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domingo, 27 de julho de 2008

ALCEU MOREIRA DA SILVA (PMDB-RS), deputado estadual RS


O "homem" é forte; tem nada menos que 4 processos no STJ e TSE... e em 2006 foi REELEITO deputado estadual... (é de chorar!!! Depois reclamam. Dai me pergunto: A culpa é de quem?)

Jà tive o desprazer de almoçar, em compagnia do meu ex-colega de CEEE Fabio de Oliveira, no mesmo restaurante que ele em Osòrio , mas tive o prazer de negar o aperto de mao sìnico que oferecia a todos!!!


fonte: http://www.excelencias.org.br/@casa.php?cs=23 (selecionar seu nome na caixa "parlamentar")

ou digitar seu nome na caixa "nome da parte" no site do Superior Tribunal de Justiça
http://www.stj.gov.br/webstj/Processo/Justica/default.asp



STJ Recurso Especial Nº949504/2007 - É recorrente numa ação civil pública por improbidade administrativa.

STJ Recurso Especial Nº926046/2006 - É recorrente numa ação civil pública por improbidade administrativa.

TSE Recurso Ordinário Nº1366/2007 - Conduta vedada a agente público (uso da máquina administrativa).

TSE Recurso Especial Eleitoral Nº27936/2007 - Conduta vedada a agente público (uso da máquina administrativa).

IBM enriquece com o nazismo



Do site da Universidade Federal de Santa Catarina (pagina do professor doutor em direito José Rover Aires)

http://www.infojur.ufsc.br/aires/arquivos/resumoIBMHolocasto.htm



Resumo do livro

IBM E O HOLOCAUSTO

Edwin BLACK, Campus, 2001


Aluno: Douglas Nascimento Rechia

Disciplina CPGD: Direito, Informática e Sociedade.

Prof. Aires J Rover



Introdução


O objetivo do livro concentra-se em expor a história da participação consciente da IBM no holocausto. A IBM contribuiu com a organização maciça da informação, sem a qual, segundo o autor, não haveria holocausto.

O papel da IBM nos planos de Hitler era catalogar e identificar os judeus e os grupos indesejáveis que viviam na Alemanha. Ansiosa pelo lucro, a IBM deixou-se dominar por um mantra corporativo amoral: se pode ser feito, deve ser feito.

A IBM, com sua tecnologia de cartões perfurados, organizava e classificava a informação de acordo com as pesquisas encomendadas pelo mais alto escalão do Reich. As informações eram utilizadas para os mais variados propósitos: distribuição de alimentos de modo a matar de fome os judeus; identificar, rastrear e gerenciar a mão-de-obra escrava; controlar a circulação de trens para a catalogação de carga humana, etc. As máquinas que confeccionavam os cartões não eram vendidas, mas alugadas, sujeitas à manutenção e atualização constante da IBM.

O autor é filho de sobreviventes poloneses do holocausto. Sua motivação pela pesquisa veio com a curiosidade sobre uma máquina IBM Hollerith D-11 em exposição no Museu do Holocausto em Washington, EUA. “A não ser que compreendamos como os nazistas adquiriram os nomes dos judeus, novas listas serão compostas, com outras pessoas”. “Apenas mediante a exposição e análise do que realmente ocorreu, o mundo da tecnologia finalmente terá condições de professar o mote bem conhecido: nunca mais”.


Pessoas numeradas


Em cada campo de concentração, os prisioneiros eram identificados por meio de cartões Hollerith descritivos, cada um com colunas perfuradas, detalhando nacionalidade, data de nascimento, estado civil, quantidade de filhos, motivo do encarceramento, características físicas e habilidades profissionais. As colunas 3 e 4 reuniam categorias de prisioneiros, dependendo dos orifícios: orifício 3 significava homossexual; 9 anti-social; 12, cigano; 8, judeu. Listas impressas com base nos cartões relacionavam os prisioneiros por códigos numéricos pessoais. Coluna 34: “razão de partida” – morte natural (código 3), execução (código 4), suicídio (código 5), “tratamento especial” (extermínio em câmara de gás, enforcamento ou fuzilamento) (código 6)

Para descobrir o perfil ocupacional de um grupo, a classificadora mecânica era abastecida com o cartão de cada interno. Em seguida, ajustava-se o controle para a identificação das profissões, habilidades, faixa etária o conhecimento de idiomas necessários. Os nomes apareciam em listagens impressas pela Hollerith para transporte aos subcampos, fábricas e até fazendas locais.


A interseção IBM-Hitler


Como nasceu a IBM. O fundador da Tabulating Machine Company (como se chamava a IBM) foi Herman Hollerith, alemão criado pela mãe em Buffalo, Nova Iorque. Aos 19 anos, depois de formado em engenharia pela Columbia School of Mines, Hollerith foi convidado para trabalhar como assistente no U.S. Census Bureau. Foi com a brincadeira de um chefe que Hollerith teve a idéia de criar um cartão perfurado onde cada orifício do cartão representasse uma característica da pessoa: sexo, nacionalidade, ocupação, etc. O sistema de leitura de cartões inventado por Hollerith tinha condições de fornecer respostas sobre o censo dos EUA a 235 perguntas; de repente, o governo tinha condições de traçar o perfil de sua própria população. Este invento economizou US$ 5 milhões nos gastos do governo com o censo.

Hollerith decidiu alugar ao invés de vender as máquinas. Órgãos governamentais da Rússia, Itália, Inglaterra, França, Áustria e Alemanha eram seus clientes. Ele tinha nas mãos todas estas nações. “Os governos eram apenas clientes, clientes a serem controlados”.

Depois de um enorme contrato com a Rússia, em fins de 1896, Hollerith constituiu sua empresa, instalando sua sede em Georgetown, Washington, D.C., com o nome de Tabulating Machine Company.

Depois de fraudar várias vezes o governo americano e o seu maior cliente (a Census Bureau) e de perder mercado para o concorrente, Hollerith decidiu se aposentar e vender sua empresa para Charles Flint, comerciante de commodities internacionais (armas, inclusive). Flint comprou a Tabulating Machine Company para integrá-la em seus negócios. Suas companhias levaram o nome de CTR – Computing-Tabulating-Recording. James Watson, destacado vendedor da NCR (empresa vendedora de caixas-registradoras) foi contratado por Flint para ser gerente geral de vendas da CTR.

Depois da morte de um dos mais importantes diretores da CTR, Fairchild, e do afastamento de Hollerith do conselho de administração da CTR (Hollerith ainda prestava consultoria à CTR), James Watson tornou-se o principal executivo e autoridade da CTR. Decidiu re-batizar a empresa com o nome IBM – International Business Machines – um nome que, segundo ele, era o epítome do significado de seu empreendimento. A promessa de Watson a todos foi: “A IBM é mais do que uma empresa – é uma grande instituição mundial que durará para sempre.” Espírito IBM era o termo de Watson para a quase tribal devoção à empresa que ele exigia.

Em 1922, Watson comprou 90% das ações da Dehomag, uma licenciada de máquinas e equipamentos Hollerith na Alemanha, fundada por Willy Heidegger. Heidegger vendeu sua empresa à IBM dos EUA quando a Alemanha entrava no caos e a Dehomag afundava-se em dívidas. (na verdade Watson “forçou” a venda usando meios escusos)

Várias subsidiárias foram instaladas em outros países levando o nome Watson: Watson Belge (Bélgica), Watson Italiana (Itália), Svenska Watson (Suécia), etc. As denominações Watson e IBM eram inseparáveis.

Em 1933 a Dehomag detia mais da metade da receita da IBM em todo o mundo, já com mais de 70 subsidiárias em outros países.

A interseção IBM-Hitler. Em janeiro de 1933, Hitler ascende ao poder. Em março daquele ano, o primeiro campo de concentração foi construído em Dachau, seguido de muitos outros. Em abril de 1933, 60.000 judeus foram aprisionados e outros 10.000 fugiram para outros países.

Manifestações em todo o mundo pressionavam para que ninguém mantivesse relações comerciais com Hitler. Como a filial alemã tinha o nome de Dehomag (que não lembrava o nome IBM ou Watson) e as máquinas Hollerith não eram conhecidas do público em geral, o risco de Watson negociar com Hitler era baixo. Os lucros, por outro lado, seriam enormes. O dilema moral não existia para a IBM. Isto nem foi assunto de discussão.


Identificando os judeus


O censo da Prússia. O advogado da Dehomag, Karl Koch, com seus contatos governamentais, fechou um contrato com o governo Alemão para fazer o censo da Prússia, o estado da Alemanha em que moravam 3/5 da população do país.

Cursos de treinamento foram ministrados pela Dehomag para trabalhadores contratados temporariamente (vindos da Frente de Trabalho Alemã – uma agência de empregos). O treinamento incluía aprender a levantar e registrar detalhes pessoais vitais, operar as máquinas de classificação, tabulação e verificação, além de outras tarefas de processamento de dados.

