo, cometeu o erro de ignorar as grandes manifestações de rua, exigindo eleições diretas para presidente da República. Não voltaria a cometer um erro tão grosseiro.

O movimento foi derrotado e as eleições continuariam a ser indiretas. Mas, a Globo mostrou ter jogo de cintura. Vendo que a ditadura militar estava se esgotando, adotou a candidatura da oposição burguesa nas eleições indiretas disputadas no Colégio Eleitoral. Sabia que esta seria uma saída segura frente ao crescimento do movimento popular, cujas maiores expressões eram o Partido dos Trabalhadores (PT) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Em 1989, finalmente, aconteceram as primeiras eleições diretas para presidente. A candidatura de Fernando Collor surgiu como alternativa para a burguesia. A Globo vendeu a imagem de Collor como um campeão do combate à corrupção. Mesmo assim, Lula, candidato do PT e apoiado pela CUT, foi para o 2º turno das eleições. Nesse momento, a Globo entrou com tudo. Fez uma enorme campanha de terrorismo e calúnias contra o candidato popular. Collor é eleito e inicia o projeto neoliberal no País.

Quando as denúncias de corrupção do governo Collor começaram a estourar, a Globo não teve dúvidas. Passou a mostrar as grandes manifestações contra Collor como se ela não tivesse nada com o assunto. Afinal, o que interessava era jogar tudo para o campo da ética. Enquanto isso, esquecia-se o neoliberalismo que Collor começou a implantar e que já vinha fazendo desempregados aos milhões. Collor caiu, mas o neoliberalismo ficou.

Nas eleições seguintes, Fernando Henrique Cardoso se apresentou como o pai do Plano Real. Na verdade, o plano era igualzinho a todos os que já vinham sendo aplicados no México, Argentina, etc. Em nome do combate à inflação, muito desemprego e venda das estatais a preço de banana. A Globo também não podia perder essa. Desde os primeiros anúncios, o Real era festejado em todo o país pelas telas de tevê.

Finalmente, em 2002, Lula foi eleito presidente da República. Novamente, a Globo soube se adaptar. Passou a tratar o novo presidente com a maior simpatia. Em primeiro lugar, porque o Grupo se endividou investindo em televisão por assinatura. Deve mais de 5 bilhões de reais. Quer ajuda governamental para pagar a dívida. Em segundo lugar, Lula assumiu prometendo honrar todos os compromissos com os banqueiros internacionais. Até agora, não recuou um milímetro dessa proposta. A Globo se adaptou mas continua fiel à grande burguesia e ao capital internacional. Lula, por sua vez, se adaptou à Globo e ao que ela representa.

sábado, 5 de novembro de 2011

Por que NAO assistir a GLOBO é UM ATO DE PATRIOTISMO E DE EDUCAçAO CIVICA?

Por que um paìs de pessoas inteligentes nao admitiria que a GLOBO FRAUDASSE A DEMOCRACIA (Caso PROCONSULT)


CASO PROCONSULT: A história da notícia

DO SITE: OBSERVATORIO DA IMPRENSA
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/a-historia-da-noticia

(22/08/2005)


Fraude nas eleições para governador do Rio de Janeiro em 1982. Entre as empresas de processamento de dados inscritas na licitação do serviço de computação dos votos, que apurariam o pleito, está a Proconsult. Esta acaba ganhando a concorrência, já que as outras duas concorrentes, Serpro e Datamec, desistiram por não concordarem com as condições de apuração. Na madrugada, Leonel Brizola (PDT) recebe uma ligação. Do outro lado da linha "uma voz de mulher" revela que vão roubar dele no resultado. Surgem os primeiros contornos do episódio que ficou conhecido como o escândalo Proconsult. Esse é o enredo de Plim Plim, a peleja de Brizola contra a fraude eleitoral, do jornalista Paulo Henrique Amorim, em parceria com a jornalista Maria Helena Passos.

"Ainda naquela madrugada de domingo, véspera de eleição, O Globo chegava às bancas com um editorial de capa que recomendava voto em Moreira Franco", lembram os jornalistas na obra. Amorim e Passos defendem que está mal contada a explicação da Globo nas investigações da fraude. Ambos argumentam que a emissora manipulou os resultados da eleição. Uma das fontes citadas pelos jornalistas no livro revela, inclusive, que houve pessoas que não apenas "distorcia o andamento da apuração, mas mentia". Enquanto o jornal O Globo dava Moreira Franco na frente, no Jornal do Brasil, onde Paulo Henrique trabalhava na época, Brizola era quem vencia.