Em junho de 1933, 500.000 recenseadores recrutados com “mentalidade nacionalista” partiram para a jornada de porta em porta em busca de informações. Em algumas localidades, quando o recrutamento era insatisfatório, as pessoas eram arregimentadas à força. As entrevistas abrangiam perguntas diretas sobre a religião do chefe da família e se no caso o casamento era misto.

Em setembro de 1933, 6000 caixas de cartões pardos começaram a chegar no complexo censitário de Alexanderplatz, em Berlim. A perfuração rápida funcionava em dois ou três turnos. Cada turno durava 7,5 horas. Dia e noite os funcionários digitavam as informações sobre os 41 milhões de prussianos, à velocidade de 150 cartões por hora. A Dehomag fixou a cota de produção de 450.000 cartões por dia.

Depois de perfurados, os cartões passavam por uma contadora à velocidade de 24000 cartões por hora. A seguir, uma “testadora” verificava se os furos estavam corretos, à uma velocidade de 15000 cartões por hora. Um “cartão de contagem de judeus” era produzido à parte. A classificação de cartões já podia ser feita.

Um resumo do Escritório Estatístico do Reich relatava: “A maior concentração de judeus em Berlim encontra-se no distrito de Wilmersdorf. Aproximadamente 26.000 judeus praticantes, que respondem por 13,54% da população local”. E mais: um total de 1.200 “judeus de peles” perfaziam 5,28% do comércio peleiro, e quase ¾ deles são de origem estrangeira. Com base na descendência de emigração, desencadeada pela perseguição anti-semita, “apenas 415.000 a 425.000 judeus de fé permaneciam no Reich alemão em meados de 1936”.

A expansão da Dehomag. Watson, em viagem à Alemanha, firmou um acordo verbal com Heidegger concedendo à Dehomag poderes comerciais especiais fora da Alemanha. Agora, a Dehomag teria permissão para suplantar todas as subsidiárias da IBM na Europa. Isto significava o acesso às principais empresas estrangeiras, às ferrovias estatais estrangeiras e a órgãos governamentais estrangeiros em toda a Europa. As subsidiárias de Bruxelas, Paris e Varsóvia continuariam existindo, mas a Dehomag nazista podia usurpar seus clientes.

Empresas estrangeiras eram consideradas inimigas do estado alemão. Embora uma rede de entidades judaicas e anti-nazistas se empenhassem em organizar listas de empresas que faziam negócios com a Alemanha, A IBM e Watson não foram identificados. Com a fabricação de máquinas em Berlim, a Alemanha importava poucos equipamentos dos EUA, reduzindo as suspeitas.

Os escritórios da IBM em Paris e Genebra eram os olhos e os ouvidos da IBM em Nova Iorque na Europa. Serviam como elo para intercâmbio de instruções, remessa de lucros e apoio às atividades tecnológicas da Dehomag.


A aliança IBM-Nazismo


Embora se odiassem, Watson e Heidegger tinham que cooperar para que as coisas funcionassem. A Dehomag podia ser considerada uma empresa controlada por capitais americanos, subsidiária da IBM ou a Dehomag exercia o papel de leal empresa alemã, ariana, batizada com o sangue da ideologia nazista. Heidegger e Watson estavam dispostos a erguer qualquer uma das bandeiras, conforme as necessidades.

Heidegger foi quem procurou o patrocínio da hierarquia do Partido Nazista. Heidegger tomou todas as providências, respondendo a questionários “incômodos” (que “provavam” que a Dehomag era uma empresa alemã puramente ariana) e fazendo todo o contato possível para que a aliança da Dehomag com o Nazismo se consolidasse. Heidegger conseguiu, e a IBM de Nova Iorque concordou, visto que isso garantiria mais contratos com o governo alemão.

Em 8 de janeiro de 1934, foi inaugurada a nova fábrica da IBM em Lichterfelde, em Berlim. Na cerimônia, estavam presentes os “graúdos” do nazismo, representando as organizações mais importantes para a parceria da IBM com o terceiro Reich. Entre os presentes, estavam Rudolf Schmeer, representante do líder da organização, A. Görlitzer, o representante da AS (Milicianos Nazistas, a facção mais violenta de Hitler), diretores de instituições financeiras e representantes da polícia, correios, Ministério da defesa, do escritório estatístico do Reich e um contingente da Ferrovia Alemã.

Tanto para a IBM como para a Dehomag, aquele era um dia extraordinário de comunhão nazista. Agora, não havia retorno. A IBM e o partido nazista haviam se amalgamado. A Dehomag era o provedor oficial de informações do terceiro Reich.

Estudos das raças. Impulsionados pela tecnologia Hollerith, a SS criou o Escritório Central para Raça e Assentamento. Este escritório mantinha um cadastro de estrangeiros, isto é, judeus e não-arianos. Algumas questões de estudo dos cientistas nazistas do Escritório Central para Raça e Assentamento eram: até onde remontar a genealogia judaica? Até os avós? Quatro gerações? Até o ano 1800? Por fim, decidiram adotar uma “fórmula matemática bizarra”: classificar os judeus em judeu pleno, meio judeu, um quarto judeu, etc.

Com essas repartições, as listas anti-raciais começaram a se espalhar: nas delegacias, birôs de emprego, associações profissionais, organizações religiosas, locais do partido nazista, etc. Com esta lista, os nazistas queriam uma raça dominante, eliminando os elementos mais frágeis: os mentalmente enfermos, doentes, incapazes e homossexuais, ciganos e “anti-sociais”. Rapidamente, a idéia da esterilização expandiu-se também para os socialmente indesejáveis.

Lei de Simplificação do Sistema de Saúde: os médicos deviam preencher formulários relatando as condições físicas de cada paciente. Estas informações eram processadas pelas máquinas Hollerith.

Lei para prevenção de prole com doença genética: os teóricos desenvolveram uma mixórdia de preceitos, dizendo quais linhagens deviam ser liquidadas. Os insanos, retardados, epilépticos, maníaco-depressivos estavam incluídos.

Resultados. Em 1934, o primeiro ano do programa de esterilização, mais de 84600 casos submetidos às cortes de saúde genética resultaram em mais de 62400 esterilizações compulsórias. Em 1935, 88100 julgamentos renderam em 71700 esterilizações.

Os lucros da IBM causavam problemas. Em 1933, a empresa auferiu lucro de US$ 1 milhão enquanto toda a indústria alemão sofria o boicote internacional antinazista. Heidegger tinha fortes argumentos para enfrentar Watson. Ele é quem resolvia os problemas com o Reich.


Medalha nazista para Watson


Dia do partido: 15 de setembro de 1935 – o clímax de uma semana de “coreografias nazistas”. Discursos anti-semitas de Hitler citavam o verdadeiro número de judeus apontados pelas máquinas IBM: 2 milhões.

Em 13 de setembro de 1935, Hitler exigiu a promulgação de uma Lei e um decreto em 48 horas – A Lei para proteção do sangue alemão e o decreto Lei de Cidadania do Reich. Estas leis privavam os judeus da cidadania alemã e usavam explicitamente o termo judeu ao invés de não-ariano. As leis se aplicavam aos judeus plenos, ½ judeus e ¼ judeus.

Expansão da IBM e aumento dos lucros. O lucro líquido da IBM nos 6 primeiros meses de 1934 era de US$ 3,4 milhões. As exportações (da IBM EUA) aumentaram 35% sobre o mesmo período do ano anterior. Watson se tornou o “homem de mil dólares por dia”. Aumentos salariais para todos os funcionários de 37%, beneficiando 7000 empregados. Watson recebia bônus de 5% dos lucros da IBM em todo o mundo. Com o contrato da IBM com a previdência social dos Estados Unidos e a invenção do “intercalador” – máquina capaz de estabelecer comparações e referências cruzadas entre dois conjuntos de registros – o lucro da empresa aumentou 6x.

Resultados da perseguição alemã: em fins de 1935, mais de 125.000 pessoas haviam fugido da Alemanha.

Em 24 de junho de 1937, Watson foi homenageado na reunião do ICC (Câmara do Comércio Internacional, organização criada pela Liga das Nações para promover o comércio mundial e estudar tratados internacionais). Watson foi homenageado com vinhos e toda espécie de honrarias. Hitler estava presente e participou. Watson foi condecorado com uma medalha encrustada com águias alemãs e emblemas nazistas.


Cartões de guerra


Em 13 de maio de 1938, a Áustria é anexada ao terceiro Reich, formando a Grande Alemanha. A Dehomag, é claro, ficou responsável por fazer um novo censo em toda a grande Alemanha, de 73 milhões de habitantes. Com precisão aterradora, os alemães sabiam quem era judeu na Áustria. Os judeus na Áustria receberam cruel tratamento dos nazistas, sendo expulsos de suas propriedades. Na “noite do vidro quebrado”, em 10 de novembro de 1938, todas as propriedades dos judeus foram destruídas e incendiadas.

“Paz mundial por meio do comércio internacional” era o chavão de Watson para explicar suas relações com a Alemanha. A falta de boa vontade dos americanos para com o nazismo dificultava as coisas para Watson.

O recenseamento continuava, apesar das restrições ainda mais fortes que o governo alemão impunha ao capital gerado por empresas nacionais que iam para o exterior. Igrejas participaram em preencher os cartões com informações para serem processadas pela Dehomag. Os batismos eram registrados para que os judeus não pudessem ocultar a identidade por meio de conversões.

A Tchecoslováquia foi o país seguinte. Primeiro, o Pacto de Munique (negociado pela Itália, França e Inglaterra na esperança de evitar a guerra) cedeu a região dos sudetos à Alemanha. Em 15 de março de 1939, a Alemanha partiu para a invasão da Tchecoslováquia. As leis de Nuremberg condenaram 200.000 judeus que foram expulsos, banidos ou levados para campos de concentração.

A IBM já estava na Tchecoslováquia. Watson aprovou a construção de uma fábrica de cartões perto de Praga.


Contagem Mortal


Em 17 de maio de 1939, a Alemanha foi vasculhada por 750.000 recenseadores. O mundo tinha pouca dúvida de que o censo era de natureza racial. Ninguém passou despercebido nos 22 milhões de domicílios, 3,5 milhões de imóveis rurais e 5,5 milhões de lojas e fábricas no Grande Reich. O objetivo era identificar os “judeus raciais” na Alemanha, adicionar os judeus nos territórios ampliados e localizar cada indivíduo para segregação. Além disso, a Alemanha se preparava para uma guerra total e precisava saber de onde mobilizar os recursos. A Dehomag organizou tudo: treinamento, equipamentos, novas tecnologias.

O volume de cartões processados chegou a um milhão por dia. A empresa cumpriu o prazo praticamente impossível: em 10 de novembro de 1939 os resultados preliminares estavam prontos, e eram exatos. Um relatório despachado para as autoridades do Reich dizia o seguinte: “havia em Viena, em 17 de maio de 1939, 91480 judeus plenos e 22.344 judeus parciais, graus I e II”. Os resultados eram divididos por sexo e delineados por distrito.

Os cálculos finais revelaram um total geral de 330.539 “judeus raciais” residindo na grande Alemanha. Era menos do que a aproximação grosseira de 1,5 milhão de 4 anos antes, mas a grande Alemanha já tinha perdido 502.000 judeus por execução direta, emigração, morte no cárcere, etc. Em compensação, com a anexação da Áustria e região dos sudetos, a Alemanha tinha ganho 96.893 judeus.

A Alemanha começava a fazer um “Registro de migração alemã no mundo”, para cadastrar alemães que viviam no exterior e para saber que grupos simpatizantes do nazismo existiam. Eles seriam potenciais aliados.

Em 1.º de setembro de 1939, a Polônia foi invadida. Começava a II Guerra Mundial. Inglaterra e França declararam guerra alguns dias depois. A Polônia resistiu bravamente durante 27 dias antes da completa rendição. Massacres, estupros, inanição, deportações e epidemias ocuparam as manchetes em todo o mundo. O The New York Times anunciava: 250.000 judeus mortos na Polônia.

Os judeus na Polônia começaram a ser catalogados e recenseados. Em outubro de 1939, iniciou-se a contagem. Foram criados em todo o país os Judenräte, os conselhos judaicos. Adam Czerniakov foi nomeado presidente. A atribuição deste conselho era assegurar a observância das medidas nazistas.

Em 28 de outubro de 1939, tudo parou em Varsóvia. Todos foram obrigados a comparecer nos escritórios de registro e preencher formulários. Milhares de formulários foram trazidos para o Judenräte. Os resultados saíam em tempo mágico. Em pouco mais de 48 horas todos os dados estavam apurados com a ajuda da nova máquina da IBM: A IBM classificadora, modelo 405. A 405, elegante e mais compacta que as anteriores, integrava vários mecanismos de cartões em um único dispositivo de alta velocidade. Um cabo conectado a uma perfuradora resumo facilitava a sumarização dos resultados da tabulação num único cartão-resumo. Em 6 de dezembro de 1939, uma lista de 366.000 judeus foi entregue.

Nem é preciso mencionar o que fizeram com os judeus cujos nomes estavam nesta lista...


Com Eficiência de Blitzkrieg


A IBM não dava conta de atender todos os pedidos por máquinas Hollerith. Havia "filas de espera" e a IBM demorava até dois anos para atender os pedidos.

As máquinas eram usadas também para o censo de animais: cavalos e bois. Os animais eram importantes recursos para a guerra. O "censo da manteiga" foi feito na Dinamarca. Todos os estoques eram controlados com os cartões, além dos automóveis e caminhões.

Os ferimentos de guerra eram analisados pelas máquinas Hollerith. Os dados apurados pelas máquinas ajudaram os militares austríacos a projetar o capacete mais eficaz possível.

Em 4 de maio de 1940, o “Dia da IBM”, Watson discursava a autoridades sobre a necessidade da paz e os horrores que a guerra trazia. Enquanto milhares eram massacrados, Watson preocupava-se em manter a imagem pública da IBM.

Watson, em meio à pressão, acabou escrevendo a Hitler, com o acompanhamento da imprensa, que "as atuais políticas de seu governo são contrárias às causas pelas quais tenho trabalhado e em razão das quais recebi esta condecoração". Watson devolveu sua medalha.


A Revolta da Dehomag


A Dehomag fazia pressão para deixar de ser uma subsidiária americana e tornar-se uma empresa totalmente nazista. A devolução da medalha de Watson tornou-se um prato cheio para que Heidegger usasse suas influências para tirar Watson e a IBM-EUA da participação dos lucros e das ações da Dehomag.

O problema era que, sem o apoio de Watson, o regime nazista encontrava dificuldades para a manutenção das máquinas Hollerith e para o fornecimento de cartões. Watson controlava todos os fornecedores de papel e equipamentos de manutenção. A Dehomag ficou sem suporte para dar continuidade ao trabalho.

Watson designou Harrison Chauncey, advogado da IBM, para negociar com Heidegger. Heidegger não estava disposto a reconciliar-se. Mas como a Alemanha dependia inteiramente das máquinas Hollerith, os nazistas resolveram negociar (embora exigissem que as estratégias nazistas não fossem reveladas à IBM). Watson conseguira novamente o que queria.

Durante os anos de genocídio, de 1942 a 1945, a Dehomag permaneceu intacta. No final, depois das negociações, a empresa era dirigida por um comitê consultivo especial do Reich, representando os escalões mais elevados da hierarquia nazista. O comitê consultivo da Dehomag substituía o tradicional conselho de administração das empresas. Como em qualquer conselho de administração, a função do comitê consultivo era orientar a gerência sênior, aprovar e vetar projetos especiais e definir prioridades. As decisões do dia-a-dia competiam aos gerentes. Quando necessário, o comitê consultivo era composto de quatro membros. Um era agente fiduciário. O segundo era Passow, chefe da Miaschinelles Berichtwesen. O terceiro era Heidegger. O quarto era o representante oficial de Hitler, Edmund Veesenmayer.


IBM e a Guerra


Em 31 de março de 1941, Watson fundou a nova subsidiária da IBM, a Munitions Manufacturing Corporation, em uma sede de 12.600 metros quadrados, com 250 empregados. Fabricavam 32 diferentes tipos de armamentos: rifles automáticos Browning, máscaras contra gases, mirar para bombardeios, diretores de baterias antiaéreas de 20mm, tendo produzido 345.000 unidades de carabinas M1 calibre 30. O logotipo da IM era estampado nos produtos. Por fim, 2/3 da capacidade de produção da IBM se convertera de tabuladores para material bélico.

Em maio de 1942, os empregados da IBM se juntaram ao próprio serviço de criptografia dos EUA. O grupo usava um conjunto de máquinas de cartões perfurados produzidas pela IBM para decifrar mensagens interceptadas pelo eixo. Livros de código capturados do inimigo eram perfurados em cartões, com bases em seqüências sobrepostas de 50 dígitos. Os cartões resultantes eram classificados. Cada palavra decifrada era usada para atacar outra, até que se conseguissem definir o contexto e o significado da mensagem. Um ironia da guerra foi o fato de a IBM codificar e decoficar informações para os dois lados do conflito.

A guerra sempre foi boa para a IBM. Os lucros foram inéditos. 90 dias depois de Pearl Harbor, Watson informou à mídia que a IBM gerara mais de US$ 150 milhões com o fornecimento de munições e outros contratos militares.

As máquinas eram usadas também para localizar pessoas, no recrutamento de soldados. Soldados aliados mortos ou capturados eram catalogados no sistema IBM. Qualquer pessoa podia ser localizada mediante a perfuração de um pedido numa Hollerith.

A IBM agora passava a atuar como aliada dos EUA, embora continuasse a fornecer as pesquisas para os nazistas. Ela conhecia todos os procedimentos alemães e Carter havia documentado tudo isso. Watson confirmava ainda mais seu patriotismo pelos EUA.


Extermínio


Detalhes sobre o cadastro e extermínio de judeus, homossexuais, Testemunhas de Jeová, ciganos, etc. nos campos de concentração. As mortes, ferimentos, tudo era registrado nos cartões.