Ao mesmo tempo que enumera estatísticas das possíveis fraudes, Plim-Plim traça um pano de fundo que descreve o dia a dia das manchetes, os diálogos e os bastidores da apuração. Isso confere ao livro um ar de suspense policial, porque sua narrativa também investiga civis escoltados pela Polícia saindo, na madrugada, de prédio de zona eleitoral carregando sacolas; cédulas rasuradas encontradas nas ruas da periferia carioca; canetas de eleitores fazendo sua tinta apagar horas depois; e um caminhão tombando na av. Brasil, espalhando laranjas e... urnas eleitorais.

domingo, 14 de agosto de 2011

BARACK OBAMA ESCONDE TORTURAS DE ALTOS FUNCIONARIOS DO GOVERNO GEORGE BUSH

Torturados nao tem motivo pra sorrir!

Veja relatorio di HUMAN RIGHTS WATCH in portugues.

Washington, DC, 12 de julho de 2011.

Provas esmagadoras de tortura pelo governo Bush obrigam o Presidente Barack Obama a ordenar uma investigação criminal sobre as alegações de abuso contra os detentos autorizado pelo ex-presidente George W.Bush e outros funcionários de alto escalão, disse a Human Rights Watch em um relatório divulgado hoje. O governo Obama falhou em cumprir as obrigações dos EUA de acordo com a Convenção contra Tortura -para investigar atos de tortura e outros maus tratos dos detentos, afirma a Human Rights Watch.

O relatório de 107 páginas, "Escapando impunemente da Tortura: O governo Bush e os maus tratos dos detentos" apresenta informações substanciais exigindo investigações criminais contra Bush e funcionários de alto escalão do governo, inclusive o ex-vice-presidente Dick Cheney, o secretário de defesa Donald Rumsfeld, e o diretor da CIA George Tenet, por ordenarem práticas como "waterboarding" ((n.t.)um tipo de tortura que consiste em por o prisioneiro com a cabeça dentro de água, até o limite de sua capacidade), o uso de prisões secretas da CIA e a transferência de detentos para países onde foram torturados.

"Há bases sólidas para investigar Bush, Cheney, Rumsfeld e Tenet por terem autorizado tortura e crimes de guerra" disse Kenneth Roth, diretor executivo da Human Rights Watch.

"O presidente Obama tratou a tortura como uma escolha política infeliz em vez de como crime. Sua decisão de encerrar as práticas de interrogatório abusivas permanecerá facilmente reversível a não ser que a proibição legal contra tortura seja claramente restabelecida".

Se o governo Americano não prosseguir com investigações criminais de credibilidade, outros países devem processar os funcionários do governo dos EUA envolvidos em crimes contra os detentos de acordo com o direito internacional, disse a Human Rights Watch.

"Os EUA tem a obrigação legal de investigar estes crimes", disse Roth. "Se os EUA não tomarem uma atitude a esse respeito, outros países devem fazê-lo".

Em agosto de 2009, o procurador geral, Eric Holder, designou o procurador assistente, John Durham, para investigar o abuso contra os prisioneiros, mas limitou a sindicância a atos "não autorizados". Isso significa que a investigação não cobrirá atos de tortura como waterboarding, e outros maus tratos autorizados pelos advogados do governo Bush, mesmo que estes tenham violado o direito nacional e internacional. No dia 30 de junho, Holder aceitou a recomendação de Durham de conduzir uma completa investigação sobre as duas mortes ocorridas segundo consta no Iraque e Afeganistão, sob custódia da CIA. A Human Rights Watch disse que o escopo restrito do inquérito de Durham fracassou na abordagem da natureza sistêmica dos abusos.

"O padrão de abuso do governo Americano em diversos países não resultou de atos de indivíduos que quebraram as regras", disse Roth, "resultou de decisões tomadas por executivos de alto escalão do governo que desviaram, ignoraram ou deixaram de lado as regras".