Os cartões apontavam para o número de judeus e de todos os grupos que deveriam ser exterminados: 11 milhoes de pessoas, inclusive nas ilhas britânicas e uma estimativa grosseira de 5 milhões para a Rússia.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

MARCIO THOMAZ BASTOS, ministro justiça 1° mandato LULA




Do site: http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=8&i=1397


(Mais interessante é o texto sinalizado em vermelho)


Hugo Chicarone, professor na gangue do Opportunity, disse: O problema para nós está na primeira instância, no STF e no STJ a gente tem vida fácil. A frase é recente, e certamente apressada. Confiante demais. Inegável, porém, é que a situação de Daniel Dantas na 6ª Vara de São Paulo está destinada a um desfecho fatal, enquanto o habeas corpus concedido pelo presidente do Supremo, Gilmar Mendes, não passou de paliativo. O banqueiro já voltou à prisão.

O Rubicão foi transposto. O disco rígido retirado pela PF da sede do Opportunity há quatro anos finalmente foi aberto e a nação tem o direito de conhecer seu conteúdo. Altíssima figura da República, em fins de 2005, quando perguntei em off por que o disco continuava fechado, respondeu textualmente: “Se for aberto, o Brasil pára por dois anos”. Outra personagem de primeiro plano foi além: acaba a República.

CartaCapital permite-se vaticínios opostos. A nação abre os olhos e a República se fortalece. Sempre convém botar pingos nos is e dar o nome aos bois. Graças às façanhas do banqueiro do Opportunity, o Brasil tem a chance de uma mudança real, profundíssima. DD não é Sansão. Está habilitado, porém, a levar para o inferno um número expressivo de filisteus.

Houve até quem supusesse que o homem tem uma abnorme orelha direita e acusasse CartaCapital de sublinhar-lhe o defeito físico. Mas o banqueiro deve seu desmesurado ouvido a uma caricatura fotográfica produzida pelo computador, de sorte a caracterizar alguém tão obsessivamente inclinado a ouvir a conversa alheia.

CartaCapital, desde a época de quinzenal, faz mira insistente no orelhudo porque sabe dos seus poderes daninhos. Foi pioneira na identificação de um esquema de corrupção montado há muitos anos e de proporções e capilaridade extraordinárias, e logo ganhou a companhia de outra revista, a Teletime de Rubens Glasberg, e de dois jornalistas acostumados a remar contra a corrente, Paulo Henrique Amorim e Luis Nassif.

Autor da primeira reportagem dantesca de CartaCapital foi Giancarlo Summa. Depois o então redator-chefe Bob Fernandes escreveu várias e, ao deixar a revista, manteve a mesma linha de atuação em seu freqüentadíssimo blog. Feitas as contas, trata-se de uma armata brancaleone empenhada em atirar pedrinhas sobre a avenida do império midiático nativo. O enredo é conhecido e se repete em todos os quadrantes da atividade jornalística. Os praticantes do espírito crítico, prontos a fiscalizar o poder onde quer que se manifeste, pagam caro por isso.

No caso de CartaCapital, tivemos de enfrentar anos a fio a pecha de cultivar preconceitos, quando não ódio descabido, sem contar o comportamento de algumas agências de publicidade que descobriram um bom motivo para nos negar anúncios. Nem por isso recuamos. Hoje aqui estamos sem a vontade de celebrações retumbantes. Podemos ter apenas a certeza do dever cumprido.

De resto, a questão ainda não chegou ao ponto de fervura. Esta operação batizada em sânscrito tende a ser, entretanto, o começo de uma mudança capital na história do País. Assim seria se o Estado provasse sua disposição e sua capacidade de debelar a corrupção e a sociedade a mesma determinação para afastar quem a envergonha. Envergonha?

Cautelas e dúvidas sempre cabem. Nem tanto em relação ao governo do presidente Lula, que age agora com insólita firmeza depois de muitas tergiversações, abençoadas pela ministra do Supremo Ellen Gracie, e a despeito de claras divergências dentro da própria corporação policial. As dúvidas maiores dizem respeito ao establishment, a viver no momento entre o espanto e o pânico, na percepção de que o entrecho é muito maior e mais complexo do que parece.

Não causa surpresa, pelo contrário, a reação imediata do império midiático, porta-voz dos graúdos do Brasil, dos senhores, dos barões. Está claro o empenho em conter a situação dentro dos limites do passado próximo e do presente, como se a origem da investigação remontasse apenas e tão-somente ao chamado mensalão. No entanto, é do conhecimento até do mundo mineral que o fio da meada está no primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso, na infame marmelada das privatizações, quando o Opportunity se tornou o banco do tucanato, depois de ter prestado inestimáveis serviços ao PFL.

Longo período de mazelas e falcatruas, cujo fruto de recente maturação é a celebradíssima BrOi, a fusão apresentada como indispensável aos interesses do Brasil. Quanto ao valerioduto, não passa de um capítulo da história, e nem mesmo significativo. Ainda assim, a tentativa de turvar as águas, de engodar os ingênuos e os aspirantes ao privilégio em geral está em pleno andamento, com a contribuição de jornalistas (?), editorialistas, colunistas e quejandos, que até ontem tocaram seus violinos a favor do orelhudo. Do orelhudo e da sua turma, aconselhada e defendida por um exército de advogados e até por um pelotão de jornalistas (?), ou melhor, mercenários da imprensa escrita e falada.

Já houve tempo em que Dantas tentou corromper CartaCapital, por meio de uma campanha publicitária. Veio a equipe do Comercial: “Aceitamos?” Por que não, se os anúncios não forem politicamente incorretos? Tudo não foi além de duas inserções. Logo saímos com mais uma reportagem de capa sobre as façanhas do orelhudo. A campanha foi cancelada, e a gente riu muito.

O banqueiro moveu dois processos contra o acima assinado. O primeiro no Cível, e perdeu. O segundo, no Criminal, está em curso. Quem advoga a causa de Daniel Dantas é o escritório de Márcio Thomaz Bastos, e a ação foi iniciada durante o primeiro mandato do governo Lula. Bastos desligara-se da atividade advocatícia pelo tempo em que ocupasse a pasta da Justiça. Não engulo, contudo, este pormenor da história, decerto secundário. Bem como não engulo outro, muito mais importante: o encontro do então ministro da Justiça com Dantas, para um jantar na casa do senador Heráclito Fortes, graças à intermediação de dois deputados petistas.

Pois infinitos foram os caminhos do orelhudo, para a vergonha do Brasil.

NOVARTIS (SUIçA)


Do site: http://br.noticias.yahoo.com/s/23072008/25/manchetes-anvisa-proibe-venda-antiinflamatorio-prexige.html


Anvisa proíbe venda do antiinflamatório Prexige


O registro da apresentação de 100 mg do antiinflamatório Prexige (Lumiracoxibe), do Laboratório Novartis, foi cassado ontem pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a proibição do medicamento foi estendida a todo País. A apresentação de 400 mg ficará suspensa por 90 dias. No relatório para justificar a decisão, o governo federal atualizou o número de supostas vítimas da medicação no Brasil: o total de reações adversas apontadas chegou a 1.265. Entre os efeitos colaterais graves estão hemorragias, hepatites, pancreatite e doenças cardiovasculares.

As notificações superam em 51,8% o balanço anunciado até agora, que contabilizava 609 ocorrências. Na última sexta-feira, o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo (CVS) já havia interditado o produto. A decisão da agência ocorre quase um ano depois das agências internacionais proibirem o medicamento. Desde agosto do ano passado, países da União Européia, o Canadá e a Argentina vetaram a comercialização do Prexige.

A proibição do produto ocorre após o País acumular 35% dos 3.585 casos de efeitos adversos notificados em todo mundo. Até ontem, o Brasil era uma das sete nações que ainda mantinham a vigência da autorização do Prexige. Ao todo, 36 países proibiram a venda por causa dos riscos.

Em nota, a Anvisa justificou que só não seguiu a postura internacional para a interdição porque o perfil das vítimas estrangeiras era diferente dos brasileiros. Desde então, providências como alteração da bula e restrição dos pacientes foram tomadas, mas a notificação de reações adversas não cessou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

OBS: Outros notos produtos da Novartis sao:
Cataflam, Voltaren, Diovan.

QUEM ESTà NA LISTA?

Estes sao os que fizeram por merecer e conseguiram sua inscriçao na LISTA P2.
Certo que existem muitos e muitos outros, mas vamos pos partes até por que meu tempo é curto.... para colocar todos que merecem levaria uma vida....