Ao citar os quarto funcionários de alto escalão do governo Bush, a Human Rights Watch disse que:

• o presidente Bush admitiu publicamente ter aprovado em dois casos o uso de waterboarding, uma forma de falsa execução de quase afogamento que os Estados Unidos há muito processam como tortura. Bush também autorizou programas secretos da CIA de detenção e rendição, sob os quais os prisioneiros eram mantidos incomunicáveis e frequentemente transferidos para países como Egito e Síria onde provavelmente seriam torturados.
• O vice-presidente Cheney era a força motriz por trás do estabelecimento de prisão ilegal e políticas de interrogatório, presidindo encontros chave em que eram discutidas operações específicas da CIA, inclusive o waterboarding do prisioneiro Abu Zubaydah em 2002.
• O secretário de Defesa Rumsfeld aprovou métodos ilegais de interrogatório e acompanhou de perto o interrogatório de Mohamed al-Qahtani que foi submetido a um regime de seis semanas de interrogatório coercivo em Guantanamo que cumulativamente parece ter resultado em tortura.
• O diretor da CIA Tenet autorizou e supervisionou o uso pela CIA de waterboarding, posições de estresse, bombardeio de luz e ruído, privação de sono e outros métodos de interrogatório abusivos, bem como programas de rendição da CIA.

Em entrevistas para a mídia, Bush tentou justificar sua autorização de waterboarding baseando-se na legitimidade alegada pelos advogados do Departamento de Justiça. Enquanto Bush deveria ter reconhecido o waterboarding como tortura sem consultar um advogado, há informações relevantes de que funcionários de alto escalão do governo, incluindo Cheney, tentaram influenciar a opinião dos advogados, disse a Human Rights Watch.

"Funcionários de alto escalão não deveriam ser capazes de formar e selecionar assessoria jurídica e depois esconder-se atrás dela como se tivesse sido concedida de forma autônoma", disse Roth.

A Human Rights Watch também disse que as investigações criminais deveriam incluir um exame da preparação de memorandos do Departamento de Justiça usados para justificar o tratamento ilegal de detentos.

A Human Rights Watch também afirmou que as vítimas de tortura deveriam receber uma compensação justa e adequada como exigido pela Convenção contra Tortura. Mas os governos Bush e Obama foram bem sucedidos em manter fora dos tribunais o julgamento de mérito das alegações de tortura em ações civis ao usar amplamente doutrinas legais como segredos de estado e imunidade oficial.

Uma comissão independente, apartidária, nas mesmas linhas da Comissão de 11 de setembro deveria ser estabelecida para examinar as ações do braço executivo, a CIA, os militares, e o Congresso, com relação às políticas do governo Bush e as práticas que levaram ao abuso dos detentos, disse a Human Rights Watch. Esta comissão deveria fazer recomendações para assegurar que os abusos sistemáticos do governo Bush não se repitam.

Em fevereiro de 2011, Bush cancelou uma viagem à Suíça, onde supostas vítimas de tortura pretendiam impetrar uma queixa legal contra ele. Uma investigação implicando funcionários do governo Americano em tortura está em andamento na Espanha. Documentos que vieram a público através da Wikileaks revelaram que a pressão dos EUA sobre as autoridades espanholas para arquivar o caso continuam no governo Obama.

A Human Rights Watch disse que a falha do governo americano em investigar os funcionários por tortura e maus tratos dos detentos mina o esforço americano de pressionar pela responsabilização de violações de direitos humanos no exterior.

"Os EUA estão corretos em exigir justiça quando crimes internacionais sérios são cometidos em lugares como Darfur, Líbia, e Sri Lanka, mas não deveria haver critérios duplos," disse Roth. "Quando o governo americano protege seus próprios funcionários de investigações e processos, torna fácil para outros repudiar os esforços globais de trazer os violadores de crimes sérios à justiça”.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Quem sao os donos do mundo? O que é a Globalizaçao?

Pequena parte do Documentario da TV espanhola "Vozes contra la Globalizacion. Otro mundo es posible - Parte 1 - Los amos del mundo". (Coloquei as legendas na primeira parte do documentario, pois nao tenho muito tempo disponivel. Desculpe se existe algum erro de traduçao, pois nao sou especialista em espanhol...)

Quem sao realmente os donos do poder? Certamente nao aqueles eleitos por nòs nas eleiçoes... Abrir os olhos é preciso e parte desse documentario pode ajudar.