  1. ADIDAS (ALEMANHA)
  2. ALCEU MOREIRA (PMDB-RS)
  3. ANTONIO CARLOS MAGALHAES - ACM
  4. BANCOS
  5. CASACOS DE PELE (industria da moda)
  6. CEEE (RS)
  7. CELSO PITTA
  8. COCA-COLA (EUA)
  9. DANIEL DANTAS
  10. DELL
  11. EDIR MACEDO ("acionista" Igreja Universal Reino Deus)
  12. ESTADOS UNIDOS
  13. FERNANDO COLLOR DE MELLO (PTB-AL)
  14. FIAT (ITALIA)
  15. FLAVIO BRIATORE (ex-chefe equipe Renault F1)
  16. FORMULA 1 (F1)
  17. GERMANO RIGOTTO (PMDB-RS)
  18. GILMAR MENDES (STF)
  19. GIULIO TREMONTI (ITALIA)
  20. HP
  21. IBM (EUA)
  22. IGREJA CATOLICA (VATICANO)
  23. INTEL
  24. JADER BARBALHO (PMDB-PA)
  25. JOANNES EIDESGAARD (DINAMARCA)
  26. JOSé BORBA (PMDB-PR)
  27. JOSé SARNEY
  28. JOSé SERRA (PSDB-SP)
  29. LAIR FERS
  30. LENOVO
  31. LULA (PT)
  32. LINDBERG FARIAS (PT-RJ)
  33. MARCELO CRIVELLA (PRB-RJ e sobrinho EDIR MACEDO)
  34. MARCIO THOMAZ BASTOS (min. justiça do 1° governo Lula)
  35. MARTA SUPLICY (PT-SP)
  36. NAJI NAHAS
  37. NEC
  38. NIKE (EUA)
  39. NOVARTIS (SUIçA)
  40. OTTAVIANO DEL TURCO (ITALIA)
  41. PAULO ROCHA (PT-PA)
  42. REDE GLOBO - ROBERTO MARINHO
  43. RENAULT
  44. ROBERTO MANGABEIRA (PRB - min. Ass. Estrateg. Lula)
  45. RODEIOS
  46. ROMERO JUCA (PMDB-RR), lider governo Lula no Senado
  47. SALVATORE CACCIOLA
  48. SILVIO BERLUSCONI (primeiro ministro e homem mais rico e talvez mais corrupto da italia)
  49. WALDEZ GOES (PDT-AP)
  50. YEDA CRUSIUS (PSDB-RS)
  51. ZULEIDO VERAS (dono GUAUTAMA)
  52. WILLIAN BONNER (marionete REDE GLOBO)

ESTADOS UNIDOS

  1. ASSASINATOS NO IRAQUE DEVIDO à INVASAO AMERICANA
  2. EUA - A FILOSOFIA
  3. NASA - REALMENTE PISAMOS NA LUA?
  4. MY LAI - CONHECENDO OS ESTADOS UNIDOS
  5. EUA E SUAS TORTURAS NA PRISAO DE Abu Ghraib (Iraque)

terça-feira, 22 de julho de 2008

JOSE SERRA (PSDB-SP), governador SP



Do site http://www.paulohenriqueamorim.com.br/materias20.asp


IRMÃ DE DANTAS FINANCIOU FILHA DE SERRA


. Daniel Dantas e José Serra – são irmãos siameses.

. Dantas não “influencia” só o PT, através do mensalão.

. Dantas nasceu e se criou à sombra da privatização do Governo Fernando Henrique.

. Foi Fernando Henrique, com a ajuda de Ricardo Sergio de Oliveira – chefe de “finanças” de campanhas de Serra e de FHC – quem entregou na bandeja os fundos das empresas estatais a Dantas.

. O PiG não fala mal de Dantas.

. Clique aqui para ler.

. Não fala mal, porque sabe que vai esbarrar com os tucanos de São Paulo...

. Foi o que aconteceu na CPI dos Correios.

. Aquela, a famosa do mensalão.

. A certa altura, a líder do PT no Senado, Ideli Salvatti, avisou que sabia de uma sociedade entre a irmã de Dantas e a filha de Serra.

. Foi um Deus nos acuda.

. A bancada Dantas – senador Heráclito Fortes e deputado José Eduardo Cardozo à frente – reagiu com violência.

. Até hoje, Fortes persegue Salvatti.

. Essa CPI das Ongs, nada mais é do que a vingança de Fortes contra Salvatti, por causa de uma Ong ligada a ela em Santa Catarina.

. Tem Dantas na origem.

. Pois bem, o melhor desinfetante é o sol.

. Veja aqui abaixo, anexos, os documentos que ligam Dantas – sua irmã – a Serra – sua filha, na Decidir.com, Inc, com sede em Miami, Flórida, a capital mundial da Caixa Dois.

. Foi um negócio de milhões de dólares.

. Quer dizer: Dantas botou milhões de dólares no negócio ...

. Pouco antes das eleições para presidente em 2002, Serra mandou fechar a empresa.

. E os milhões de dólares ?

. Bom, quem deve saber onde foram parar os milhões de dólares são Serra e Dantas ...

. É possível que Dantas esteja metido também na operação que desmascarou os aloprados.

. Seja na ponta do Delegado Bruno, seja naquele monte de dinheiro em notas pequenas.

. Notas que só podem sair de empresa de ônibus, de caixa de metrô ...

. A Polícia Federal, quando era Republicana, começou a investigar isso.

. Depois, parou ...

. A Polícia Federal, depois que o Dr. Paulo Lacerda foi embora, fez minuciosa investigação e decidiu enquadrar Dantas na Lei de Imprensa ...

. Sem mais delongas, veja aí os documentos que unem Dantas a Serra, em Miami...





Em tempo: o Conversa Afiada encaminhou este texto e os documentos anexos ao senador Sérgio Guerra, presidente do PSDB; ao senador Arthur Virgílio, líder do PSDB no Senado e ao deputado José Aníbal, líder do PSDB na Câmara, com as seguintes perguntas: “O que o senhor acha de Daniel Dantas financiar uma empresa da filha de José Serra? E se fosse o Lulinha, o que o senhor diria?”

Receberam o e-mail:

Mateus Gomes – chefe de gabinete do deputado José Aníbal.

Isabela Fernandes – assessora de imprensa do senador Sérgio Guerra.

Ary Ribeiro – assessor de imprensa do senador Arthur Virgílio.

O Conversa Afiada aguarda resposta.

JóANNES EIDESGAARD, primeiro ministro (ILHAS FEROE - DINAMARCA)


Para assinar petiçao dirigida ao primeiro ministro contra a caça as baleias:
http://www.thepetitionsite.com/1/end-whale-dolphin-slaughter-in-the-faroe-islands



Do site http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=38411

Na desenvolvida Dinamarca, acontece anualmente espetáculo de barbárie contra baleias


Mônica Pinto / AmbienteBrasil

Muitos ficaram legitimamente aborrecidos com a presunção de estrangeiros de que poderiam tomar conta da Amazônia melhor do que nós, os brasileiros. Vários países do chamado “primeiro mundo”, que já acabaram há tempos com suas florestas, agora posam de defensores do planeta e arrogam-se o direito de interferir em territórios que não são deles, mensagem expressa, por exemplo, pelo New York Times na reportagem “De quem é a Amazônia, afinal?” (clique aqui para ler notícia sobre o assunto).

Em que se pese o Brasil continuar se mostrando incapaz de controlar o desmatamento na região, o que muitos defendem é que não se deve confundir ajuda com ingerência.

O curioso é que, em alguns desses países que se colocam como avançados em todos os sentidos, perpetram-se crimes contra a natureza que, no caso deles, não podem sequer ser justificados pelos clamores da sobrevivência.

Agora mesmo, vem circulando pela internet um e-mail que mostra fotos de um banho de sangue, este derramado de baleias, nas Ilhas Feroe. Para quem nunca ouviu falar delas – e isso não seria incomum -, salva-nos a Wikipédia: “As ilhas Feroe ou “ilhas das Ovelhas” são um território autônomo da Dinamarca, parte da Europa, localizado no Atlântico Norte entre a Escócia e a Islândia. O arquipélago é formado por 18 ilhas maiores e outras menores desabitadas que acolhem, ao todo, 47 mil pessoas em uma área de 1.499 km². Na ilha maior - Streymoy - está localizada a capital, Tórshavn.”

Nesse local, como se vê, ligado à próspera e desenvolvida Dinamarca, é realizado um evento todos os anos que inclui encurralar centenas de baleias à beira d´água, para depois ter o prazer de exterminá-las a golpes de facas. Crianças costumam ser dispensadas das escolas nesse dia, para acompanhar o “divertimento”, que funciona como uma espécie de ritual de passagem dos rapazes à idade adulta (veja fotos no final da matéria).

Já circula uma petição na internet pedindo providências para acabar com tal barbárie. “Essa caça esportiva é uma prática que foi abandonada em todo o mundo há muitas décadas, e agora é considerada ilegal em muitos outros países europeus”, diz o texto da petição.

“Os habitantes das Ilhas Feroe não têm necessidade da carne de baleia para a subsistência, e muito da carne é deixada para apodrecer e é jogada fora. Ela não pode ser exportada, pois está poluída com metais pesados e outras toxinas e, assim, não atende os padrões de saúde da União Européia para alimento para consumo por humanos”, prossegue. (Para conferir o texto completo, em Inglês, clique aqui)

Em julho de 2000, a organização Sea Shepherd, que dedica-se à proteger as formas de vida marinhas, velejou até as Ilhas Feroe para intervir na matança anual de baleias pilotos. Conseguiu que o massacre fosse levado às primeiras páginas da mídia européia e, melhor que isso, passou a fazer pressão econômica sobre as companhias que ainda compravam alimentos do mar com origem nas Feroe, o que representa 90% da economia local, com predominância das compras feitas pelo gigante holandês Unilever.

“Acima de 20 mil pontos de venda a varejo europeus cancelaram os seus contratos de pesca a pedido da Sea Shepherd”, informa o portal da entidade.

A luta está, porém, longe de um final feliz. “Na Noruega isso acontece também; é um problema cultural”, disse a AmbienteBrasil Cristiano Pacheco, coordenador jurídico da Sea Shepherd no Brasil. “É um espetáculo de horrores, eles abrem o pescoço dos animais de fora a fora e os deixam agonizando na beira da praia, onde as pessoas ficam aplaudindo”, completa o advogado, para quem é “inacreditável” que aconteça algo assim no mundo em pleno Século XXI.









segunda-feira, 21 de julho de 2008

NIKE (ESTADOS UNIDOS)


Extraìdo do livro "El libro negro de las marcas" ("upgrade" sua mente lendo o livro; tenho certeza que te surpreenderàs! download livro) dos escritores austrìacos Klaus Werner e Hans Weiss. Para maiores informaçoes http://www.markenfirmen.com

Certo que escrevendo sobre a NIKE terìamos assunto para contar a perder de vista. Aqui fica sò um pequeno registro, mas jà pode ser um pouco ùtil. Sites de organizaçoes para consulta nao faltam. Entao sejam conscientes, mexam-se e boicotem-la!


"DADOS DA EMPRESA:

Vendas (1999): 9,5 Bilhoes de euros
Sede: Beaverton (Oregon, EUA)

IMPUTAçOES: Exploraçao, trabalho infantil, assédio sexual e outras irregularidades em empresas fornecedoras:

Enquanto o presidente Phil Knight é amis que multimilionàrio, a costureira de uma fornecedora, por exemplo a de Wellco na China, ganha 0,17 euro por hora. Por isso, o lìder mundial entre as marcas esportivas se tornou o alvo predileto dos movimentos de direitos humanos e de crìtica à globalizaçao. Vale dizer que nao é de todo justo, por que as principais concorrentes da Nike nao sao nem um pouco melhores. De todas as formas, como demonstram informes recentes, a imputaçao nao é errada.

Por exemplo, em janeiro de 2001 cairam acusaçoes sobre a Nike a causa da situaçao na planta mexicana de Kukdong. O tema eram as medidas repressivas e as demissoes ilegais em massa registradas contra empregados que protestavam pelas condiçoes de trabalho. No ano 2000, alì foram fabricados cerca de um milhao de vestes esportivas para Nike e 40 mil para Reebok. Com os protestos internacionais, Nike formou uma comissao investigadora que cita testemunhos de trabalhadores afirmando que tinha jovens de 13 e 14 anos trabalhando em Kukdong.

A comissao ainda constata casos de assédio sexual. Assim se manifesta Nike frente a nossa consulta:"Muitas das imputaçoes sao infundadas". Porém agrega:"Nenhuma fàbrica é perfeita, cremos que podemos melhorar os lugares de trabalho de forma constrante". O diretor de assuntos globais escreve que é por isso que nos ùltimos dois anos se realizaram esforços para introduzir melhoras no que se refere à idade dos trabalhadores, ao salàrio e à qualidade do ar na plantas de fabricaçao.

Em fevereiro de 2001, Nike voltou a ocupar os jornais: uma investigaçao realizada em nove plantas fornecedoras da Indonésia revelou a existencia de denùncias massivas a causa de assédio sexual e de maltratos fìsicos aos quais estao expostas as operàrias."

ASSASSINATOS NO IRAQUE DEVIDO à INVASAO AMERICANA


Just Foreign Policy Iraquianos Mortos Devido a Invasao Americana

O número é chocante e grave. Ele é pelo menos 10 vezes maior que a maioria das estimativas citadas na mídia americana, mas está, no entanto, baseado em um estudo científico de mortes Iraquianas violentas causadas pela invasão comandada pelos Estados Unidos em Março de 2003.

Este estudo, publicado no conceituado jornal médico The Lancet, estima que mais de 600 000 iraquianos foram mortos como resultado da invasão até Julho de 2006 e, desde então, Iraquianos continuaram a ser mortos. O gráfico acima fornece uma atualização diária deste número baseada na taxa de crescimento a partir do Iraq Body Count. Veja a explicação completa.

A estimativa de que mais de um milhão de Iraquianos foram mortos recebeu confirmação independente de uma conceituada agencia britânica de pesquisa em setembro de 2007.

A Opinion Research Business estima que 1.2 milhões de Iraquianos foram mortos violentamente desde a invasão americana.

Este devastador custo humano exige maior reconhecimento. Ele eclipsa o genocídio de Ruanda e nossos líderes são diretamente responsáveis. Pouco surpreende que eles não se refiram ao fato publicamente. A seguir está um código HTML simples para incluir o contador em seu website e ajudar a difundir a mensagem.

domingo, 20 de julho de 2008

LAIR FERST, golpista

Em novembro de 2007, a Polícia Federal deflagrou a Operação Rodin, que prendeu 13 pessoas e desmontou uma fraude que desviou R$ 44 milhões do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) do Rio Grande do Sul entre 2003 e 2007.

Segundo o MPF, o dinheiro desviado pela suposta quadrilha era desviado a partir do superfaturamento dos preços dos exames aplicados em candidatos a motoristas do Estado. Entre os presos estava o empresário Lair Ferst, que atuou na campanha da governadora Yeda Crusius (PSDB).

O Detran fazia pagamentos à Fatec e à Fundae, fundações ligadas à Universidade Federal de Santa Maria, que repassavam o dinheiro a empresas subcontratadas pertencentes --segundo o MPF-- aos acusados. Uma CPI foi instalada pela Assembléia Legislativa gaúcha para investigar o desvio de dinheiro na estatal.

Em maio, o MPF denunciou 44 pessoas. A Justiça Federal abriu processo contra 40 suspeitos. Em junho, a CPI revela grampos telefônicos que ligam membros do governo de Yeda a acusados. Dias depois, a CPI revela uma gravação em que o ex-chefe da Casa Civil, Cézar Bussato (PPS) admite o uso de estatais para o financiamento de campanhas.

Yeda anunciou a demissão dos envolvidos e tenta montar um gabinete de transição com resistência de membros da base governista.

Na última terça-feira (15), a Justiça determinou o bloqueio de bens e contas bancárias de 41 pessoas e 11 empresas com ligações com a fraude. O bloqueio foi pedido pelo Ministério Público Federal.

WALDEZ GOES (PDT-AP), governador Amapà


Do site

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u423323.shtml


Eike Batista


Na sexta-feira da semana passada (11), a PF deflagrou uma operação chamada Toque de Midas, que realizou buscas e apreensões na casa do empresário Eike Batista e em mais 11 locais. A operação tinha como objetivo averiguar possíveis irregularidades em licitação envolvendo o empresário na concessão da Estrada de Ferro do Amapá para a MMX (de propriedade de Eike).

Uma investigação da PF apontou que o responsável por negociar o suposto direcionamento da licitação da ferrovia para a empresa de Eike também atuou como coordenador da arrecadação de recursos para a reeleição do governador Waldez Góes (PDT).

De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Eike foi a pessoa física que mais colaborou com o comitê de Góes: foram R$ 200 mil para apoiar a reeleição do governador.

Apontado como representante dos interesses do governo estadual na concessão da ferrovia, o auditor-fiscal Braz Martial Josaphat tratou do assunto com o vice-presidente jurídico da EBX (empresa também de Eike), Flávio Godinho, de acordo com a PF, que gravou conversas entre os dois.

A assessoria de imprensa do governador nega que Josaphat tenha atuado na campanha para a reeleição e disse que ambos apenas "se conhecem". A assessoria também disse que o processo licitatório da ferrovia foi transparente.


tem mais:

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do site

http://www.abcpolitiko.com.br/index.php?secao=secoes.php&sc=22&id=15949


Caboclo mamador: governador Waldez Góes emprega 69 familiares


Brasília – Dentro do espírito do Enfoque Amazônico, de repercutir a Questão Amazônica, publico, na íntegra, matéria do veterano jornalista Ronaldo Brasiliense - publicada na edição do dia 31 de agosto do jornal O Liberal -, sobre a imoralidade que o governador do Amapá, Waldez Góes (PDT), está cometendo, ao empregar toda sua família e a de sua esposa, aparelhando a máquina administrativa do estado com parentes para mamar, de forma descarada, nas tetas do cofre público dos amapaenses. Segue-se a matéria de Ronaldo Brasiliense.

Há quatro anos e oito meses no poder num dos menores Estados da Federação, o Amapá, o governador Waldez Góes (PDT) é, hoje, disparado, o campeão nacional do nepotismo. Juntinhos a Waldez, no poder, estão a mulher, Marília, primos, tios, sobrinhos, cunhados e até a sogra. No total, são 69 familiares do governador e da primeira-dama recebendo dos cofres do Estado salários que variam de R$ 350 a R$ 6.900.