Declaraçoes de José Saramago (Premio Nobel literatura), Adolfo Esquivel (Premio Nobel Paz), José Bove (ativista), Jean Ziegler (escritor, politico e Prof. Sociologia a Genebra), Manu Chao (musico), Toni Negri (Prof. Teoria do Estado), David Held, Carlos Taibo (Prof. Ciencias Politicas), Susan George (presidente ATTAC - "Associação pela Tributação das Transações Financeiras para ajuda aos Cidadãos").


COMO AS PESSOAS NAO VEÊM O GENOCÍDIO QUE OBAMA E OS ESTADOS UNIDOS COMETEM?

"Afeganistão: efeitos colaterais? é um filme de Fabrizio Lazzaretti e Alberto Vendemmiati documenta as atividades de "Emergency" no Afeganistão de Setembro a Dezembro de 2001: da normal emergencia da vida diária em Panshir à viagem da equipe de "Emergency" verso Cabul para levar ajuda às vítimas da nova guerra do Afeganistão.

Esse trecho mostra quem sao as verdadeiras vitimas da insanidade americana. Olhe o video e nao esqueça que sua indiferença é também cumplicidade!


CLIQUE AQUI PARA VER O VIDEO NO YOUTUBE



quarta-feira, 13 de julho de 2011

MÍDIA BANDIDA: Documentos do Wikileaks expõem relação da mídia brasileira com os EUA

A mídia brasileira tem coragem de hipocritamente criticar o jornal News of the World de Murdoch, mas esquece de fazer sua autocrítica.

O Grupo RBS e O Estado de São Paulo se vendem e fazem os interesses do criminal governo americano esquecendo o interesse dos brasileiros...

"Globo e você, NADA a ver"!!!

para saber mais sobre as manipulações e os interesses nefastos da mídia, se leia NOAM CHOMSKY.

FONTE:
http://portalimprensa.uol.com.br/noticias/brasil/39960/documentos+do+wikileaks+expoem+relacao+da+midia+brasileira+com+os+eua/

Novos documentos diplomáticos da embaixada americana no Brasil, conseguidos pelo Wikileaks e referentes à relação da mídia brasileira com os EUA, foram analisados pela Agência Pública. O site, que tem acesso aos papéis, publicou reportagens nesta segunda-feira que mostram citações a grandes veículos nas cartas enviadas a Washington.


Segundo estimativa, em cerca de 40% dos 3000 telegramas, há menção a algum meio de comunicação ou termo relacionado à imprensa brasileira. O jornal mais utilizado como fonte pelos diplomatas, na hora de verificar o impacto de decisões americanas na mídia, é a Folha de S.Paulo, tida como "o maior diário esquerdista". O diário também é referendado por ser o de "maior tiragem do país." Em seguida, vem o Estadão, descrito como "conservador". Também foi constatado que a Revista Veja é a preferida para leitura pelos embaixadores.

Proximidade americana com a RBS e o Estado de S. Paulo

Uma grande proximidade da RBS e do O Estado de S. Paulo com a diplomacia norte-americana e seus interesses é evidenciada em diversas mensagens analisadas.

Em 2005, uma visita do embaixador John Danilovich a Porto Alegre resultou em um almoço do representante dos EUA com a direção editorial do grupo RBS, no qual dados aprofundados da empresa foram expostos, incluindo a filiação com a Rede Globo. A relação entre o órgão e a grupo de comunicação é bastante próxima, como é descrito pelo cônsul de São Paulo na época, Patrick Dennis Duddy, e relatado no telegrama: "Nós temos tradicionamente tido acesso e relações excelentes com o grupo".

Outro documento evidencia favorecimento do Estadão com políticas da embaixada dos EUA. Um encontro entre Danilovich e líderes da comunidade judaica em São Paulo, entre eles Abraham Goldstein, resultou na revelação de O Estado de S. Paulo defender os interesses sionistas: "Goldstein disse que enquanto o editor de O Estado de S.Paulo prometeu cobertura "positiva", outros jornais de grande circulação são vistos como tento inclinação pró-Palestina e não parecem ser de grande ajuda" redigiu o diplomata.