Os mais de 60 Góes, somados, ganham mais de R$ 150 mil por mês ou mais de R$ 2 milhões anuais dos minguados cofres do tesouro amapaense, se somarmos os ganhos referentes a férias e décimo-terceiro salário.

Marília Góes, a esposa do governador Waldez, foi nomeada pelo maridão para comandar a poderosa Secretaria de Estado de Inclusão e Mobilização Social. Num Estado onde quase toda a mídia é mantida sob controle, Marília manda e desmanda.

Outro manda-chuva no governo Waldez Góes é o primo, Alberto Pereira Góes, que dirigia o Gabinete Civil no início do primeiro mandato, mas, com o passar do tempo, virou secretário Especial de Governadoria, Coordenação Política e Institucional do Estado e, ainda, a Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico, como exibe o próprio site do governo amapaense - www.ap.gov.br.

Outro fenômeno do governo Waldez Góes chama-se Jorge Luiz Ricca Grunho, o Joca: saiu de motorista da campanha eleitoral para o comando da Secretaria de Desenvolvimento da Infra-Estrutura. Casado com Luzia Grunho, tia da mulher do governador, Jorge Luiz teve sob sua subordinação as secretarias de Infra-estrutura (Seinf), de Transportes (Setrap), além de poderosas estatais como as Centrais Elétricas do Amapá (CEA), a Companhia de Água e Esgoto (Caesa), além da Companhia de Gás, do Detran e a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Amapá. Teve que sair do governo, mas mantém seu poder.

A lista dos parentes do governador Waldez Góes e de sua mulher, Marília (veja nesta página) foi checada nas sucessivas edições do Diário Oficial do Estado do Amapá. A pesquisa no Diário Oficial confirma: não só o contingente de parentes do governador é numeroso e variado: se espalha, como um câncer, por quase todos os setores do governo amapaense.

As primeiras denúncias de nepotismo no governo Waldez Góes, por incrível que pareça, partiram de ex-aliados do governador amapaense. Em discurso na Assembléia Legislativa, o deputado Dalto Martins (PMDB) chegou a denunciar que a família de Waldez comandaria 80% dos órgãos do governo do Amapá. Dalto Martins, que fazia parte da base de sustentação do governo, chegou a ter o irmão Rostan Martins nomeado diretor da Imprensa Oficial do Estado e agiu para que o governo de Waldez fechasse um contrato de R$ 700 mil com a Sociedade Amapaense de Oftalmologia – onde a mulher de Dalto é vice-presidente –, teve também um imóvel de sua família alugado para a administração estadual, onde funcionou a sede da Promotoria de Defesa do Consumidor (Procon).

Ironia do destino, um dos maiores aliados do governador Waldez Góes é o folclórico senador Gilvan Borges (PMDB) – aquele que anda de sandália de couro no plenário da Câmara Alta –, que ganhou fama nacional como defensor-mor do nepotismo ao justificar por que empregava a mãe e a mulher em seu gabinete no Senado. “Minha mãe me pariu e minha mulher dorme comigo”, disparou, na maior cara-de-pau.

Até os alimentos para abastecer a residência oficial do governo do Estado são fornecidos por parentes, no caso pela empresa Prova ide Systems Ltda, de propriedade de um filho de criação da sogra do governador Waldez Góes, contratada com dispensa de licitação. Na lista de produtos adquiridos destaca-se o peixe tamuatá, considerado de terceira categoria, comprado a R$ 3 o quilo em qualquer feira de Macapá, mas vendido para a residência governamental por R$ 6,90, superfaturado, portanto.

As nomeações dos parentes do governador Waldez e da primeira-dama Marilia Góes podem ser cotejadas por qualquer pessoa no Diário Oficial do Amapá. Já a lista de compras para a residência oficial pode ser checada no site www.amapa.gov.br/gastos/consulta.php. No Amapá de Waldez Góes é assim: o nepotismo e a corrupção ocorrem dentro da mais absoluta transparência.

TODOS OS GÓES NO GOVERNO

1- Aldicleia Lira Góes

2- Antônio da Costa Góes

3- Antônio Góes Parente

4- Antônio Waldez Góes da Silva

5- Benedita Elielza Góes de Oliveira

6- Benedita Góes da Costa

7- Brenda Kawanna Vale Góes

8- Carlos Alberto Ferreira Góes

9- Carmem Fabiola Pimentel Góes

10- Cleuma da Silva Braga Góes

11- Deyvide Góes Conrradondade

12- Edvan Farias Góes

13- Elck Sampaio Braga da Rosa Góes

14- Elenilze Góes Juarez

15- Elicia Baia de Góes

16- Fabio Silva Góes

17- Helia de Góes de Pinho

18- Helionney Góes De Castro

19- Helisia Costa Góes

20- Jose Ari Sigueira Góes

21- Jose Ribamar Góes da Silva

22- Jose Sidou Góes Miccione

23- Laercio Mendonca Góes

24- Leilane de Sousa Góes

25- Lindomar Góes Ferreira

26- Luiz da Conceicão Pereira Góes da Costa

27- Luzete Góes Ferreira

28- Luzia Alba Lima Góes

29- Maria Francisca Góes

30- Maria Goreti Góes da Rocha

31- Maria Neuci Góes de Lima

32- Marilia Brito Xavier Góes

33- Milton da Silva Goes

34- Nelbilene Góes da Silva

35 - Pequilo Pereira Góes

36 - Rita Edilena da Silva Góes

37- Rosângela Mendonca Góes

38- Sandro Góes Pinheiro

39- Valeria de Paula Góes da Trindade

40- Wellington de Souza Góes

41- Wilmar Celso Góes da Trindade

42- Adilberto de Souza Góes

43- Antonio Aristides Pereira Góes

44- Aristide Góes Miccione

45- Francisca das Chagas de Góes da Silva

46- Helionney Góes de Castro

47- Heliton Gomes Góes

48- Humberto de Góes Pereira Júnior

49- Jeanjorge Pereira Góes

50- Keila Góes da Costa

51- Marizete Góes de Magalhaes dos Santos

52- Alberto Pereira Góes

53- Antônio Roberto de Souza Góes

54- Bruna Raphaela Góes Costa

55- Claudio Celio Góes Conrado

56- Elck Sampaio Braga da R. Góes

57- Elza dos Santos Góes

58- Evandro Sarges Góes

59- Gracinete Ferreira Góes

60- Igor do Rego Góes

61- João Góes da Silva

62- Karla Marfizia Góes da Costa

63- Katia Góes Ferreira

64- Maria Delia de Souza Góes

65- Maria do Socorro Sandin Góes

66- Sílvia de Nazare dos Santos Góes

67- Adriano Brito Góes

68- Bento Góes de Almeida

69 - Luiza Brito Grunho

PRIMO DE WALDEZ GÓES É CAMPEÃO DE DIÁRIAS

Um primo do governador Waldez Góes (PDT-AP) é o campeão no recebimento de diárias em um único exercício no governo do Amapá. Chama-se Luiz da Conceição Pereira Góes, e é - pasmem - delegado de polícia. Em um único ano, chegou a receber R$ 88.202,80 em diárias. Ocupa o cargo de secretário-chefe da Casa Civil do governo do primo Waldez. Em 2005, Luiz Góes passou o ano fazendo o curso de general-civil na Escola Superior de Guerra (ESG).

A revelação de que Luiz Góes recebeu R$ 88,2 mil está no site www.transparencia.amapá.net, no Portal da Transparência, onde é possível consultar os gastos públicos do governo do Amapá. Os gastos com diárias para civis e militares nos três primeiros anos do governo Waldez, em seu primeiro mandato, chegaram a mais de R$ 18 milhões. Para os servidores civis foram mais R$ 15.714.280,05, enquanto para os militares o dispêndio foi de R$ 2.484.089,10.

DENÚNCIAS

Denúncias de irregularidades nos contratos de aluguel de caminhões dentro da Secretaria de Estado da Agricultura, Pesca, Floresta e Abastecimento (Seaf) chegaram ao Ministério Público do Estado (MPE) feitas por ninguém menos que o empresário Jorge Rocha Góes, outro primo do governador Waldez Góes (PDT).

Acompanhado do advogado Washington Picanço, Jorge Góes entregou ao promotor do Meio Ambiente e Patrimônio Público, Adauto Barbosa, uma representação criminal denunciando maracutaias que foram cometidas pelo governo Waldez Góes por meio do aluguel dos veículos.

Jorge Góes levou ao MPE farta documentação comprovando a gravidade das denúncias feitas por ele. De acordo com a denúncia, o governo do Amapá contratou 63 caminhões de duas cooperativas, mas somente 34 efetivamente prestaram serviços ao governo. Jorge Góes afirma ainda que parentes diretos do governador ganharam sem prestar serviço e que estaria havendo um desconto de R$ 2,5 mil no pagamento dos poucos caminhoneiros que realmente trabalham.