Reuniões informais com jornalistas

Além das relações estreitas com veículos de comunicação, também reuniões informais com jornalistas eram feitas no período de 2006 a 2010. Carlos Eduardo Lins da Silva, ex-ombudsman da Folha de S.Paulo, realizou quatro reuniões neste meio tempo com a embaixada. William Waack, da Rede Globo, também participou de encontros. Em ambos os casos, o assunto era as eleições e a corrida dos partidos PT e PSDB à presidência.

sábado, 25 de junho de 2011

ANONYMOUS - QUEM SAO OS CRIMINAIS?


"Olá Povo Brasileiro, permitam-me introduzir-me a vocês como Anônimo. E apenas como Anônimo, pois não sou mais do que uma ideia, uma ideia de um mundo livre, sem opressão e pobreza e que não é comandada pela voz tirânica de um pequeno grupo de pessoas no poder. Um mundo onde o verdadeiro propósito e prioridade é viver em liberdade sem ser restringido por regimes corruptos e governados apenas pela sede de lucro e poder. Talvez você ja tenha ouvido falar de mim.


O Anonymous gostaria de lembrá-los que o governo e o povo são, ao contrário do que dizem os supostos fundamentos da ‘democracia’, entidades distintas com objetivos e desejos conflitantes, às vezes. A posição do Anonymous é a de que, quando há um conflito de interesses entre o governo e as pessoas, é a vontade do povo que deve prevalecer. A única ameaça que a transparência oferece aos governos é a ameaça da capacidade de os governos agirem de uma forma que as pessoas discordariam, sem ter que arcar com as consequências democráticas e a responsabilização por tal comportamento.

Quando um governo é eleito, ele se diz ‘representante’ da nação que governa. Isso significa, essencialmente, que as ações de um governo não são as ações das pessoas do governo, mas que são ações tomadas em nome de cada cidadão daquele país. É inaceitável uma situação em que as pessoas estão, em muitos casos, totalmente não cientes do que está sendo dito e feito em seu nome — por trás de portas fechadas.

Nós não desejamos ameaçar o jeito de viver de ninguém. Nós não desejamos ditar nada a ninguém. Nós não desejamos aterrorizar sua população. Anonymous já esta e sempre esteve entre ela. Anonymous é a voz de cada oprimido sem rosto dentro deste país, nós estamos em todos os lugares, vocês nos vêem todos os dias, quando andam na rua observando vocês, observando os erros dos seus governantes e a corrupção crescer a cada dia.

Nós apenas queremos tirar o poder investido e dá-lo de volta ao povo — que, em uma democracia, nunca deveria ter perdido isso, em primeiro lugar.
O governo faz a lei. Isso não dá a eles o direito de violá-las. Anonymous vem observando a muito tempo a manipulação de informação largamente utilizada dentro do Brasil e chegou a hora de tomarmos uma atitude quanto a isso. Um governo sem transparência e um povo sem informação são os maiores perigos da democracia e o Brasil caminha cada vez mais para que esses dois perigos tirem ainda mais de sua população o pouco de liberdade que ela ainda tem. Chegou a hora de vocês conhecerem o poder que Anonymous tem. Nossa mensagem é simples e deve ser ouvida por todos os governantes deste país : não mintam para o povo e vocês não terão que se preocupar sobre suas mentiras serem expostas. Não façam acordos corruptos que vocês não terão que se preocupar sobre sua corrupção sendo desnudada. Não violem as regras e vocês não terão que se preocupar com os apuros que enfrentarão por causa disso. Vocês sabem que vocês não nos temem porque somos uma ameaça para a sociedade. Vocês nos temem porque nós somos uma ameaça à hierarquia estabelecida. O Anonymous vem provando nos últimos que uma hierarquia não é necessária para se atingir o progresso — talvez o que vocês realmente temam em nós seja a percepção de sua própria irrelevância em uma era em que a dependência em vocês foi superada. Seu verdadeiro terror não está em um coletivo de ativistas, mas no fato de que vocês e tudo aquilo que vocês defendem, pelas mudanças e pelo avanço da tecnologia, são, agora, necessidades excedentes. Finalmente, não cometam o erro de desafiar o Anonymous.

Sua única chance de enfrentar o movimento que une todos nós é aceitá-lo. Esse não é mais o seu mundo. É nosso mundo — o mundo do povo. E o Anonymous é do povo. Este é um alerta aos Governantes deste país, nós estamos entre vocês e não permitiremos que a população continue a ser iludida, sem poder a merce de vocês.