DECLARAÇÃO FANTASIOSA

Bens declarados de Waldez Góes surpreendem - A declaração de bens e rendimentos do governador do Amapá, Waldez Góes, à Justiça Eleitoral amapaense surpreende. Ao Tribunal Regional Eleitoral do Amapá, nas eleições de 2006, Góes declarou uma relação de bens que, juntos, totalizavam pífios R$ 13 mil. A relação inclui uma residência localizada no bairro Buritizal, que parece não condizer com o valor declarado.

Na declaração ao TRE, o imóvel de Waldez Góes aparece no valor de R$ 3.172,45, metade do valor de um automóvel Saveiro, ano 1996, no valor de R$ 6,4 mil, que também integra a lista de bens do governador amapaense.

Além da casa e do carro, fazem parte da relação de Waldez uma linha de telefone celular no valor R$ 353, um terreno urbano no valor de R$ 1,6 mil, além de duas linhas telefônicas convencionais de R$ 1,9 mil. Waldez Góes é funcionário público.

Waldez foi assessor do ex-senador e atual deputado federal Sebastião – Bala – Rocha (PDT), preso e algemado na Operação Pororoca, da Polícia Federal. Foi, também, assessor do ex-governador do Rio de Janeiro, Antony Garotinho (PDT).

SALVATORE CACCIOLA, ex-banqueiro (quebrou banco MARKA)

Salvatore Cacciola chega ao Brasil; ele será transferido para o presídio de Bangu 8


Do site

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u423323.shtml


Caso Cacciola


Nesta quinta-feira, o ex-banqueiro Cacciola desembarcou no Brasil depois de uma viagem que o trouxe de Mônaco, onde estava preso desde setembro do ano passado. Ele estava acompanhado por uma escolta formada por agentes da PF e funcionários do Ministério da Justiça. Por decisão do STJ, Cacciola não foi algemado pois não representava risco aos policiais que o acompanhavam.

Ele disse que nunca foi um foragido da Justiça. "Fui para a Itália com passaporte carimbado", afirmou, dizendo ainda estar "tranqüilo" e confiante na Justiça. Cacciola destacou que dez outras pessoas condenadas no mesmo processo estão livres e trabalhando. "A única diferença é que eu estava na Itália."

O ex-dono do Banco Marka está foragido há oito anos. Ele foi condenado à revelia no Brasil a 13 anos de prisão pela prática de vários crimes.

Em 1999, o banco Marka quebrou com a desvalorização cambial. Mas contrariando o que ocorria no mercado, o Marka e o banco FonteCindam assumiram compromissos em dólar.

O banco de Cacciola, por exemplo, investiu na estabilidade do real e tinha 20 vezes seu patrimônio líquido comprometido em contratos de venda no mercado futuro de dólar.

O Banco Central socorreu as duas instituições, vendendo dólares com cotação abaixo do mercado, tentando evitar que quebrassem. A justificativa para a ajuda oficial às duas instituições foi a possibilidade de a quebra provocar uma "crise sistêmica" no mercado financeiro.

Em 2005, a juíza Ana Paula Vieira de Carvalho, da 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, condenou Salvatore Cacciola, à revelia, a 13 anos de prisão.

O então presidente do BC, Francisco Lopes, recebeu pena de dez anos em regime fechado e a diretora de Fiscalização do BC, Tereza Grossi, pegou seis anos. Os dois recorreram e respondem ao processo em liberdade.

Em 18 de setembro do ano passado, a juíza federal Simone Schreiber, da 5ª Vara Federal Criminal do Rio, determinou a prisão preventiva do ex-banqueiro.

LINDBERG FARIAS (PT-RJ), prefeito Nova Iguaçu




Extraìdo do site de ISTO é

Os esquemas do ex-líder estudantil


Fitas de vídeo e gravações com ex-assessores revelam como o ex-presidente da UNE Lindberg Farias se envolveu com uma série de fraudes e casos de propina depois que virou prefeito

Nascido em 8 de dezembro de 1969, quase um ano depois que o AI-5 mergulhou o País nas trevas da repressão política, o paraibano Luís Lindberg Farias Filho se tornaria nacionalmente conhecido como um dos mais importantes líderes estudantis da geração surgida com a redemocratização. Em 1992, como presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Lindberg liderou o renascimento do movimento estudantil ao colocar nas ruas os chamados "caras-pintadas", que pediam o impeachment, por corrupção, do então presidente Fernando Collor de Mello - ele acabaria renunciando em dezembro daquele ano. Enrolado na bandeira da ética na política, Lindberg elegeu-se deputado federal pelo PCdoB em 1994. Recebeu nota dez do Diap e bandeou-se para a extrema-esquerda, no PSTU - o que lhe custou a reeleição em 1998. Entrou para o PT e voltou à Câmara em 2002, na esteira da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva. Dois anos depois, elegeu-se prefeito de Nova Iguaçu (RJ) - cidade que tem o quarto orçamento do Estado do Rio de Janeiro - com o apoio entusiasmado do presidente Lula e da cúpula do PT. Agora, em plena campanha pela reeleição, Lindberg Farias está enfrentando graves denúncias de corrupção feitas pela ex-secretária de recursos humanos Lídia Cristina Esteves, que o acusa de montar um esquema na prefeitura para se manter no poder. Além disso, várias ações suspeitas de seu governo estão sendo investigadas pelo Ministério Público Estadual (MPE) do Rio de Janeiro, pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). ISTOÉ obteve com exclusividade fitas gravadas em que assessores e ex-assessores acusam o prefeito de montar um esquema que beneficia empresas que financiaram sua campanha política, paga propinas a funcionários, dá cargos e dinheiro a vereadores em troca de apoio político e conduz licitações viciadas. Um deles, Jaime Orlando, ex-presidente da Comissão de Licitação, diz que Lindberg "trata as coisas e depois eu é que tenho que me virar para atender".

Um dos casos mais graves ocorreu na área de educação. Há alguns meses, a Secretaria de Educação de Nova Iguaçu foi denunciada pelo Ministério Público Estadual por causa de uma licitação superfaturada para compra de merenda escolar em 2006. Esta denúncia provocou o afastamento da secretária de Educação, a vereadora Marli de Freitas, e do presidente da Comissão de Licitação da prefeitura, Jaime Orlando. Por conta disso, o MPE determinou o bloqueio das contas e a indisponibilidade dos bens de Marli e de Orlando. Também na área de educação ocorreu outro caso polêmico, a contratação do Instituto Paulo Freire para elaborar o arcabouço pedagógico do Programa Bairro-Escola, carro-chefe do prefeito na área de educação. A responsável pelo programa era a mulher do prefeito, Maria Antônia Goulart. A ex-secretária de recursos humanos da prefeitura Lídia Cristina Esteves diz que havia desvio de dinheiro do programa para o prefeito e sua mulher. O convênio da ONG com a prefeitura custa aos cofres municipais R$ 800 mil por ano.


continua ...
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2010/artigo88170-2.htm

sábado, 19 de julho de 2008

ADIDAS (Alemanha)

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Extraìdo do livro "El libro negro de las marcas" ("upgrade" sua mente lendo o livro; tenho certeza que te surpreenderàs! download livro) dos escritores austrìacos Klaus Werner e Hans Weiss. Para maiores informaçoes http://www.markenfirmen.com


"PRODUTOS, MARCAS:

SALOMON (linha sci, patins), BONFIRE (snowboard e roupas para neve), MAVIC (elementos para bicicletas), TAYLORMADE (golf), ERIMA (roupas esportivas)

DADOS DA EMPRESA:

Vendas (2000): 5,8 Bilhoes de euros
Empregados: 13.000


IMPUTAçOES: Exploraçao, trabalho infantil, assédio sexual e outras irregularidades em empresas provedoras.

Na fàbrica Yue Yuen, na China, o salàrio por hora é de 0,21 euros. Alì se trabalha entre 60 e 84 horas por semana. Na Tung Tag Garment Factory (salàrio 0,24 euro por hora) as empregadas pagam multas por chegar tarde, por descansar ou por falar no lugar de trabalho.

No ano 2000, trabalhadoras das empresas provedoras da Adidas em El Salvador, informaram que existiam crianças de doze anos fazendo horas extras e dormindo no piso da fàbrica ate começar a seguinte jornada de trabalho. As trabalhadoras tambem afirmaram que eram obrigadas a realizar horas extras e a submeterse a testes de gravidez, no tempo em que estavam proibidas as licenças por enfermidade e se impedia qualquer tipo de organizaçao tendente a formar um sindicato proprio. Alem disso continuam sendo descobertos novos casos de descriminaçao e assedio sexual.

Tambem nas fàbricas da Indonesia, os trabalhadores (entre eles jovens de menos de quinze anos eram obrigados a realizarem horas extras. As sançoes incluiam reclusao, cortes nos salarios, limpeza dos banheiros e humilhante castigo de ficar parado na frente da fàbrica. De acordo com informaçoes da organizaçao de ajuda aos trabalhadores da Indonesia (PMK) Sucederam reiterados casos de assedio sexual. Alem disso, segundo a mesma fonte o salario se encontra abaixo do minimo estabelecido por lei e a empresa coloca barreiras a atividade sindical independente."