Somos o Anonymous.

Somos uma legião.

Não perdoamos.

Não esquecemos.

Esperem por nós…"

segunda-feira, 20 de junho de 2011

A CIDADE FUTURA (Odeio os indiferentes) de ANTONIO GRAMSCI - 1917

Texto retirado do site: http://www.marxists.org/portugues/gramsci/1917/02/11.htm e disponível em lingua original (italiano) em http://www.antoniogramsci.com/cittafutura.htm


Quem foi Gramsci? (leitura obrigatoria sao os conceitos de Hegemonia e Bloco Hegemonico)

"Odeio os indiferentes. Como Friederich Hebbel [1] acredito que "viver significa tomar partido". Não podem existir os apenas homens, estranhos à cidade. Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão, e partidário. Indiferença é abulia, parasitismo, covardia, não é vida. Por isso odeio os indiferentes.

A indiferença é o peso morto da história. É a bola de chumbo para o inovador, é a matéria inerte em que se afogam freqüentemente os entusiasmos mais esplendorosos, é o fosso que circunda a velha cidade e a defende melhor do que as mais sólidas muralhas, melhor do que o peito dos seus guerreiros, porque engole nos seus sorvedouros de lama os assaltantes, os dizima e desencoraja e às vezes, os leva a desistir da empresa heróica.

A indiferença atua poderosamente na história. Atua passivamente, mas atua. É a fatalidade; e aquilo com que não se pode contar; é aquilo que confunde os programas, que destrói os planos mesmo os mais bem construídos; é a matéria bruta que se revolta contra a inteligência e a sufoca. O que acontece, o mal que se abate sobre todos, o possível bem que um ato heróico (de valor universal) pode gerar, não se fica a dever tanto à iniciativa dos poucos que atuam quanto à indiferença, ao absentismo dos outros que são muitos. O que acontece, não acontece tanto porque alguns querem que aconteça quanto porque a massa dos homens abdica da sua vontade, deixa fazer, deixa enrolar os nós que, depois, só a espada pode desfazer, deixa promulgar leis que depois só a revolta fará anular, deixa subir ao poder homens que, depois, só um motim poderá derrubar. A fatalidade, que parece dominar a história, não é mais do que a aparência ilusória desta indiferença, deste absentismo. Há fatos que amadurecem na sombra, porque poucas mãos, sem qualquer controle a vigiá-las, tecem a teia da vida coletiva, e a massa não sabe, porque não se preocupa com isso. Os destinos de uma época são manipulados de acordo com visões limitadas e com fins imediatos, de acordo com ambições e paixões pessoais de pequenos grupos ativos, e a massa dos homens não se preocupa com isso. Mas os fatos que amadureceram vêm à superfície; o tecido feito na sombra chega ao seu fim, e então parece ser a fatalidade a arrastar tudo e todos, parece que a história não é mais do que um gigantesco fenômeno natural, uma erupção, um terremoto, de que são todos vítimas, o que quis e o que não quis, quem sabia e quem não sabia, quem se mostrou ativo e quem foi indiferente. Estes então zangam-se, queriam eximir-se às conseqüências, quereriam que se visse que não deram o seu aval, que não são responsáveis. Alguns choramingam piedosamente, outros blasfemam obscenamente, mas nenhum ou poucos põem esta questão: se eu tivesse também cumprido o meu dever, se tivesse procurado fazer valer a minha vontade, o meu parecer, teria sucedido o que sucedeu? Mas nenhum ou poucos atribuem à sua indiferença, ao seu cepticismo, ao fato de não ter dado o seu braço e a sua atividade àqueles grupos de cidadãos que, precisamente para evitarem esse mal combatiam (com o propósito) de procurar o tal bem (que) pretendiam.

A maior parte deles, porém, perante fatos consumados prefere falar de insucessos ideais, de programas definitivamente desmoronados e de outras brincadeiras semelhantes. Recomeçam assim a falta de qualquer responsabilidade. E não por não verem claramente as coisas, e, por vezes, não serem capazes de perspectivar excelentes soluções para os problemas mais urgentes, ou para aqueles que, embora requerendo uma ampla preparação e tempo, são todavia igualmente urgentes. Mas essas soluções são belissimamente infecundas; mas esse contributo para a vida coletiva não é animado por qualquer luz moral; é produto da curiosidade intelectual, não do pungente sentido de uma responsabilidade histórica que quer que todos sejam ativos na vida, que não admite agnosticismos [2] e indiferenças de nenhum gênero.

Odeio os indiferentes também, porque me provocam tédio as suas lamúrias de eternos inocentes. Peço contas a todos eles pela maneira como cumpriram a tarefa que a vida lhes impôs e impõe quotidianamente, do que fizeram e sobretudo do que não fizeram. E sinto que posso ser inexorável, que não devo desperdiçar a minha compaixão, que não posso repartir com eles as minhas lágrimas. Sou militante, estou vivo, sinto nas consciências viris dos que estão comigo pulsar a atividade da cidade futura que estamos a construir. Nessa cidade, a cadeia social não pesará sobre um número reduzido, qualquer coisa que aconteça nela não será devido ao acaso, à fatalidade, mas sim à inteligência dos cidadãos. Ninguém estará à janela a olhar enquanto um pequeno grupo se sacrifica, se imola no sacrifício. E não haverá quem esteja à janela emboscado, e que pretenda usufruir do pouco bem que a atividade de um pequeno grupo tenta realizar e afogue a sua desilusão vituperando o sacrificado, porque não conseguiu o seu intento.

Vivo, sou militante. Por isso odeio quem não toma partido, odeio os indiferentes."



[1] Cfr. Friedrich Hebbel, Diario, trad. e introduzione di Scipio Slataper, Carabba, Lanciano 19I2 ("Cultura dell'anima"), p. 82: "Vivere significa esser partigiani" (riflessione n. 2127). Questo stesso pensiero di Hebbel era stato pubblicato nel numero del "Grido del Popolo" del 27 maggio 1916, insieme con le seguenti due "riflessioni" tratte dalla medesima opera: " 1. Un prigioniero è un predicatore della libertà. 2. Alla gioventù si rimprovera spesso di credere che il mondo cominci appena con essa. Ma la vecchiaia crede anche più spesso che il mondo cessi con lei. Cos'è peggio? "

[2] Doutrina que declara o absoluto ou as questões metafísicas inacessíveis ao espírito humano, por não serem passíveis de análise pela razão.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

TIRANIA DO GOVERNO/SISTEMA AMERICANO E A LIBERDADE DE EXPRESSAO ESQUECIDA

Soldado acusado de ser fonte da WikiLeaks está preso há um ano sem julgamento


Assange nunca reconheceu que Bradley Manning era a sua fonte

Bradley Manning, o soldado acusado [SOMENTE ACUSADO! enquanto BUSH que cometeu um genocidio continua no seu "Ranch" jogando golf imperturbado] de ter feito chegar à WikiLeaks a informação das bases de dados do Departamento de Estado e do Pentágono divulgada nos media mundiais, foi preso há um ano, e continua sem julgamento. “A nossa grande batalha está ainda a decorrer nos Estados Unidos, atrás das grades”, disse o fundador da WikiLeaks”, Julian Assange, recordando a situação de Manning.

Os EUA têm a liberdade de expressão inscrita na primeira emenda da Constituição, disse Assange, numa conferência de imprensa telefónica para assinalar a data - 26 de Maio, quando Manning foi detido na Base Hammer, no Iraque, onde estava colocado, como especialista. Mas a sua maior batalha pela liberdade de expressão, desde que iniciou o "site" de apelo às fugas de informação, em 2007, disse Assange, foi naquele país. “Antes do fim do ano, fomos proibidos na China e no Irão”, cita-o a AFP. “Mas a maior batalha foi em 2010, quando tentámos usar a primeira emenda nos EUA.”

Sem nunca ter reconhecido que Manning foi a sua fonte, Assange tem-no apoiado — até porque se o analista de informação militar, de 23 anos, for considerado culpado de espionagem, isso pode ser usado para o acusar a ele também.

O soldado Manning está desde 20 de Abril numa prisão de média segurança, no Kansas, após largos meses em solitária e em condições que poderiam ser classificadas como tortura, criticadas internacionalmente.

FONTE:
http://www.publico.pt/Mundo/soldado-acusado-de-ser-fonte-da-wikileaks-esta-preso-ha-aum-ano-sem-julgamento_1495930